Minas Gerais
Gestantes também são atendidas com práticas integrativas e complementares

Desde que implementadas em Minas Gerais como política pública no Sistema Único de Saúde (SUS), em 2009, as Práticas Integrativas e Complementares em Saúde (Pics) têm se fortalecido como sistema complementar à medicina ocidental, contribuindo para uma visão ampliada do processo de promoção do cuidado integral e tratamento de agravos, além de proporcionar bem-estar e autonomia aos sujeitos e valorizarem o saber popular.
Atualmente, o SUS oferece 29 práticas integrativas à população, das quais as mais conhecidas são a acupuntura e a homeopatia (a lista completa pode ser acessada em https://saude.mg.gov.br/pics).
Segundo a referência técnica da Coordenação de Pics da Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG), Paula Oliveira, esses tratamentos são oferecidos de forma integral e gratuita em todas as esferas da saúde pública no estado. “Todos os procedimentos possuem caráter transversal, ou seja, estão presentes em todos os equipamentos de saúde, desde a Unidade Básica (UBS), no âmbito da Atenção Primária, passando por serviços como os Centros de Atenção Psicossocial (Caps), da Atenção Especializada, até chegar à Atenção Hospitalar “, explica Paula.
Bem-estar
Na disponibilidade de Pics em hospitais, um destaque é o Núcleo de Terapias Integrativas e Complementares do Sofia Feldman, que resgata práticas do saber popular respaldadas com o saber científico para compor experiências disponibilizadas a gestantes, puérperas e funcionários da instituição.
É o caso da auxiliar administrativa Keila Sousa, que estava na 37ª semana de gestação do segundo filho e mantinha a rotina de comparecer pelo menos uma vez por mês ao hospital em Belo Horizonte para sua sessão de prática terapêutica.
Além de auriculoterapia, Keila também faz outras práticas no espaço, como ventosaterapia, moxabustão e escalda-pés, além de receber acolhida especial que toda a equipe da instituição oferece aos pacientes.
“Eu percebo que essas práticas refletem na melhoria do meu corpo como um todo. Meu intestino funciona melhor e a qualidade do meu sono também melhorou bastante”, destaca Keila.
Wania Martins, coordenadora do núcleo, explica que, para além dos benefícios físicos, como os destacados por Keila, a mudança na parte emocional é bastante visível. “Para além das práticas, o ambiente, os aromas, os sons, tudo aqui é pensado para ser um espaço de escuta, cuidado e acolhimento. Percebemos uma melhora na parte emocional dos pacientes, em especial no caso das gestantes, que confirmam isso relatando melhora na produção de leite”.
Cada atendimento é iniciado com escalda-pés, chá e massagem plantar, o que Wania explica ser um momento de sensibilização. “É quando também temos uma conversa inicial com a paciente, o que já nos ajuda a perceber qual o direcionamento mais indicado para cada caso”, afirma.
Já no segundo momento, cada paciente recebe a prática que é sempre definida caso a caso.
Campanha
Este mês, a SES-MG está promovendo a campanha Maio com as Pics, que visa conscientizar usuários do SUS sobre a importância dessas práticas para a saúde.
Segundo Paula Oliveira, maio foi o mês escolhido por marcar também a data da implementação da Política Nacional de Práticas Integrativas, construída em 2006 com participação popular na sua elaboração.
Nesta edição da campanha, a acupuntura e a auriculoterapia são os destaques.
Fonte: Agência Minas


ARTIGOS
Marcelo Morais quer disputar presidência da AMM

O prefeito de São Sebastião do Paraíso, Marcelo Morais (PSD), sacudiu o cenário político ao anunciar, nesta semana, que está articulando sua candidatura à presidência da Associação Mineira de Municípios (AMM). A declaração veio após um grupo de prefeitos do sudoeste de Minas Gerais manifestar indignação com a constante falta de atenção dada à região nas decisões e composições
Para Morais, essa iniciativa marca um passo decisivo rumo ao protagonismo das associações AMEG, AMOG e ALAGO no contexto estadual, representando 66 municípios e mais de 1,4 milhão de habitantes. “Chega de sermos ignorados pelo Estado quando o assunto é representatividade, seja na AMM, na CNM, no SAMU ou em qualquer outro espaço estratégico. Nossa região não pode mais ficar à margem das decisões que impactam diretamente nossas cidades”, destacou com firmeza.
O posicionamento firme de Marcelo Morais ecoa entre os prefeitos do sudoeste mineiro, que já iniciou as estratégias articuladas para fortalecer a representatividade da região nas eleições da Associação Mineira de Municípios (AMM), previstas para março deste ano.
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