Minas Gerais
Fapemig lança programa de desenvolvimento tecnológico voltado para novos negócios

A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (Fapemig) lança, na próxima quarta-feira (18/5), às 14h, a segunda edição do Programa Centelha. A iniciativa contratará 25 empresas, havendo a possibilidade de mais seis contratações de empresas situadas nas regiões mineiras ligadas à Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste (Sudene). No total, serão 31 contratadas pelo edital do programa.
O lançamento será realizado no auditório da fundação e faz parte das atividades pelos 36 anos da Fapemig. Não há necessidade de credenciamento e é aguardada participação do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações.
Além da trilha de capacitações voltada para a formação dos empreendedores, a segunda edição do Centelha disponibilizará bolsas do CNPq no valor de R$26 mil para cada uma das empresas participantes, propondo a contratação de bolsistas.
“Nossa expectativa é repetir o bom desempenho das empresas da edição anterior, e contribuir para o avanço do ecossistema inovador mineiro. Espera-se que as empresas interessadas trabalhem com soluções tecnológicas que atendam diretamente a sociedade, trazendo perspectivas de inovação para o país”, ressalta Célia Regina Loureiro, membro da equipe executora do Centelha.
Centelha
Vale destacar que o Centelha tornou-se referência para o ecossistema empreendedor, visando transformar ideias de empresas nascentes de base tecnológica em grandes negócios, com aplicabilidade direta para a sociedade. O objetivo é promover a inovação, o desenvolvimento de novas tecnologias, a geração de novas empresas e empregos e de ganhos econômicos para o estado.
Na primeira edição, o Centelha contemplou 15 projetos das 523 ideias submetidas, totalizando R$ 1 milhão em investimentos. Com propostas provenientes de diversas regiões do estado, criatividade e ineditismo protagonizaram os protótipos das empresas contratadas. Entre os destaques, empreendimentos como a lenha a ecológica, o dispenser de fraldas para descarte adequado, os esmaltes sustentáveis, o recarregador automático de pinceis de quadro branco, os equipamentos para diagnóstico de arboviroses, a gaveta modular organizadora, as tecnologias com foco no melhoramento genético de cannabis e as ferramentas de busca matemática.
O Programa Centelha é promovido pelo Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) e pela Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), em parceria com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e o Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (Confap). É operado pela Fundação Certi e, em Minas, é executado pela Fapemig. No ano de 2022 será aplicado em todas as unidades federativas do Brasil, com exceção do estado do Acre.
No estado, o Centelha, lançado e executado pelo Departamento de Proteção e Transferência de Conhecimento (DPT), está ligado à Gerência de Inovação da Fapemig. De acordo com o chefe do DPT, José Fernando Vilela, a iniciativa preza pelo atendimento e assistência às empresas.
Fapemig
Desde a fundação, a Fapemig promove o conhecimento científico, tecnológico e inovador visando ao desenvolvimento econômico e social do estado, de forma sustentável e por meio do incentivo e fomento à pesquisa. São também disponibilizadas diversas linhas de fomento à inovação em Minas Gerais.
A instituição possui linhas de fomento à inovação em Minas Gerais. Exemplos são programas como o Tecnova, de 2013, e o Centelha, de 2019. Compreendido como uma linha de empreendedorismo em Minas Gerais, o Centelha tem o objetivo de promover a inovação, o desenvolvimento de novas tecnologias, a geração de novas empresas e empregos e de ganhos econômicos para o estado.


ARTIGOS
Marcelo Morais quer disputar presidência da AMM

O prefeito de São Sebastião do Paraíso, Marcelo Morais (PSD), sacudiu o cenário político ao anunciar, nesta semana, que está articulando sua candidatura à presidência da Associação Mineira de Municípios (AMM). A declaração veio após um grupo de prefeitos do sudoeste de Minas Gerais manifestar indignação com a constante falta de atenção dada à região nas decisões e composições
Para Morais, essa iniciativa marca um passo decisivo rumo ao protagonismo das associações AMEG, AMOG e ALAGO no contexto estadual, representando 66 municípios e mais de 1,4 milhão de habitantes. “Chega de sermos ignorados pelo Estado quando o assunto é representatividade, seja na AMM, na CNM, no SAMU ou em qualquer outro espaço estratégico. Nossa região não pode mais ficar à margem das decisões que impactam diretamente nossas cidades”, destacou com firmeza.
O posicionamento firme de Marcelo Morais ecoa entre os prefeitos do sudoeste mineiro, que já iniciou as estratégias articuladas para fortalecer a representatividade da região nas eleições da Associação Mineira de Municípios (AMM), previstas para março deste ano.
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