Minas Gerais

Com investimentos de R$ 25,5 milhões, estação de tratamento da Copasa entra em operação em Santana do Paraíso

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A Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa) começa a operar, nesta quarta-feira (27/3), a Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) Garrafa, em Santana do Paraíso, na região metropolitana do Vale do Aço.

A Copasa investiu R$ 25,5 milhões na obra, que vai beneficiar diretamente cerca de 25 mil moradores com a oferta de coleta e tratamento do esgoto produzido na cidade. A cobertura desse tratamento saltará de 1,5% para cerca de 80% em Santana do Paraíso, um avanço histórico para garantir o desenvolvimento social, ambiental e econômico da cidade.

Outro benefício fundamental da obra é a eliminação do esgoto in natura que antes era despejado nos mananciais da região. “O início da operação da ETE Garrafa é um marco para a cidade, pois avançaremos na cobertura dos esgotos coletados e tratados no município”, destaca o superintendente da Unidade de Negócio Leste da Copasa, Albino Campos.

“Após muito empenho e trabalho da Copasa juntamente com o poder público da cidade, podemos dizer que os cidadãos deste município terão mais saúde e qualidade de vida por meio da coleta, transporte e tratamento do esgoto, além de destacar que esta obra tem grande importância para um meio ambiente mais sustentável e equilibrado”, celebra Albino.

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O córrego Garrafa é um curso de água que tem sua nascente na zona rural de Santana do Paraíso, percorre cerca de 14 quilômetros e deságua no Rio Doce, ainda dentro do município.

Além da ETE Garrafa, composta por tratamento preliminar, lagoas anaeróbias, seguidas de lagoas facultativas, localizada próxima ao aeroporto regional Vale do Aço, também foram implantados mais de 25,4 quilômetros de interceptores de esgoto (tubulações que foram construídas ao longo dos córregos Garrafa, Águas Claras e São João para receber os esgotos das redes coletoras de esgoto), duas estações elevatórias de esgoto (uma no bairro Cidade Nova II e outra no cruzamento do córrego São João com córrego Garrafa), mais de 1,2 quilômetro de linha de recalque e mais de 3,3 quilômetros de redes coletoras de esgoto (tubulações que direcionam o esgoto coletado aos interceptores) no município.

Os investimentos permitirão o benefício direto com a coleta, transporte e tratamento de esgoto neste primeiro momento para mais de 25 mil pessoas, moradoras dos bairros Cidade Nova, Parque Caravelas, Parque Veneza, Residenciais Bethânia I, II, III e IV, Industrial, Chácaras do Vale e Gran Royalle. Já os moradores dos bairros Cidade Verde, Jardim Vitória, Bom Pastor e Águas Claras serão contemplados com os serviços até o início do segundo semestre de 2024.

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Além dos benefícios para a qualidade de vida e meio ambiente, essas obras também incrementaram o emprego e a renda da cidade, gerando mais de 70 vagas temporárias de trabalho e a movimentação da economia com a aquisição de materiais no comércio local.

Benefícios

O tratamento de esgoto traz benefícios diretos à população, como a erradicação de doenças de veiculação hídrica, o controle da proliferação de vetores, a melhoria do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) e mudanças positivas nos aspectos urbanísticos, com a consequente valorização imobiliária e o crescimento socioeconômico da cidade e da região.

Além disso, proporciona benefícios sociais, econômicos e voltados à melhoria das condições de saúde e qualidade de vida. Entre outras vantagens, possibilita que a cidade receba o ICMS Ecológico, um meio de incentivo aos municípios para a criação de mais áreas de preservação ambiental, além de melhorar a qualidade dos espaços já existentes.

A intervenção possibilitou ainda o aumento da arrecadação do município, que recolheu os Impostos Sobre os Serviços (ISS) prestados pela empresa contratada pela Copasa para executar a obra.

Fonte: Agência Minas

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Marcelo Morais quer disputar presidência da AMM

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O prefeito de São Sebastião do Paraíso, Marcelo Morais (PSD), sacudiu o cenário político ao anunciar, nesta semana, que está articulando sua candidatura à presidência da Associação Mineira de Municípios (AMM). A declaração veio após um grupo de prefeitos do sudoeste de Minas Gerais manifestar indignação com a constante falta de atenção dada à região nas decisões e composições

Para Morais, essa iniciativa marca um passo decisivo rumo ao protagonismo das associações AMEG, AMOG e ALAGO no contexto estadual, representando 66 municípios e mais de 1,4 milhão de habitantes. “Chega de sermos ignorados pelo Estado quando o assunto é representatividade, seja na AMM, na CNM, no SAMU ou em qualquer outro espaço estratégico. Nossa região não pode mais ficar à margem das decisões que impactam diretamente nossas cidades”, destacou com firmeza.

O posicionamento firme de Marcelo Morais ecoa entre os prefeitos do sudoeste mineiro, que já iniciou as estratégias articuladas para fortalecer a representatividade da região nas eleições da Associação Mineira de Municípios (AMM), previstas para março deste ano.

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