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Governo de Minas mapeia demandas de mão de obra de profissionais com cursos técnicos no estado

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O Governo de Minas está realizando mais um mapeamento das demandas de mão de obra qualificada em Minas Gerais. O objetivo é identificar a demanda por profissionais qualificados, com formação técnica, para ocupar vagas no mercado de trabalho e sanar essas necessidades por meio dos cursos oferecidos pelo projeto Trilhas de Futuro, executado pela Secretaria de Estado de Educação (SEE/MG).

O mapeamento é realizado anualmente pela Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sede), com a finalidade de fazer um chamamento para que empresas interessadas em contratar futuros profissionais possam participar do processo de definição qualitativa e quantitativa de vagas de cursos profissionalizantes a serem oferecidas pelo programa. Isso garante que as vagas oferecidas estejam alinhadas com as novas demandas do mercado.

O formulário deve ser preenchido informando demandas de ocupação, número de vagas, formação técnica necessária, local da vaga e previsão de contratação. O formulário está disponível neste link até a primeira semana de abril.

A coordenadora de educação profissional da SEE/MG, Amanda Barboza, ressalta a importância de ouvir os estudantes e também o setor produtivo.

“Temos um mapa de demandas, em que, por meio do mapeamento, formulários e e-mails, buscamos saber quais cursos são mais procurados e o que o mercado também mais está precisando, de acordo com a região. Nosso objetivo é que os jovens recebam uma formação de qualidade e, que ao final dela, eles consigam, de forma rápida e facilitada, seu primeiro emprego no mercado de trabalho”, comenta.

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O Trilhas de Futuro oferece cursos técnicos gratuitos, com perspectiva de empregabilidade, aproveitando-se da infraestrutura já existente e da expertise de instituições públicas e privadas.

Mapeamento

Desde o início do programa Trilhas de Futuro, em 2021, a Sede realiza esse mapeamento por demanda de mão de obra qualificada. O intuito do mapeamento é compreender as necessidades do mercado por mão de obra e indicar à Secretaria de Estado de Educação quais cursos devem ser priorizados, a fim de que os cursos oferecidos pelo programa estejam alinhados à necessidades do setor produtivo, corroborando para empregabilidade e geração de renda da população de Minas Gerais.

Desde a concepção do programa, foram realizados quatro mapeamentos, em que foram levantadas cerca de 21 mil vagas, por meio da consulta a 515 empresas.

Foram 139 municípios de Minas Gerais contemplados na amostra com as empresas consultadas e, dentre as ocupações mais demandadas nos quatro mapeamentos já realizados, percebe-se maior demanda nos setores têxtil, logística e áreas correlatas à mecânica.

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O mapeamento realizado em 2024 conta com uma abordagem setorial e considera nove setores para priorização de sua atuação: Alimentos e Bebidas, Têxtil e Vestuário, Tecnologia da Informação; Eletroeletrônica; Logística e Transporte; Automotivo; Construção Civil; Metalmecânico e Café.

Os setores foram identificados, segundo projeções do Observatório Nacional da Indústria (ONI), núcleo de inteligência e análise de dados da Confederação Nacional da Indústria (CNI), como aqueles que demandarão maior número de vagas até 2025.

Trilhas de Futuro

Criado pelo Governo de Minas, por meio da SEE/MG, o Trilhas de Futuro oferece cursos gratuitos em instituições públicas ou privadas. Com duas edições em andamento, o programa oferece 94 cursos profissionalizantes em 331 instituições credenciadas, para mais de 100 mil estudantes.

Os estudantes têm isenção do pagamento da mensalidade, recebem material didático específico e, ainda, ajuda de custo diária para o pagamento de vale-transporte e alimentação.

Fonte: Agência Minas

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ARTIGOS

Marcelo Morais quer disputar presidência da AMM

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O prefeito de São Sebastião do Paraíso, Marcelo Morais (PSD), sacudiu o cenário político ao anunciar, nesta semana, que está articulando sua candidatura à presidência da Associação Mineira de Municípios (AMM). A declaração veio após um grupo de prefeitos do sudoeste de Minas Gerais manifestar indignação com a constante falta de atenção dada à região nas decisões e composições

Para Morais, essa iniciativa marca um passo decisivo rumo ao protagonismo das associações AMEG, AMOG e ALAGO no contexto estadual, representando 66 municípios e mais de 1,4 milhão de habitantes. “Chega de sermos ignorados pelo Estado quando o assunto é representatividade, seja na AMM, na CNM, no SAMU ou em qualquer outro espaço estratégico. Nossa região não pode mais ficar à margem das decisões que impactam diretamente nossas cidades”, destacou com firmeza.

O posicionamento firme de Marcelo Morais ecoa entre os prefeitos do sudoeste mineiro, que já iniciou as estratégias articuladas para fortalecer a representatividade da região nas eleições da Associação Mineira de Municípios (AMM), previstas para março deste ano.

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