Minas Gerais
Com saldo de 20 mil vagas em abril, Minas já gerou mais de 78 mil empregos com carteira assinada em 2022
Minas Gerais mantém, pelo terceiro mês consecutivo, saldo positivo na geração de empregos formais. Segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Previdência, em abril foram gerados 20.059 postos de trabalho com carteira assinada, resultado da contratação de 203.232 trabalhadores e do desligamento de outros 183.173 no mês.
Desde o início da gestão do governador Romeu Zema, Minas Gerais já registrou a criação de 483.972 empregos com carteira assinada até abril, resultado da admissão de 6.555.572 trabalhadores e do desligamento de outros 6.071.600 no período. Depois de um saldo negativo de 1.056 vagas de empregos formais registrado em 2020, consequência da crise provocada pela pandemia de covid-19, o estado retomou a geração de empregos formais no ano passado, quando houve saldo positivo de 308.865 vagas de emprego. No acumulado deste ano, Minas Gerais já criou 78.443 postos de trabalhos formais.
No mês de abril deste ano, o estado ficou em terceiro lugar em saldo positivo na geração de empregos formais, perdendo apenas para São Paulo e Rio de Janeiro, que registraram, respectivamente, a criação de 53.818 e 22.403 vagas de emprego no mesmo mês. O saldo no mês teve também 8.667 vagas a mais que o verificado em igual mês de 2021.
Por setor de atividade econômica, todos os segmentos em Minas registraram desempenho positivo em abril. Serviços liderou a geração de empregos formais, com saldo de 11.446 postos com carteira assinada, seguido por indústria (3.326), agropecuária (2.678), comércio (2.318) e construção civil (291).
De acordo com a diretora de Monitoramento e Articulação de Oportunidades de Trabalho da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social (Sedese), Amanda Siqueira Carvalho, o terceiro resultado positivo na geração de empregos formais no estado reafirma a tendência de expansão do mercado de trabalho. “A criação líquida de vagas de emprego, sobretudo nos setores de serviços e indústria, responsáveis desde janeiro pelos maiores saldos de empregos formais, traz perspectivas otimistas para a economia no restante do ano”, avalia.
Painel do Sine
Os trabalhadores que se encontram desempregados e estão à procura de uma oportunidade no mercado de trabalho contam, nesta segunda-feira (6/6), com 9.633 vagas de emprego disponibilizadas nas 133 unidades do Sistema Nacional de Emprego (Sine), coordenadas em Minas pela Sedese. A consulta aos empregos disponíveis podem ser feitas neste link, do Painel de Informações dos Sines. Do montante de postos de trabalho oferecidos, 293 são para pessoas com deficiência.
As maiores ofertas de vagas são para servente de obras (968), alimentador de linha de produção (766), motorista de caminhão (603), pedreiro (598) e operador de telemarketing ativo e receptivo (457). No entanto, há também várias oportunidades de empregos para pessoas que possuem cursos superior.
A consulta ao Painel de Informações sobre o Sine/MG foi disponibilizada pelo Governo de Minas em fevereiro deste ano. Pela internet, o trabalhador pode ter acesso às oportunidades disponíveis em todas as unidades do estado. Há filtros por região, município, ocupações e unidades.
GERAL
José Santana, presidente de honra do PL, alerta: “A violência no Rio é um retrato do Brasil”
O presidente de honra do Partido Liberal (PL), José Santana de Vasconcelos, um dos nomes mais experientes da política mineira e com dez mandatos em sua trajetória, se manifestou sobre a crise de violência que o Rio de Janeiro enfrenta. Em conversa recente com um amigo jornalista, Santana revelou profunda preocupação com a escalada da criminalidade e afirmou que o problema ultrapassa as fronteiras do estado.
“A violência no Rio é uma violência nacional. Não dá para separar o Rio do restante do Brasil”, declarou o deputado, ressaltando que a insegurança é hoje um dos maiores desafios do país.
Para José Santana, a discussão sobre segurança pública deve estar acima de ideologias políticas.
“Independentemente de votar à direita ou à esquerda, todo cidadão de bem quer viver em paz. A segurança é uma convergência nacional”, afirmou.
Modelos de referência: Goiás e Santa Catarina
O parlamentar destacou que alguns estados brasileiros têm mostrado caminhos possíveis, citando como exemplo Goiás, sob a liderança do governador Ronaldo Caiado, e Santa Catarina, ambos reconhecidos por resultados expressivos na redução da criminalidade e gestões eficientes nas forças de segurança.
Segundo Santana, as experiências desses estados mostram que é possível enfrentar o crime com planejamento, investimento em inteligência e valorização dos profissionais da segurança pública.
Crítica ao governo federal e à inversão de valores
José Santana também fez um duro questionamento às recentes declarações do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, que afirmou que traficantes seriam “vítimas de usuários”.
“É um absurdo. Nós precisamos de bom senso e equilíbrio. O Brasil não pode continuar sendo enganado com narrativas que invertem valores. Cidadãos de bem estão morrendo, enquanto o Estado é manipulado por discursos que protegem criminosos”, criticou o presidente de honra do PL.
Santana reforçou que a grande maioria dos policiais é formada por homens e mulheres honestos, que colocam a vida em risco todos os dias, e que não se pode permitir que “minorias criminosas” dentro das corporações manchem a imagem da categoria.
Confiança no PL e esperança de mudança
O líder mineiro disse estar confiante na força do PL para 2026, elogiando a condução do partido em âmbito nacional e estadual.
“O PL hoje tem um dos homens mais sérios e que cumpre 100% da sua palavra, que é o Valdemar da Costa Neto. Ele vem conduzindo o partido com firmeza e responsabilidade em todo o país”, afirmou.
José Santana também reconheceu o trabalho do deputado federal Domingos Sávio, presidente estadual do PL em Minas Gerais, pela forma como vem conduzindo o partido e defendendo valores de ordem, respeito e justiça social.
Encerrando sua fala, o experiente parlamentar deixou uma mensagem de esperança:
“O Brasil precisa reencontrar o caminho da paz e da autoridade. Segurança pública é dever do Estado e direito do cidadão. Que em 2026 possamos mudar essa história, com coragem, equilíbrio e amor ao nosso país.”
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