Minas Gerais

Governador participa do encerramento da 4ª edição do Libertycon Brasil, em Belo Horizonte

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O governador Romeu Zema foi o palestrante, nesse sábado (12/11), no encerramento da 4ª edição do Libertycon Brasil, o maior encontro liberal da América Latina, realizado em Belo Horizonte, nos dias 11 e 12 de novembro.

Cristiano Machado / Imprensa MG

Com o tema “4 anos tentando matar o carrapato: o que eu aprendi como governador”, a apresentação detalhou desafios do chefe do Executivo estadual para ‘arrumar a casa’ e colocar Minas de volta nos trilhos.

Zema recordou que, há quatro anos, quando assumiu o Governo de Minas, o Estado estava arrasado financeiramente e moralmente.

“Financeiramente porque não pagava a folha em dia, o 13º salário de 2018 não foi quitado, as prefeituras levaram um calote de R$ 14 bilhões e não havia medicamentos de uso contínuo disponíveis nas farmácias públicas, por exemplo”, disse.

Para retomar um ponto de  equilíbrio, o governador afirmou que foi preciso muito trabalho, com um secretariado técnico e competente, gestão e planejamento.

“O Governo de Minas não tinha metas e planos. Cada secretaria era um feudo. O Estado foi loteado. Aos poucos, diminuímos as barreiras entre autarquias, estatais e secretarias para que pudéssemos ter resultados efetivos”, afirmou.

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Austeridade

Outro ponto fundamental, de acordo com Zema, foi a adoção de uma política de austeridade. Ele lembrou que, em 2018, a folha de pagamento representava 66% da receita corrente líquida.

“Em 2021, foi da ordem de 49%. É uma queda expressiva em três anos”, explicou.

Para o chefe do Executivo, o somatório de todos esses fatores permitiu ao Estado “respirar” financeiramente. Mas ele deixou bem claro, ainda, que o trabalho ainda não foi concluído.

“Subimos apenas os primeiros degraus de um prédio com diversos andares”, ressaltou.

A partir do movimento de reequilíbrio da situação, segundo o governador, foi possível investir na recuperação das estradas, reforma de 1,3 mil escolas, ampliação do parque geração e de distribuição de energia elétrica e retomada das obras dos seis hospitais regionais.

Simplificação

Outro desafio da equipe técnica do Estado foi o trabalho de desburocratização, como forma de atrair um maior número de empresas para Minas. Cerca de 700 atividades de baixo risco foram dispensadas de alvará, 601 atos obsoletos foram revogados de 2019 até o momento. Destaque, também, para o número de 266 municípios que já seguem as diretrizes do programa estadual Minas Livre para Crescer.

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Com isso, o Estado conseguiu atrair R$ 267 bilhões de investimento privado, de 2019 até o momento. Os principais setores são mineração, energia fotovoltaica, infraestrutura, automotivo e autopeças e energia.

“O resultado foi a criação de 618 mil empregos nesta gestão, o que é considerado um grande trabalho social, pois uma pessoa com carteira assinada leva uma vida digna”, finalizou.

Sobre o evento

A LibertyCon é o maior encontro de estudantes liberais da América Latina. Foi criado justamente com a proposta de ser um ambiente aberto a todos que defendem o mundo livre.

Com o lema “Liberdade é Dignidade”, a 4ª edição buscou promover discussões sobre o fomento da propriedade privada e a liberdade de iniciativa como as melhores formas de superar a pobreza.

Fonte: Agência Minas

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GERAL

José Santana, presidente de honra do PL, alerta: “A violência no Rio é um retrato do Brasil”

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O presidente de honra do Partido Liberal (PL), José Santana de Vasconcelos, um dos nomes mais experientes da política mineira e com dez mandatos em sua trajetória, se manifestou sobre a crise de violência que o Rio de Janeiro enfrenta. Em conversa recente com um amigo jornalista, Santana revelou profunda preocupação com a escalada da criminalidade e afirmou que o problema ultrapassa as fronteiras do estado.

“A violência no Rio é uma violência nacional. Não dá para separar o Rio do restante do Brasil”, declarou o deputado, ressaltando que a insegurança é hoje um dos maiores desafios do país.

Para José Santana, a discussão sobre segurança pública deve estar acima de ideologias políticas.

“Independentemente de votar à direita ou à esquerda, todo cidadão de bem quer viver em paz. A segurança é uma convergência nacional”, afirmou.

Modelos de referência: Goiás e Santa Catarina

O parlamentar destacou que alguns estados brasileiros têm mostrado caminhos possíveis, citando como exemplo Goiás, sob a liderança do governador Ronaldo Caiado, e Santa Catarina, ambos reconhecidos por resultados expressivos na redução da criminalidade e gestões eficientes nas forças de segurança.

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Segundo Santana, as experiências desses estados mostram que é possível enfrentar o crime com planejamento, investimento em inteligência e valorização dos profissionais da segurança pública.

Crítica ao governo federal e à inversão de valores

José Santana também fez um duro questionamento às recentes declarações do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, que afirmou que traficantes seriam “vítimas de usuários”.

“É um absurdo. Nós precisamos de bom senso e equilíbrio. O Brasil não pode continuar sendo enganado com narrativas que invertem valores. Cidadãos de bem estão morrendo, enquanto o Estado é manipulado por discursos que protegem criminosos”, criticou o presidente de honra do PL.

Santana reforçou que a grande maioria dos policiais é formada por homens e mulheres honestos, que colocam a vida em risco todos os dias, e que não se pode permitir que “minorias criminosas” dentro das corporações manchem a imagem da categoria.

Confiança no PL e esperança de mudança

O líder mineiro disse estar confiante na força do PL para 2026, elogiando a condução do partido em âmbito nacional e estadual.

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“O PL hoje tem um dos homens mais sérios e que cumpre 100% da sua palavra, que é o Valdemar da Costa Neto. Ele vem conduzindo o partido com firmeza e responsabilidade em todo o país”, afirmou.

José Santana também reconheceu o trabalho do deputado federal Domingos Sávio, presidente estadual do PL em Minas Gerais, pela forma como vem conduzindo o partido e defendendo valores de ordem, respeito e justiça social.

Encerrando sua fala, o experiente parlamentar deixou uma mensagem de esperança:

“O Brasil precisa reencontrar o caminho da paz e da autoridade. Segurança pública é dever do Estado e direito do cidadão. Que em 2026 possamos mudar essa história, com coragem, equilíbrio e amor ao nosso país.”

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