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Ypiranga perde para o Botafogo pela Copa do Brasil

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O Ypiranga  jogou nesta quarta-feira (12.04), no Rio Grande do Sul, no Colosso da Lagoa, contra o Botafogo do Rio de Janeiro, pela Copa do Brasil e perdeu por 2 x 0.

Com dois gols de Eduardo, os alvinegros venceram os canarinhos em Erechim, pelo jogo de ida da terceira fase da Copa do Brasil. Destaque para a reestreia de Júnior Santos, que entrou no decorrer do segundo tempo e construiu muitas jogadas de perigo no fim da partida. O time de Luís Castro agora pode perder por até um gol de diferença no Nilton Santos que garantirá classificação para as oitavas de final da competição.

O Botafogo entrou em campo apostando nas jogadas de Gustavo Sauer e Luis Henrique pelos lados, na criatividade de Eduardo e no faro de gols de Tiquinho Soares. O Ypiranga, por outro lado, focava na solidez defensiva, na inspiração do meia João Pedro e no oportunismo dos atacantes Erick Farias, Marcos Vinícius e Rubens.

Di Plácido fez uma bela jogada pelo lado direito e achou Tchê Tchê, que chutou forte, Caíque deu rebote, e Eduardo, de cabeça, marcou aos quatro minutos. Depois do gol, os jogadores alvinegros pararam de pressionar os adversários e tiveram problemas para se encontrar no jogo. Além dos lances de Luis Henrique pelo lado esquerdo, não tiveram muitas oportunidades claras de perigo do Botafogo no primeiro tempo.

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O Ypiranga explorou ataques em velocidade depois do gol sofrido nos minutos iniciais e só não chegou ao empate por causa de Lucas Perri. O paredão fez duas belas defesas nos chutes de Ivan e João Pedro no começo do jogo e impediu que Heitor marcasse de cabeça no fim do primeiro tempo. O time de Luizinho Vieira foi mais consistente nos 45 minutos iniciais e construiu boas jogadas, mas acabou não sendo eficiente na hora de finalizar.

O Ypiranga entrou no segundo tempo com uma intensidade alta e deu trabalho para os defensores alvinegros nos primeiros minutos. Aos 18, Adryelson tentou afastar uma cobrança de escanteio e a bola acabou batendo no travessão. Em seguida, João Pedro realizou uma bela cobrança de falta, mas acabou indo para fora.

O Botafogo tentava controlar as ações do meio-campo e explorava ataques pelos lados, mas as jogadas não estavam funcionando. Luís Castro colocou Júnior Santos para tentar dar profundidade e velocidade para equipe alvinegra. O atacante realizou sua reestreia pelo clube e teve uma chance clara de gol aos 29 minutos, mas acabou chutando em cima de Caíque. 

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Na reta final do segundo tempo, Júnior Santos apareceu de novo. O jogador realizou uma bela jogada na entrada da área e deixou em condições ideais para que Eduardo balançasse às redes novamente. Depois do segundo gol sofrido, os canarinhos não tiveram mais força para pressionar os alvinegros. O jogo terminou 2 a 0.

FICHA TÉCNICA

YPIRANGA 0 X 2 BOTAFOGO 

Data e Hora: 12 de abril, às 21h30

Estádio: Colosso da Lagoa (Erechim)

Árbitro: Paulo Cesar Zanovelli da Silva (MG)

Assistentes: Celso Luiz da Silva (MG) e Leonardo Henrique Pereira (MG)

Quarto árbitro: Jonathan Giovanella Vivian (RS)

VAR: Igor Junio Benevenuto de Oliveira (MG)

Cartões Amarelos: Di Plácido (BOT), Rafael (BOT), Tchê Tchê (BOT), Tiquinho Soares (BOT), Lorran (YPI)

GOLS: Eduardo (4’/1ºT – 0 -1) (0-1) e (35’/2ºT) (0-2)

