Minas Gerais
Água no futuro: Agência RMBH entrega Plano de Segurança Hídrica que subsidia a gestão de recursos para a Região Metropolitana

A Agência de Desenvolvimento da Região Metropolitana de Belo Horizonte, por meio da diretoria de Planejamento Metropolitano, acaba de entregar o Plano de Segurança Hídrica da Região Metropolitana de Belo Horizonte (PSH-RMBH).
A ação cumpre objetivos principais da VIII Conferência Metropolitana, entregue em 13/12, e propõe a gestão de recursos hídricos na Região Metropolitana.
O documento PSH-RMBH é amplo diagnóstico da temática e define áreas prioritárias para a segurança hídrica, estabelecendo a urgência para a implementação das ações por unidade de planejamento e gestão das águas.
O evento contou com a participação de servidores da agência, do Igam, da sociedade civil organizada e representantes de entidades públicas e privadas, engajadas com as pautas ambientais, principalmente segurança hídrica.
Sinergia
Diretor-geral da Agência Metropolitana, Marcus Vinicius Lopes lembrou a importância do PSH no contexto da Região Metropolitana e a sinergia com outras iniciativas a favor da Grande BH.
“É com satisfação que apresentamos a conclusão do Plano de Segurança Hídrica da Região Metropolitana. Este documento representa o resultado de esforços colaborativos, análises técnicas e abordagem abrangente para garantir a resiliência hídrica de nossa região”, destacou.
O diretor detalhou que o processo de elaboração do plano foi longo e parabenizou a dedicação da equipe na compreensão das complexas interações entre oferta e demanda de água na Região Metropolitana.
“Levamos em consideração não apenas as condições atuais, mas também os desafios futuros que podem impactar a segurança hídrica de nossos cidadãos”, ressaltou.
Estudos
Diretor da Profill Engenharia e Ambiente S.A., empresa contratada para a realização dos estudos, Carlos Bortoli apresentou os dados obtidos durante o diagnóstico referentes à qualidade e disponibilidade da água, aspectos de recuperação e conservação ambiental, fontes de poluição, vulnerabilidade a eventos extremos e segurança de barragens.
Foram apresentadas áreas prioritárias, definidas para a proposição das ações e projetos que visam a segurança hídrica e o banco de projetos.
O PSH estima que serão necessários R$ 2 bilhões para a execução de obras de abastecimento de água, R$ 2 bilhões para obras de esgotamento sanitário e R$ 2,26 bilhões para obras de macrodrenagem.
A apresentação está disponível para acesso no site do PSH-RMBH. Nos próximos dias, o documento será disponibilizado na íntegra pela Agência RMBH.
Expectativa
A entrega do Plano Segurança Hídrica da Região Metropolitana de Belo Horizonte marca o encerramento dos estudos técnicos e inicia o processo de articulação institucional para a sua efetivação.
“Estamos convictos de que este plano não apenas atende às exigências técnicas e legais, como também reflete nosso compromisso com o desenvolvimento sustentável e a qualidade de vida dos habitantes da Região Metropolitana de Belo Horizonte”, complementa o responsável pela diretoria de Planejamento Metropolitano, Charliston Moreira.
Ele destaca ainda a entrega do documento como marco importante na jornada para garantir um futuro mais seguro e resiliente para todos.
“Agradecemos a confiança e o apoio contínuo de todos os atores que contribuíram durante o processo. A equipe técnica da Agência RMBH permanecerá à disposição para colaborar e construir métodos que garantam a implementação do PSH-RMBH”, finaliza.
O Plano Segurança Hídrica da Região Metropolitana de Belo Horizonte é financiado com recursos do Acordo de Reparação ao rompimento da Vale, em Brumadinho, que tirou a vida de 272 pessoas e provocou uma série de danos ambientais, econômicos e sociais.
Fonte: Agência Minas


ARTIGOS
Marcelo Morais quer disputar presidência da AMM

O prefeito de São Sebastião do Paraíso, Marcelo Morais (PSD), sacudiu o cenário político ao anunciar, nesta semana, que está articulando sua candidatura à presidência da Associação Mineira de Municípios (AMM). A declaração veio após um grupo de prefeitos do sudoeste de Minas Gerais manifestar indignação com a constante falta de atenção dada à região nas decisões e composições
Para Morais, essa iniciativa marca um passo decisivo rumo ao protagonismo das associações AMEG, AMOG e ALAGO no contexto estadual, representando 66 municípios e mais de 1,4 milhão de habitantes. “Chega de sermos ignorados pelo Estado quando o assunto é representatividade, seja na AMM, na CNM, no SAMU ou em qualquer outro espaço estratégico. Nossa região não pode mais ficar à margem das decisões que impactam diretamente nossas cidades”, destacou com firmeza.
O posicionamento firme de Marcelo Morais ecoa entre os prefeitos do sudoeste mineiro, que já iniciou as estratégias articuladas para fortalecer a representatividade da região nas eleições da Associação Mineira de Municípios (AMM), previstas para março deste ano.
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