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Seleção Brasileira Sub-17 goleia o Chile por 5 x 0 em São Luís, no Maranhão

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A Seleção Masculina Sub-17 goleou o Chile por 5 a 0 no primeiro dos quatro amistosos preparatórios agendados em São Luís, no Maranhão. Com gols de Pedrinho (2x), Da Mata (2x) e Jefinho, o Brasil empolgou a torcida maranhense no Estádio Castelão, na noite desta terça-feira (1).  

O Brasil começou a impor o seu jogo ofensivo logo aos cinco minutos. A pressão sobre a bola rendeu escanteio. Na cobrança, Rodrigo Cezar cabeceou sozinho. Quase abriu o placar. 

Aos sete minutos, Rayan arriscou primeiro chute de fora da área. Bola passou por cima. Aos 8 minutos, após uma boa triangulação entre Pedrinho, Esquerdinha e Lucas Camilo, a bola fica com o camisa seis, que invadiu a área e chutou forte, mas bola foi para fora. 

Aos 15 minutos, Rodrigo recebeu linda bola de Pedrinho e chutou para defesa do goleiro chileno. A organização defensiva brasileira aliada a boa criação com a bola nos pés reverteu em gol. 

Aos 18, Rodrigo arrancou livre pela direita e cruzou rasteiro, com força. Pedrinho deu o carrinho entre a defesa e colocou a bola nas redes. 1 a 0 para o Brasil. 

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A Seleção Sub-17 seguiu controlando as ações e impedindo qualquer ação ofensiva do Chile. O adversário conseguiu o primeiro chute ao gol brasileiro aos 30 minutos. Bola passou  ao lado esquerdo de Phillipe. 

No segundo tempo, o Brasil voltou com a mesma equipe e com a mesma vontade de aumentar o placar no Castelão. Aos 8, Pedrinho cobrou falta sofrida por Esquerdinha na entrada da área. Bola passou perto. 

O técnico Phelipe começou a mexer na equipe. Entraram Ricardo e Luiz Gustavo (Bahia) nos lugares de Rodrigo e Guilherme. 

Já no primeiro escanteio após as substituições, o Brasil ampliou o placar. Cruzamento perfeito de Esquerdinha, e cabeçada forte de Da Mata. Sem chances para o goleiro chileno. Jogador mais insinuante do Brasil, Pedrinho arrancou pela direita, driblou dois chilenos, foi para a linha de fundo e cruzou. O zagueiro chileno colocou para dentro do próprio gol. 3 a 0 para o Brasil. 

Leal fez mais duas mexidas para dar mais fôlego no meio campo e no ataque. Os gremistas Jefinho e Alysson entraram nos lugares de Rayan e Lucas Camilo. Em seguida, o zagueiro Da Mata pegou a sobra após vacilo da zaga no escanteio e marcou o quarto gol brasileiro, seu segundo na partida. 

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Já na reta final do jogo, Bernardo Valim e João Souza substituíram Pedrinho e Matheus Ferreira. Já nos acréscimos, Jefinho acertou um chute colocado e marcou o quinto do Brasil. Goleada no Castelão e torcida empolgada com o time sub-17 brasileiro. 

O Brasil volta a campo na próxima quinta-feira (3) para reencontro com Chile às 19h30, no Estádio do Castelão. 

BRASIL: Phillipe Gabriel, Vitor Reis, Da Mata, Dalla Corte (c), Esquerdinha, Guilherme (Luiz Gustavo), Matheus Ferreira (Bernardo Valim), Lucas Camilo (Jefinho), Rayan (Alysson), Pedrinho (João Souza) e Rodrigo Cezar (Ricardo). Técnico: Phelipe Leal. 

CHILE: Claudio Chandia, Felipe Faundez, Iván Román, Benjamin Molina, Lucas Velázques, Francisco Marchant, Ignácio Vásquez, Bástian Escobar, Alejandro Hales e Diego Opazo. Técnico: Hernan Caputto. 

Fonte: Agência Esporte

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Marcos Roberto Bueno Vilela recebe reconhecimento como Mestre de Capoeira após 28 anos dedicados à arte

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POR ALEX CAVALCANTE GONÇALVES
No dia 20 de novembro de 2025, data marcada nacionalmente pela valorização da cultura afro-brasileira, Alpinópolis e Cássia testemunharam um momento histórico para a capoeira no Sul de Minas: Marcos Roberto Bueno Vilela, filho de Cássia e morador de Alpinópolis desde 2015, foi oficialmente reconhecido como Mestre de Capoeira por seu mestre de origem, Mestre Serginho, e pela comunidade cassiense.

Nascido em 1984, Marcos iniciou sua jornada na capoeira aos 13 anos, em Cássia, sob a orientação de Mestre Serginho. Desde então, trilhou um caminho de disciplina, respeito, resistência cultural e dedicação absoluta à arte que carrega até hoje como missão de vida.

Ao mudar-se para Alpinópolis, em 2015, começou a ministrar aulas na garagem de sua própria casa — um espaço simples, mas que se tornou o berço de dezenas de novos capoeiristas. Com o tempo, seu trabalho cresceu, ganhou apoio da comunidade e evoluiu para aulas em academias da cidade. Atualmente, Marcos mantém um projeto social voluntário na quadra da APE, onde treina diversos alunos de todas as idades, oferecendo inclusão, educação e cultura através da capoeira.

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Sua dedicação levou alunos a participarem de batizados, apresentações e campeonatos em toda a região, trazendo para Alpinópolis troféus e medalhas de primeiro lugar, prova do resultado transformador de um trabalho feito com amor e propósito.

A celebração de seu reconhecimento reuniu grandes nomes da capoeira do Sul de Minas e regiões próximas, como Mestre Beto (Franca), Mestre Elias (Patrocínio Paulista), Mestre Kam (Itaú de Minas), Professor Domenico (Carmo do Rio Claro), Contramestre Borracha (Franca), Contramestre Luiz (Itaú de Minas), entre vários outros mestres, professores e contramestres que prestigiaram a homenagem.

Mas a trajetória de Marcos ganha um novo capítulo: no dia 6 de dezembro de 2025, ele será oficialmente apresentado ao Grupo de Capoeira Nosso Senhor do Bonfim, fundado pelo Grão-Mestre Reginaldo Santana, durante evento em Passos. O encontro contará ainda com a presença especial de Mestre Luizinho, filho do lendário Mestre Bimba, criador da capoeira regional — um dos maiores nomes da história da capoeira no Brasil.

Em suas palavras, Marcos resumiu a emoção desta conquista:

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“Só tenho a agradecer a todos que contribuíram de alguma forma para que, depois de 28 anos de dedicação à arte da capoeira, eu concluísse mais uma etapa na minha vida. Obrigado à minha cidade natal, Cássia, e à cidade que me acolheu, Alpinópolis. Essa conquista é de todos vocês também.”

A trajetória de Marcos segue como exemplo vivo de que a capoeira transforma, educa, une e faz florescer talentos. Seu reconhecimento como Mestre coroa quase três décadas de compromisso com a preservação dessa herança cultural brasileira — e abre portas para muitos outros jovens que, através dele, encontram na capoeira um caminho de disciplina, identidade e esperança.

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