Minas Gerais
Governo de Minas destina R$ 1,6 milhão para retomada de obras de seis UBS no Jequitinhonha

Depois de fazer o maior investimento da história na área da Saúde em 2021, o Governo de Minas continua destinando recursos para melhorias e ampliação do acesso aos serviços de saúde prestados à população. Desde o último ano, foram investidos cerca de R$ 65 milhões na macrorregião de Jequitinhonha. Já Diamantina, cidade visitada pelo governador Romeu Zema nesta terça-feira (29/3), recebeu R$ 25,5 milhões para a área em 2021.
Do total de R$ 65 milhões aplicados no Jequitinhonha, cerca de R$ 30 milhões serão destinados ao fortalecimento dos cuidados primários, como consultas médicas e odontológicas, de enfermagem, vacinas e saúde da família. O serviço é fundamental para a prevenção de doenças e ajuda a reduzir a demanda de casos mais complexos, que pressionam o sistema de saúde.
Já com o aporte de R$ 1,6 milhão, a região poderá retomar a obra em seis Unidades Básicas de Saúde (UBS). No último ano, já foram repassados R$ 643 mil para obra da UBS de Minas Novas. Em 2022, o Governo do Estado encaminhou R$ 1 milhão para as unidades em Araçuaí, Capelinha, Coluna, Couto de Magalhães de Minas e Francisco Badaró.
Tomógrafos e cirurgias eletivas
Foram empenhados ainda R$ 4,6 milhões para aquisição de três tomógrafos, para atender a vazios assistenciais em Araçuaí, Capelinha e Serro. Estão previstos também R$ 8 milhões para a compra de veículos de transporte sanitário eletivo, que atenderão 28 municípios. Desse total, já foram repassados R$ 558 mil.
Para a ampliação da Atenção Especializada em Doença Renal Crônica, o Governo de Minas pagou R$ 1,5 milhão, por meio de convênio, para equipamentos no Centro de Hemodiálise de Minas Novas e R$ 250 mil de incentivo para a unidade de hemodiálise da Santa Casa de Diamantina.
Com o objetivo de atender a demanda de cirurgias eletivas que ficou acumulada durante a pandemia, a região receberá R$ 1,7 milhão, por meio do programa Opera Mais, Minas Gerais.
Valora Minas
Além desses investimentos, a região recebeu R$ 18,3 milhões do programa Valora Minas – um acréscimo de R$ 6,6 milhões nos recursos do financiamento hospitalar, o que representa aumento de 57% se comparado a 2020.
Desenvolvido pela Secretaria de Estado de Saúde (SES-MG), o Valora Minas representa a reestruturação da antiga Política de Atenção Hospitalar do Estado, vigente desde 2003. A nova proposta leva em consideração as necessidades da população, corrigindo diferenças na aplicação de recursos entre as regiões.
O objetivo é ampliar o acesso e melhorar a qualidade do atendimento prestado à população, além de aumentar a oferta de leitos e serviços, principalmente nas especialidades de média complexidade.
Investimentos em Diamantina
Em Diamantina, foram investidos R$ 25,5 milhões para a Saúde em 2021. O valor é quatro vezes maior que a quantia paga em 2018. Apenas dentro do programa Valora Minas, o município recebeu R$ 7,8 milhões.
Além disso, o município receberá R$ 285 mil para aquisição de um veículo de transporte sanitário eletivo e R$ 300 mil como incentivo adicional para leitos covid-19 em 2022. Entre 2020 e 2021, o Governo do Estado enviou a Diamantina R$ 3,8 milhões para gastos com a pandemia.
O Governo de Minas também reforçou o investimento em áreas importantes. Dentro do programa Opera Mais, Minas Gerais, o município receberá R$ 506,6 mil para procedimentos cirúrgicos eletivos e redução de fila, sendo que R$ 168,8 mil já foram transferidos. Somente para as ações de Atenção Primária à Saúde foram pagos R$ 802,7 mil no ano passado. Para ampliação nos tratamentos de hemodiálise, foram destinados R$ 253,9 mil para a Santa Casa de Caridade de Diamantina.


ARTIGOS
Marcelo Morais quer disputar presidência da AMM

O prefeito de São Sebastião do Paraíso, Marcelo Morais (PSD), sacudiu o cenário político ao anunciar, nesta semana, que está articulando sua candidatura à presidência da Associação Mineira de Municípios (AMM). A declaração veio após um grupo de prefeitos do sudoeste de Minas Gerais manifestar indignação com a constante falta de atenção dada à região nas decisões e composições
Para Morais, essa iniciativa marca um passo decisivo rumo ao protagonismo das associações AMEG, AMOG e ALAGO no contexto estadual, representando 66 municípios e mais de 1,4 milhão de habitantes. “Chega de sermos ignorados pelo Estado quando o assunto é representatividade, seja na AMM, na CNM, no SAMU ou em qualquer outro espaço estratégico. Nossa região não pode mais ficar à margem das decisões que impactam diretamente nossas cidades”, destacou com firmeza.
O posicionamento firme de Marcelo Morais ecoa entre os prefeitos do sudoeste mineiro, que já iniciou as estratégias articuladas para fortalecer a representatividade da região nas eleições da Associação Mineira de Municípios (AMM), previstas para março deste ano.
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