Minas Gerais
Encontro de Integração Sedese 2022, em BH, discute temas como apoio técnico aos municípios e Piso Mineiro de Assistência Social
O governador Romeu Zema se reuniu nesta terça-feira (21/6) com gestores da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social (Sedese), durante a realização do II Encontro de Integração Sedese 2022, na Cidade Administrativa, em Belo Horizonte.

Zema esteve com a secretária de Desenvolvimento Social, Elizabeth Jucá, gestores da pasta e 19 diretores regionais para falarem dos desafios da área em Minas e do trabalho realizado para fornecer assistência à população mais vulnerável.
“Passamos por um dos momentos mais sensíveis dos últimos anos com a pandemia, com custos psicológicos, sociais e econômicos, com a inflação alta que desestruturou a vida de muitas famílias, então o trabalho de vocês se torna ainda mais importante”, frisou o governador.
Ele lembrou que voltou a pagar em dia o Piso Mineiro de Assistência Social, com o incremento do valor por família e do número de famílias incluídas no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico).
A secretária Elizabeth Jucá lembrou que quase todos os 22 diretores regionais foram selecionados por meio do Transforma Minas e ressaltou que cada uma funciona como olhos e ouvidos da Sedese. “Cabe a eles nos representar junto aos municípios, prestando um apoio técnico para as prefeituras, já que é para eles que trabalhamos, ajudando assim no desenvolvimento das nossas políticas”.
Ela destacou ainda o trabalho contínuo de fortalecimento dessas diretorias. “Eu propus às diretorias um plano estratégico de fortalecimento das regionais, que deixaremos como um legado para o próximo ciclo, a partir do ano que vem”.
Avanços
Durante a conversa, houve também um dimensionamento do impacto desse trabalho por todo território mineiro. A diretora de Coordenação Regional da Sedese, Fabiana de Andrade, apresentou dados no auxílio a áreas como atendimento à mulher em situação de violência, política de trabalho e emprego, políticas sobre drogas, esportes, habitação e segurança alimentar.
“Quando iniciamos esse trabalho junto às regionais, tínhamos um alcance de cerca de 340 municípios apoiados, e hoje já prestamos tal apoio técnico aos 853 municípios, principalmente na área de assistência social. Em 2019, fazíamos uma média de 1.300 atendimentos de apoio técnico por ano para as 22 regionais. Em 2020, passamos para 14 mil por ano, para orientar na destinação de recursos para oferecer serviços e benefícios de qualidade de acordo com as normativas do Sistema Único de Assistência Social (Suas), e agora temos o desafio de mantermos este nível”.
Diretores das regionais elogiaram o trabalho de escuta a que os territórios estão tendo acesso e a possibilidade de desempenhar um trabalho de qualidade na ponta. Durante a conversa com o governador, Janice Borem, diretora da seccional Montes Claros, maior das 22 regionais tanto em número de municípios quanto de tamanho territorial, enalteceu o direcionamento com um trunfo na hora de atuar junto às cidades. “Fico muito contente de estarmos sendo guiados com competência para uma reviravolta histórica para tornar o estado mais eficiente”.
GERAL
José Santana, presidente de honra do PL, alerta: “A violência no Rio é um retrato do Brasil”
O presidente de honra do Partido Liberal (PL), José Santana de Vasconcelos, um dos nomes mais experientes da política mineira e com dez mandatos em sua trajetória, se manifestou sobre a crise de violência que o Rio de Janeiro enfrenta. Em conversa recente com um amigo jornalista, Santana revelou profunda preocupação com a escalada da criminalidade e afirmou que o problema ultrapassa as fronteiras do estado.
“A violência no Rio é uma violência nacional. Não dá para separar o Rio do restante do Brasil”, declarou o deputado, ressaltando que a insegurança é hoje um dos maiores desafios do país.
Para José Santana, a discussão sobre segurança pública deve estar acima de ideologias políticas.
“Independentemente de votar à direita ou à esquerda, todo cidadão de bem quer viver em paz. A segurança é uma convergência nacional”, afirmou.
Modelos de referência: Goiás e Santa Catarina
O parlamentar destacou que alguns estados brasileiros têm mostrado caminhos possíveis, citando como exemplo Goiás, sob a liderança do governador Ronaldo Caiado, e Santa Catarina, ambos reconhecidos por resultados expressivos na redução da criminalidade e gestões eficientes nas forças de segurança.
Segundo Santana, as experiências desses estados mostram que é possível enfrentar o crime com planejamento, investimento em inteligência e valorização dos profissionais da segurança pública.
Crítica ao governo federal e à inversão de valores
José Santana também fez um duro questionamento às recentes declarações do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, que afirmou que traficantes seriam “vítimas de usuários”.
“É um absurdo. Nós precisamos de bom senso e equilíbrio. O Brasil não pode continuar sendo enganado com narrativas que invertem valores. Cidadãos de bem estão morrendo, enquanto o Estado é manipulado por discursos que protegem criminosos”, criticou o presidente de honra do PL.
Santana reforçou que a grande maioria dos policiais é formada por homens e mulheres honestos, que colocam a vida em risco todos os dias, e que não se pode permitir que “minorias criminosas” dentro das corporações manchem a imagem da categoria.
Confiança no PL e esperança de mudança
O líder mineiro disse estar confiante na força do PL para 2026, elogiando a condução do partido em âmbito nacional e estadual.
“O PL hoje tem um dos homens mais sérios e que cumpre 100% da sua palavra, que é o Valdemar da Costa Neto. Ele vem conduzindo o partido com firmeza e responsabilidade em todo o país”, afirmou.
José Santana também reconheceu o trabalho do deputado federal Domingos Sávio, presidente estadual do PL em Minas Gerais, pela forma como vem conduzindo o partido e defendendo valores de ordem, respeito e justiça social.
Encerrando sua fala, o experiente parlamentar deixou uma mensagem de esperança:
“O Brasil precisa reencontrar o caminho da paz e da autoridade. Segurança pública é dever do Estado e direito do cidadão. Que em 2026 possamos mudar essa história, com coragem, equilíbrio e amor ao nosso país.”
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