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Fim de Jogo pra Mancha Verde nos estádios de São Paulo

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Uma decisão recente impactou o cenário do futebol paulista com a proibição da entrada da torcida organizada “Mancha Alvi Verde” nos estádios do estado de São Paulo. A medida foi implementada no dia 30 de outubro de 2024, após um trágico incidente envolvendo a torcida palmeirense e “Máfia Azul”, do Cruzeiro, resultando na morte de um torcedor. Coube à Federação Paulista de Futebol (FPF) atender o pedido do Ministério Público do Estado de São Paulo (MP-SP), impondo restrições às identificações e indumentárias da organizada nos estádios.
A portaria foi assinada por Fábio Barbosa Moraes, diretor-executivo do Departamento de Segurança e Prevenção de Violência da FPF, ressaltando a necessidade de aderência completa às recomendações do MP-SP. Com a nova diretriz, a presença de elementos visuais associados à “Mancha Alvi Verde” está rigorosamente vetada nas partidas. A FPF também garantiu que os órgãos responsáveis pela segurança pública estarão cientes da fiscalização desta portaria.
O Impacto da Medida nas Torcidas Organizadas
A decisão de excluir torcidas organizadas de ambientes esportivos reverbera no mundo do futebol, especialmente quando episódios de violência são catalisadores de mudanças. A “Mancha Alvi Verde” é uma das diversas torcidas afetadas por essas ações, refletindo diretamente no relacionamento com o clube Palmeiras, que já havia demonstrado distanciamento das uniformizadas após ameaças à presidente Leila Pereira. Essa separação foi formalizada com medidas legais visando à proteção contra alguns líderes das torcidas.

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ARTIGOS

Marcelo Morais quer disputar presidência da AMM

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O prefeito de São Sebastião do Paraíso, Marcelo Morais (PSD), sacudiu o cenário político ao anunciar, nesta semana, que está articulando sua candidatura à presidência da Associação Mineira de Municípios (AMM). A declaração veio após um grupo de prefeitos do sudoeste de Minas Gerais manifestar indignação com a constante falta de atenção dada à região nas decisões e composições

Para Morais, essa iniciativa marca um passo decisivo rumo ao protagonismo das associações AMEG, AMOG e ALAGO no contexto estadual, representando 66 municípios e mais de 1,4 milhão de habitantes. “Chega de sermos ignorados pelo Estado quando o assunto é representatividade, seja na AMM, na CNM, no SAMU ou em qualquer outro espaço estratégico. Nossa região não pode mais ficar à margem das decisões que impactam diretamente nossas cidades”, destacou com firmeza.

O posicionamento firme de Marcelo Morais ecoa entre os prefeitos do sudoeste mineiro, que já iniciou as estratégias articuladas para fortalecer a representatividade da região nas eleições da Associação Mineira de Municípios (AMM), previstas para março deste ano.

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