Minas Gerais
Estado debate políticas públicas de inclusão produtiva em seminário inédito

A Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social de Minas Gerais (Sedese-MG), por meio da Subsecretaria de Inclusão Produtiva, Trabalho, Emprego e Renda, promove, nesta terça e quarta-feira (21 e 22/11), o primeiro Seminário da Rede Estadual Sine de Minas Gerais, no Colégio Estadual Central, em Belo Horizonte.
O seminário é destinado a secretários municipais de cidades que possuem unidades de atendimento do Sine, responsáveis pela pauta do trabalho, além de coordenadores e atendentes das unidades.
O objetivo da iniciativa é debater políticas públicas de inclusão produtiva, trabalho, emprego e geração de renda, junto aos gestores locais.
Perspectivas positivas
Secretária de Estado adjunta de Desenvolvimento Social, Mariana Pimentel traçou boas perspectivas para o setor na abertura do encontro.
“Estou muito feliz em poder abrir o primeiro Seminário da Rede Estadual Sine em Minas. Um evento que contribuirá muito para pautas relacionadas à geração de trabalho e inclusão produtiva do estado”, disse.
A gestora destacou a busca do Estado por melhores formas e ferramentas para levar autonomia para às pessoas em situação de vulnerabilidade em Minas, em especial aqueles ou aquelas que nunca tiveram o emprego formal em sua realidade de vida.
“Desde 2019, o Governo de Minas está buscando atração de investimentos para o estado e, consequentemente, criação de novos postos de trabalho. Pela secretaria, temos a missão de capacitar muitas pessoas em 2024 para que consigam ingressar no mercado de trabalho, buscando sempre o desenvolvimento de Minas Gerais”.
Diretrizes
Arthur Campos, subsecretário de Inclusão Produtiva, Trabalho, Emprego e Renda da Sedese, ressalta a importância da iniciativa.
“Esse é um momento muito especial, quando reunimos todos os gestores do Sine em Minas Gerais. Trataremos sobre as diretrizes do trabalho, do emprego, da inclusão produtiva”, adiantou.
Campos ressaltou a troca de experiências como um dos pontos fortes do encontro.
“Experiências de sucesso em uma cidade podem ser levadas para outras. Então, é o momento de capacitar pessoas para que elas atendam melhor o trabalhador lá na ponta. Queremos atender bem o trabalhador, fazer com que ele se sinta em casa quando for ao Sine procurar o primeiro emprego ou uma recolocação no mercado de trabalho”.
Ele lembrou ainda que o Sine funciona como a porta de entrada do trabalhador e destacou a importância de o Estado intermediar essa mão de obra.
“É preciso reforçar a parceria entre as empresas e o Sine, colocando pessoas, sobretudo em vulnerabilidade, nas vagas de emprego que a gente tem em Minas Gerais”.
Avanços
Presidente do Conselho Estadual de Trabalho, Emprego e Geração de Renda, Alvimar Silveira de Paiva ressalta a importância da capacitação para o avanço da área.
“Este evento é muito importante para o Brasil, principalmente para Minas Gerais. Temos que qualificar os trabalhadores, gerar emprego e renda. Por isso, a importância do Sine e da necessidade de se qualificar também todos os funcionários do Sine, de manter todas as parcerias para que possamos encaminhar e fomentar o trabalho em emprego e renda em nosso estado”.
Representante do Sine Pedro Leopoldo, Josiane Machado conta suas expectativas como participante. “É um grande prazer participar com todos aqui. Cheguei há pouco no sistema Sine e o seminário vai me ajudar a sanar dúvidas, aprender com a troca de experiências, motivar a minha equipe. Tenho a certeza de que sairemos daqui mais preparados ainda”.
Fonte: Agência Minas


ARTIGOS
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O prefeito de São Sebastião do Paraíso, Marcelo Morais (PSD), sacudiu o cenário político ao anunciar, nesta semana, que está articulando sua candidatura à presidência da Associação Mineira de Municípios (AMM). A declaração veio após um grupo de prefeitos do sudoeste de Minas Gerais manifestar indignação com a constante falta de atenção dada à região nas decisões e composições
Para Morais, essa iniciativa marca um passo decisivo rumo ao protagonismo das associações AMEG, AMOG e ALAGO no contexto estadual, representando 66 municípios e mais de 1,4 milhão de habitantes. “Chega de sermos ignorados pelo Estado quando o assunto é representatividade, seja na AMM, na CNM, no SAMU ou em qualquer outro espaço estratégico. Nossa região não pode mais ficar à margem das decisões que impactam diretamente nossas cidades”, destacou com firmeza.
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