Minas Gerais
Copasa prevê investir R$ 34 milhões na recuperação de nascentes em 2022

Na semana do Dia Mundial da Água, a Copasa comemora a marca de R$ 62 milhões em investimentos na recuperação de nascentes, rios e córregos nos últimos cinco anos por meio do Pró-Mananciais. E a previsão é ampliar o programa em 2022, com investimentos de mais R$ 34 milhões e a inclusão de novos municípios, totalizando 275 cidades mineiras.
Um dos principais focos do Pró-Mananciais é a restauração florestal por meio do cercamento e plantio das áreas de proteção ambiental de bacias hidrográficas. E os resultados obtidos desde sua implantação apontam para uma melhora considerável da área verde no entorno dos cursos d’água.
Municípios como Conselheiro Lafaiete, na região Central de Minas Gerais, apresentaram, em 3 anos, incremento de 36% do Índice de Vegetação por Diferença Normalizada (NDVI), que mede a quantidade e condição da vegetação verde na área de atuação do Pró-Mananciais. Já Iapu, no Vale do Rio Doce, apresentou crescimento do índice em 112% entre 2018 e 2021.
Segundo o superintendente de Desenvolvimento Ambiental (SPDA), Nelson Guimarães, esses resultados representam a importância do programa para revitalização das bacias e melhoria da qualidade e quantidade de água dos mananciais operados pela Copasa.
Criado em 2017, o Pró-Mananciais quadruplicou sua presença no estado ao longo dos últimos cinco anos. Até o final do ano passado, o programa estava presente em 237 municípios mineiros – um terço das cidades em que a empresa atua.
Guimarães destaca que o Pró-Mananciais é um programa que mudou a forma de a Copasa trabalhar nas bacias hidrográficas. “Além disso, ele tem sido modelo para outras empresas em todo o país”, destaca. No ano passado, o programa foi vencedor na categoria Inovação da Gestão em Saneamento do Prêmio Nacional da Qualidade em Saneamento (PNQS), um dos principais do setor no Brasil.
Pró-Mananciais
O Pró-Mananciais foi estabelecido em uma resolução conjunta entre Agência Reguladora de Serviços de Abastecimento de Água e Esgotamento Sanitário do Estado de Minas Gerais (Arsae-MG) e Copasa em 2017 e prevê que 0,5% da Receita Operacional auferida em tarifas seja destinada ao custeio do programa.
O objetivo é proteger e recuperar as microbacias hidrográficas e as áreas de recarga dos aquíferos utilizados na captação de água para tratamento e distribuição ao público.
O programa atua na mobilização da comunidade e de instituições parceiras para construir coletivamente o sentimento de pertencimento da população à microbacia da região em que está inserida. Entre as principais ações estão cercamento de áreas de proteção ambiental (APP), plantio de mudas, construção de barraginhas e adequação de estradas, além do treinamento e capacitação da população local e também de estudos ambientais.
Além disso, o programa integra o compromisso da Copasa de responsabilidade socioambiental e de desenvolvimento sustentável, ambos pautados na Agenda 2030 da Organização das Nações Unidas (ONU), em seus respectivos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) e nos dez princípios do Pacto Global. O Pró-Mananciais integra o ODS 6 – Água e Saneamento, que tem entre metas melhorar a qualidade de água dos corpos d’água, apoiar e fortalecer a participação das comunidades locais para melhorar a gestão da água.


ARTIGOS
Marcelo Morais quer disputar presidência da AMM

O prefeito de São Sebastião do Paraíso, Marcelo Morais (PSD), sacudiu o cenário político ao anunciar, nesta semana, que está articulando sua candidatura à presidência da Associação Mineira de Municípios (AMM). A declaração veio após um grupo de prefeitos do sudoeste de Minas Gerais manifestar indignação com a constante falta de atenção dada à região nas decisões e composições
Para Morais, essa iniciativa marca um passo decisivo rumo ao protagonismo das associações AMEG, AMOG e ALAGO no contexto estadual, representando 66 municípios e mais de 1,4 milhão de habitantes. “Chega de sermos ignorados pelo Estado quando o assunto é representatividade, seja na AMM, na CNM, no SAMU ou em qualquer outro espaço estratégico. Nossa região não pode mais ficar à margem das decisões que impactam diretamente nossas cidades”, destacou com firmeza.
O posicionamento firme de Marcelo Morais ecoa entre os prefeitos do sudoeste mineiro, que já iniciou as estratégias articuladas para fortalecer a representatividade da região nas eleições da Associação Mineira de Municípios (AMM), previstas para março deste ano.
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