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Cemig Distribuição investe mais de R$ 7 bilhões entre 2018-2022 em Minas Gerais

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Realizando o maior investimento da sua história, a Cemig Distribuição (Cemig D) destinou mais de R$ 7,2 bilhões em recursos no Plano de Desenvolvimento da Distribuição (PDD) no ciclo tarifário 2018-2022. O investimento contemplou os 774 municípios da área de concessão da companhia em Minas Gerais, proporcionando mais confiabilidade à rede de energia que atende os mais de 9 milhões de clientes da empresa.

O ciclo tarifário é o período compreendido entre os processos de revisão tarifária que acontecem de cinco em cinco anos, e entre os itens que entram na base de cálculo da composição da tarifa de energia estão os investimentos feitos pela distribuidora em sua área de concessão. O último processo da Cemig D foi realizado em 2018.

O valor investido no último ciclo foi 40% maior do que os recursos aportados no ciclo tarifário anterior, que ocorreu entre 2013-2017. Nos últimos cinco anos, a Cemig inaugurou ou ampliou 64 subestações e construiu cerca de 1,8 mil quilômetros de linhas. No mesmo período, Minas Gerais atraiu grandes empresas que geraram milhares de empregos, como Heineken, Ambev, LD Celulose, Verde Fertilizantes, Mosaic, Biolab, CBMM, CSN e Gerdau, entre outras.

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No último ciclo tarifário, foram priorizados investimentos em regiões historicamente menos favorecidas. As regiões Leste e Norte de Minas, somadas, foram beneficiadas com aproximadamente 36% dos investimentos, o que corresponde a R$ 2,58 bilhões.

“O Plano de Desenvolvimento da Distribuidora tem como objetivo o incremento da disponibilidade de energia elétrica de forma contínua, com qualidade, segurança e na quantidade requerida pelos clientes, promovendo o desenvolvimento social e econômico na área de concessão da Cemig D”, destaca o diretor da Cemig Distribuição, Marney Antunes.

O PDD é um conjunto de obras necessárias e definidas pela empresa visando a garantia desse atendimento e contempla investimentos em expansão, modernização e reforma de todo o sistema elétrico, como construção e modernização de novas subestações e linhas de transmissão, além de reforços nas redes de distribuição, com a instalação de religadores, medidores mais modernos e sistemas de comunicação mais confiáveis.

Próximo ciclo tarifário (2023-2027)

Cemig vai realizar, até 2027, o maior investimento já feito pela companhia em seu sistema de distribuição. O valor previsto é de R$ 18,4 bilhões e faz parte do novo planejamento estratégico divulgado recentemente pela companhia.

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Entre os destaques anunciados, está a construção de 3,24 mil quilômetros de linhas de distribuição (linhas estruturantes em alta tensão que conectam as subestações), a instalação de 1,25 milhão de medidores inteligentes e a conclusão do Programa Mais Energia, que está ampliando em 200 o número de subestações no estado. Desse montante, 66 novas unidades já entraram em operação, e mais 136 serão entregues nos próximos quatro anos, garantindo o atendimento de 2.221 megawatts (MW) de novas cargas em todas as regiões do estado.

Até o final deste ano, mais 23 novas subestações estarão prontas e em funcionamento em diversas regiões do estado. Ao final do Programa Mais Energia, a Cemig D irá contar um total de 615 subestações, eliminando gargalos e restrições e contribuindo para o desenvolvimento do Estado.

Além disso, os investimentos contemplam a continuidade do Programa Minas Trifásico, que está ampliando em 30 mil quilômetros a rede de distribuição trifásica em todas as regiões de Minas Gerais, principalmente nas áreas rurais.

Fonte: Agência Minas

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Marcelo Morais quer disputar presidência da AMM

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O prefeito de São Sebastião do Paraíso, Marcelo Morais (PSD), sacudiu o cenário político ao anunciar, nesta semana, que está articulando sua candidatura à presidência da Associação Mineira de Municípios (AMM). A declaração veio após um grupo de prefeitos do sudoeste de Minas Gerais manifestar indignação com a constante falta de atenção dada à região nas decisões e composições

Para Morais, essa iniciativa marca um passo decisivo rumo ao protagonismo das associações AMEG, AMOG e ALAGO no contexto estadual, representando 66 municípios e mais de 1,4 milhão de habitantes. “Chega de sermos ignorados pelo Estado quando o assunto é representatividade, seja na AMM, na CNM, no SAMU ou em qualquer outro espaço estratégico. Nossa região não pode mais ficar à margem das decisões que impactam diretamente nossas cidades”, destacou com firmeza.

O posicionamento firme de Marcelo Morais ecoa entre os prefeitos do sudoeste mineiro, que já iniciou as estratégias articuladas para fortalecer a representatividade da região nas eleições da Associação Mineira de Municípios (AMM), previstas para março deste ano.

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