Minas Gerais
Fhemig busca nova gestão para Hospital Regional João Penido

A Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais (Fhemig) abriu novo edital para selecionar a Organização Social (OS) que irá atuar na gestão do Hospital Regional João Penido, em Juiz de Fora, na Zona da Mata. O edital anterior passou por adequações sugeridas pelo Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) e pela Comissão Intergestores Bipartite (CIB), principalmente quanto ao escopo de serviços a serem listados e ao peso referente aos itens de critério e qualificação atribuídos na seleção das empresas concorrentes. O novo edital está disponível na página www.fhemig.mg.gov.br.
A presidente da Fhemig, Renata Ferreira Leles Dias, lembra que a pandemia da covid-19 mostrou a necessidade premente de celeridade nas decisões – que incluíram aquisições e contratações – para garantir a assistência à saúde. “A parceria entre a Fhemig e a OS busca esse conceito, para trazer maior fluidez aos processos e mais agilidade na resolução das demandas da população, possibilitando ainda a ampliação dos serviços”, contextualiza.
Entre os pontos mais relevantes no edital está a fiscalização externa do contrato, por meio de uma Comissão de Monitoramento que reúne representantes da sociedade civil e dos servidores, assegurando maior transparência e acompanhamento contínuo da prestação dos serviços. Também estão garantidos todos os direitos dos servidores públicos, que podem optar pela cessão especial à OS.
As organizações sociais têm maior autonomia para conduzir, em menor prazo, a contratação de serviços e aquisição de equipamentos e insumos, possibilitando, assim, a celeridade dos processos administrativos e ampliação da assistência. A maior autonomia nesses processos gera mais eficiência, proporcionando melhorias para o usuário do Sistema Único de Saúde (SUS).
Melhorias para o usuário
O Hospital Regional João Penido é referência em maternidade de alto risco, atendendo cerca de 1,7 milhão de habitantes de 94 municípios da macrorregião Sudeste de Minas Gerais. Oferece consultas e internações em especialidades diversas, como pneumologia sanitária, gastroenterologia, cardiologia, cirurgia geral, entre outras.
Possui leitos de terapia intensiva para adultos, crianças e recém-nascidos, além de centro de reabilitação para incapacidades físicas.
Além destes serviços, são esperadas as seguintes entregas com a gestão via OS:
– Reabertura do pronto atendimento, uma solicitação antiga da população;
– Aumento das internações hospitalares em até 105% nos primeiros 24 meses de vigência, permitindo maior absorção das demandas da macrorregião;
– Abertura de unidade de atendimento de queimados de média complexidade;
– Habilitação dos novos leitos de UTI;
– Habilitação dos novos leitos de saúde mental;
– Oferta de acompanhamento a pacientes pediátricos traqueostomizados;
– Acreditação ONA 2 – selo de excelência de gestão na saúde.
Manutenção dos direitos do servidor
A gestão por OS não representa privatização da unidade hospitalar. A responsabilidade direta pela administração da unidade fica a cargo da organização, mas o patrimônio e o serviço de saúde continuam sendo públicos, 100% SUS.
“É importante esclarecer que o servidor efetivo não será exonerado e não perderá nenhum dos direitos e benefícios que hoje possui. Além disso, poderá optar ou não pela cessão especial à OS”, afirma a presidente da Fhemig, Renata Dias.


ARTIGOS
Marcelo Morais quer disputar presidência da AMM

O prefeito de São Sebastião do Paraíso, Marcelo Morais (PSD), sacudiu o cenário político ao anunciar, nesta semana, que está articulando sua candidatura à presidência da Associação Mineira de Municípios (AMM). A declaração veio após um grupo de prefeitos do sudoeste de Minas Gerais manifestar indignação com a constante falta de atenção dada à região nas decisões e composições
Para Morais, essa iniciativa marca um passo decisivo rumo ao protagonismo das associações AMEG, AMOG e ALAGO no contexto estadual, representando 66 municípios e mais de 1,4 milhão de habitantes. “Chega de sermos ignorados pelo Estado quando o assunto é representatividade, seja na AMM, na CNM, no SAMU ou em qualquer outro espaço estratégico. Nossa região não pode mais ficar à margem das decisões que impactam diretamente nossas cidades”, destacou com firmeza.
O posicionamento firme de Marcelo Morais ecoa entre os prefeitos do sudoeste mineiro, que já iniciou as estratégias articuladas para fortalecer a representatividade da região nas eleições da Associação Mineira de Municípios (AMM), previstas para março deste ano.
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