Minas Gerais

Escolas vão ganhar Centros de Referência em Educação Especial Inclusiva

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O Governo de Minas, por meio da Secretaria de Estado de Educação (SEE-MG), está implementando Centros de Referência em Educação Especial Inclusiva (CREIs) nas 47 Superintendências Regionais de Ensino (SRE) do estado de Minas Gerais.

Eles vão compor a rede de apoio à educação especial, em conjunto com os Centros de Capacitação de Profissionais da Área da Surdez (CAS), os Centros de Apoio Pedagógico às Pessoas com Deficiência Visual (CAP), além das equipes multiprofissionais das escolas especiais. Além da capacitação profissional, os CREIs também vão ajudar na produção de materiais pedagógicos adaptados para os alunos.

Como parte do trabalho, a SEE acaba de promover cinco encontros virtuais para as equipes dos Centros de Referência em Educação Especial Inclusiva (CREIs). As reuniões de introdução sobre a iniciativa criam pontes ainda mais sólida entre as equipes que cuidam da educação especial da rede estadual de ensino.

Coordenadora de Educação Especial e Inclusiva da SEE/MG, Suéllen Cristina Coelho fala sobre o resultado positivo dos encontros. “Nós tivemos um diálogo muito amplo. Fizemos apresentações sobre o projeto, falamos sobre o atendimento educacional especializado, nossa rede de apoio e as equipes multiprofissionais que atuam na educação especial”, avalia.

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Formação

Nesta semana (28/3 a 1/4), os profissionais participam de uma formação de 120 horas sobre a educação especial inclusiva. Suéllen explica que os profissionais que atuam nessa área na rede estadual de ensino terão mais uma fonte de aprendizado e formação. “Os CREIs garantem que o profissional tenha, cada vez mais, novos saberes e afazeres específicos para lidar de forma mais assertiva e adequada com os estudantes públicos da educação especial”, contou a coordenadora.

Ela destaca que o projeto começou em Diamantina, na região Central do Estado. É lá que, desde 2018, funciona o primeiro Centro de Referência em Educação Especial Inclusiva. “Por mais que já desenvolvesse um bom trabalho, ele atendia apenas a região da cidade, com uma área de abrangência mais restrita. Diante disso, nós organizamos a atuação do centro, e expandimos para as demais 46 superintendências regionais de ensino”, ressaltou.

Uma ideia do objetivo do projeto está na logomarca do CREI, pensada como um quebra-cabeça, imagem bastante representativa quando se trata de inclusão. “Nele, as peças se unem formando uma rede de apoio para a educação especial inclusiva. Então, cada peça representa um centro de apoio diferente e todos estão interligados”, revela Suéllen Cristina.

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GERAL

José Santana, presidente de honra do PL, alerta: “A violência no Rio é um retrato do Brasil”

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O presidente de honra do Partido Liberal (PL), José Santana de Vasconcelos, um dos nomes mais experientes da política mineira e com dez mandatos em sua trajetória, se manifestou sobre a crise de violência que o Rio de Janeiro enfrenta. Em conversa recente com um amigo jornalista, Santana revelou profunda preocupação com a escalada da criminalidade e afirmou que o problema ultrapassa as fronteiras do estado.

“A violência no Rio é uma violência nacional. Não dá para separar o Rio do restante do Brasil”, declarou o deputado, ressaltando que a insegurança é hoje um dos maiores desafios do país.

Para José Santana, a discussão sobre segurança pública deve estar acima de ideologias políticas.

“Independentemente de votar à direita ou à esquerda, todo cidadão de bem quer viver em paz. A segurança é uma convergência nacional”, afirmou.

Modelos de referência: Goiás e Santa Catarina

O parlamentar destacou que alguns estados brasileiros têm mostrado caminhos possíveis, citando como exemplo Goiás, sob a liderança do governador Ronaldo Caiado, e Santa Catarina, ambos reconhecidos por resultados expressivos na redução da criminalidade e gestões eficientes nas forças de segurança.

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Segundo Santana, as experiências desses estados mostram que é possível enfrentar o crime com planejamento, investimento em inteligência e valorização dos profissionais da segurança pública.

Crítica ao governo federal e à inversão de valores

José Santana também fez um duro questionamento às recentes declarações do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, que afirmou que traficantes seriam “vítimas de usuários”.

“É um absurdo. Nós precisamos de bom senso e equilíbrio. O Brasil não pode continuar sendo enganado com narrativas que invertem valores. Cidadãos de bem estão morrendo, enquanto o Estado é manipulado por discursos que protegem criminosos”, criticou o presidente de honra do PL.

Santana reforçou que a grande maioria dos policiais é formada por homens e mulheres honestos, que colocam a vida em risco todos os dias, e que não se pode permitir que “minorias criminosas” dentro das corporações manchem a imagem da categoria.

Confiança no PL e esperança de mudança

O líder mineiro disse estar confiante na força do PL para 2026, elogiando a condução do partido em âmbito nacional e estadual.

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“O PL hoje tem um dos homens mais sérios e que cumpre 100% da sua palavra, que é o Valdemar da Costa Neto. Ele vem conduzindo o partido com firmeza e responsabilidade em todo o país”, afirmou.

José Santana também reconheceu o trabalho do deputado federal Domingos Sávio, presidente estadual do PL em Minas Gerais, pela forma como vem conduzindo o partido e defendendo valores de ordem, respeito e justiça social.

Encerrando sua fala, o experiente parlamentar deixou uma mensagem de esperança:

“O Brasil precisa reencontrar o caminho da paz e da autoridade. Segurança pública é dever do Estado e direito do cidadão. Que em 2026 possamos mudar essa história, com coragem, equilíbrio e amor ao nosso país.”

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