Minas Gerais
Escolas e instituições vão monitorar ações pedagógicas em Minas

As escolas da rede estadual de ensino participantes do projeto Gestão Integrada da Educação Avançada (Gide), parceria da Secretaria de Estado de Educação de Minas Gerais (SEE/MG) com a Fundação de Desenvolvimento Gerencial (FDG), realizaram uma série de encontros nas últimas semanas para o monitoramento das ações pedagógicas desenvolvidas. Por meio do preenchimento de formulários, as equipes escolares identificaram as principais causas que impactam nos resultados na escola e, com base nesses resultados bimestrais, cada unidade de ensino definiu suas metas e elaborou o próprio plano de ação.
O plano é ferramenta de planejamento e gestão da aprendizagem organizada para identificação de metas e objetivos. O documento contém as atividades a serem desenvolvidas e os responsáveis por acompanharem a execução dessas atividades, com o intuito de desenvolver a aprendizagem e alcançar melhores resultados. Nessa perspectiva, é fundamental que haja o acompanhamento efetivo da realização dessas ações, visto que a implementação e o monitoramento permitem verificar sua eficácia e comprovar a melhoria no resultado em função das ações realizadas.
Referência
Nos encontros, realizados de 19/9 a 7/10, cada uma das 899 escolas da Gide pôde colocar em prática o primeiro Relatório de Implementação das Ações do Plano (Riap). Após o primeiro acompanhamento, o Riap passa a ser o documento de referência da escola, colocando as ações em movimento. Bimestralmente, o relatório deve ser elaborado com os responsáveis pelos planos de ação da escola para verificar a concretização do planejamento e como ocorre a respectiva execução.
Segundo a analista educacional Lídia Suzana Pereira, integrante da equipe Gide na SEE, o acompanhamento periódico das ações pedagógicas realizadas nas escolas é fundamental para o desenvolvimento dos estudantes e maior integração entre escolas, Superintendências Regionais de Ensino e a secretaria. “O monitoramento do plano de ação permite uma visão clara e efetiva do trabalho desenvolvido na escola, assim como a identificação de suas práticas bem-sucedidas”, aponta.
Durante as reuniões de Riap, a escola relata e demonstra o desenvolvimento das atividades, além de apresentar o Painel de Evidências que comprova a implementação das ações. Em seguida, o coordenador/multiplicador ou consultor, por meio de cores, atribui ao seu plano de ação o status conforme a realização. Dessa forma, é possível monitorar e acompanhar as atividades pedagógicas, fazendo intervenções quando e se necessárias. Também é possível, em tempo hábil, acompanhar os resultados parciais dos estudantes na busca de fortalecer a aprendizagem e reverter resultados insatisfatórios.
A Gide no estado
Em Minas Gerais, a Gide é realizada por meio de uma parceria entre a SEE/MG e a FDG. A iniciativa teve início em 2019, no Programa Gestão pela Aprendizagem, voltada para o ensino fundamental e tem como foco o fortalecimento da gestão escolar. Inicialmente, contava com a participação de 251 escolas estaduais. Neste ano, 899 unidades de ensino em todo o estado desenvolvem a Gide.
A Gide é focada em uma metodologia que unifica e direciona os esforços e recursos da escola em metas e ações para a melhoria de resultados e processos, fundamentado no método PDCA (Planejar, Executar, Verificar, Atuar) e no gerenciamento do processo pedagógico a partir de fatos e dados.
Fonte: Agência Minas


ARTIGOS
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O prefeito de São Sebastião do Paraíso, Marcelo Morais (PSD), sacudiu o cenário político ao anunciar, nesta semana, que está articulando sua candidatura à presidência da Associação Mineira de Municípios (AMM). A declaração veio após um grupo de prefeitos do sudoeste de Minas Gerais manifestar indignação com a constante falta de atenção dada à região nas decisões e composições
Para Morais, essa iniciativa marca um passo decisivo rumo ao protagonismo das associações AMEG, AMOG e ALAGO no contexto estadual, representando 66 municípios e mais de 1,4 milhão de habitantes. “Chega de sermos ignorados pelo Estado quando o assunto é representatividade, seja na AMM, na CNM, no SAMU ou em qualquer outro espaço estratégico. Nossa região não pode mais ficar à margem das decisões que impactam diretamente nossas cidades”, destacou com firmeza.
O posicionamento firme de Marcelo Morais ecoa entre os prefeitos do sudoeste mineiro, que já iniciou as estratégias articuladas para fortalecer a representatividade da região nas eleições da Associação Mineira de Municípios (AMM), previstas para março deste ano.
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