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Suíça empata, avança em 1ª e elimina anfitriã Nova Zelândia

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Com a vaga nas oitavas de final em disputa, o nervosismo tomou conta do duelo entre Suíça e Nova Zelândia neste domingo (30.07). Melhor para os europeus, que, em jogo bastante truncado e de pouquíssimas finalizações, segurou o empate em 0 a 0, em Dunedin, para avançar em primeiro lugar para a próxima fase da Copa do Mundo Feminina da FIFA 2023™.

A outra classificada do grupo foi a Noruega, que, enfim, apresentou o futebol esperado e venceu as Filipinas por 6 a 0

É um adeus um tanto frustrante para as neozelandesas, que resistiram com tudo o torneio que co-organizaram com a vizinha Austrália, surpreendendo as norueguesas na estreia e conquistando a primeira vitória de sua história no Mundial.

Faltou, no entanto, maior seguiu para as donas da casa na posse de bola. Mesmo dominando as ações e com o apoio de sua torcida, o seu primeiro chute a gol veio somente aos 28 minutos do segundo tempo. Muito pouco perante uma Suíça que estava jogando com o resultado debaixo do braço e preocupada mais em se defender do que atacar.

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Deu certo na etapa inicial — o tempo não sofreu qualquer gol nos primeiros 45 minutos de suas últimas seis partidas na competição — e deu certo também na volta do intervalo.

Número

A Suíça conseguiu passar da fase de grupos em suas duas participações na Copa do Mundo Feminina. Em sua estreia, em 2015, as helvéticas também avançaram para os mata-matas.

Melhor jogadora da partida

Ana-Maria Crnogorčević (Suiça).

Fonte: Esportes

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Marcos Roberto Bueno Vilela recebe reconhecimento como Mestre de Capoeira após 28 anos dedicados à arte

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POR ALEX CAVALCANTE GONÇALVES
No dia 20 de novembro de 2025, data marcada nacionalmente pela valorização da cultura afro-brasileira, Alpinópolis e Cássia testemunharam um momento histórico para a capoeira no Sul de Minas: Marcos Roberto Bueno Vilela, filho de Cássia e morador de Alpinópolis desde 2015, foi oficialmente reconhecido como Mestre de Capoeira por seu mestre de origem, Mestre Serginho, e pela comunidade cassiense.

Nascido em 1984, Marcos iniciou sua jornada na capoeira aos 13 anos, em Cássia, sob a orientação de Mestre Serginho. Desde então, trilhou um caminho de disciplina, respeito, resistência cultural e dedicação absoluta à arte que carrega até hoje como missão de vida.

Ao mudar-se para Alpinópolis, em 2015, começou a ministrar aulas na garagem de sua própria casa — um espaço simples, mas que se tornou o berço de dezenas de novos capoeiristas. Com o tempo, seu trabalho cresceu, ganhou apoio da comunidade e evoluiu para aulas em academias da cidade. Atualmente, Marcos mantém um projeto social voluntário na quadra da APE, onde treina diversos alunos de todas as idades, oferecendo inclusão, educação e cultura através da capoeira.

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Sua dedicação levou alunos a participarem de batizados, apresentações e campeonatos em toda a região, trazendo para Alpinópolis troféus e medalhas de primeiro lugar, prova do resultado transformador de um trabalho feito com amor e propósito.

A celebração de seu reconhecimento reuniu grandes nomes da capoeira do Sul de Minas e regiões próximas, como Mestre Beto (Franca), Mestre Elias (Patrocínio Paulista), Mestre Kam (Itaú de Minas), Professor Domenico (Carmo do Rio Claro), Contramestre Borracha (Franca), Contramestre Luiz (Itaú de Minas), entre vários outros mestres, professores e contramestres que prestigiaram a homenagem.

Mas a trajetória de Marcos ganha um novo capítulo: no dia 6 de dezembro de 2025, ele será oficialmente apresentado ao Grupo de Capoeira Nosso Senhor do Bonfim, fundado pelo Grão-Mestre Reginaldo Santana, durante evento em Passos. O encontro contará ainda com a presença especial de Mestre Luizinho, filho do lendário Mestre Bimba, criador da capoeira regional — um dos maiores nomes da história da capoeira no Brasil.

Em suas palavras, Marcos resumiu a emoção desta conquista:

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“Só tenho a agradecer a todos que contribuíram de alguma forma para que, depois de 28 anos de dedicação à arte da capoeira, eu concluísse mais uma etapa na minha vida. Obrigado à minha cidade natal, Cássia, e à cidade que me acolheu, Alpinópolis. Essa conquista é de todos vocês também.”

A trajetória de Marcos segue como exemplo vivo de que a capoeira transforma, educa, une e faz florescer talentos. Seu reconhecimento como Mestre coroa quase três décadas de compromisso com a preservação dessa herança cultural brasileira — e abre portas para muitos outros jovens que, através dele, encontram na capoeira um caminho de disciplina, identidade e esperança.

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