Ypiranga: Caíque; Ivan, Islan, Heitor e João Felix; Lorran Rosendo (Clayton-11 2°T), Mossoró e João Pedro (Bruno Baio – 31/2°T); Erick Farias, Marcos Vinicius (Jhonatan Ribeiro – 31/2°T) e Rubens (William Barbio – 12/2°T), Técnico: Luizinho Vieria

BOTAFOGO: Lucas Perri; Di Plácido, Adryelson, Víctor Cuesta e Marçal (Rafael – 08/1°T); Tchê Tchê, Marlon Freitas (Gabriel Pires – 36/2°T) e Eduardo; Gustavo Sauer (Júnior Santos – 15/2°T), Luis Henrique e Tiquinho Soares (Matheus Nascimento – 36/2°T), Técnico: Luís Castro

Fonte: Esportes

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Marcos Roberto Bueno Vilela recebe reconhecimento como Mestre de Capoeira após 28 anos dedicados à arte

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POR ALEX CAVALCANTE GONÇALVES
No dia 20 de novembro de 2025, data marcada nacionalmente pela valorização da cultura afro-brasileira, Alpinópolis e Cássia testemunharam um momento histórico para a capoeira no Sul de Minas: Marcos Roberto Bueno Vilela, filho de Cássia e morador de Alpinópolis desde 2015, foi oficialmente reconhecido como Mestre de Capoeira por seu mestre de origem, Mestre Serginho, e pela comunidade cassiense.

Nascido em 1984, Marcos iniciou sua jornada na capoeira aos 13 anos, em Cássia, sob a orientação de Mestre Serginho. Desde então, trilhou um caminho de disciplina, respeito, resistência cultural e dedicação absoluta à arte que carrega até hoje como missão de vida.

Ao mudar-se para Alpinópolis, em 2015, começou a ministrar aulas na garagem de sua própria casa — um espaço simples, mas que se tornou o berço de dezenas de novos capoeiristas. Com o tempo, seu trabalho cresceu, ganhou apoio da comunidade e evoluiu para aulas em academias da cidade. Atualmente, Marcos mantém um projeto social voluntário na quadra da APE, onde treina diversos alunos de todas as idades, oferecendo inclusão, educação e cultura através da capoeira.

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Sua dedicação levou alunos a participarem de batizados, apresentações e campeonatos em toda a região, trazendo para Alpinópolis troféus e medalhas de primeiro lugar, prova do resultado transformador de um trabalho feito com amor e propósito.

A celebração de seu reconhecimento reuniu grandes nomes da capoeira do Sul de Minas e regiões próximas, como Mestre Beto (Franca), Mestre Elias (Patrocínio Paulista), Mestre Kam (Itaú de Minas), Professor Domenico (Carmo do Rio Claro), Contramestre Borracha (Franca), Contramestre Luiz (Itaú de Minas), entre vários outros mestres, professores e contramestres que prestigiaram a homenagem.

Mas a trajetória de Marcos ganha um novo capítulo: no dia 6 de dezembro de 2025, ele será oficialmente apresentado ao Grupo de Capoeira Nosso Senhor do Bonfim, fundado pelo Grão-Mestre Reginaldo Santana, durante evento em Passos. O encontro contará ainda com a presença especial de Mestre Luizinho, filho do lendário Mestre Bimba, criador da capoeira regional — um dos maiores nomes da história da capoeira no Brasil.

Em suas palavras, Marcos resumiu a emoção desta conquista:

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“Só tenho a agradecer a todos que contribuíram de alguma forma para que, depois de 28 anos de dedicação à arte da capoeira, eu concluísse mais uma etapa na minha vida. Obrigado à minha cidade natal, Cássia, e à cidade que me acolheu, Alpinópolis. Essa conquista é de todos vocês também.”

A trajetória de Marcos segue como exemplo vivo de que a capoeira transforma, educa, une e faz florescer talentos. Seu reconhecimento como Mestre coroa quase três décadas de compromisso com a preservação dessa herança cultural brasileira — e abre portas para muitos outros jovens que, através dele, encontram na capoeira um caminho de disciplina, identidade e esperança.

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