Minas Gerais
Governo entrega mais de 2,4 mil barraginhas em projeto de revitalização do São Francisco

O Governo de Minas avança mais uma etapa nas entregas do Programa de Revitalização das Sub-bacias Hidrográficas do rio São Francisco. Na etapa realizada em 2022 foram investidos cerca de R$ 1,82 milhão, beneficiando sete municípios da porção mineira da sub-bacia do rio São Francisco. Somente neste ano, foram construídas 2.460 barraginhas, 175 quilômetros de terraços, além da adequação ambiental de mais de 12 quilômetros de estradas vicinais.
As obras foram finalizadas antes da chegada do período chuvoso, em tempo hábil para desempenhar a sua principal função: aproveitar, de forma eficiente, a água das chuvas, que se perderiam, deixando no solo um rastro de erosões, nas cidades de Campos Altos, São Gotardo, Glaucilândia, Engenheiro Navarro, Jequitaí, Tiros e Varjão de Minas.
Desde o início do programa (em 2008) até o momento, 148 municípios já foram beneficiados com ações de revitalização em mais de 140 sub-bacias. Os investimentos foram de, aproximadamente, R$ 32 milhões, com a contrapartida de 10% do Governo do Estado. “O programa consta no Plano Plurianual de Ação Governamental do Estado (PPAG) e é resultado de parceria entre o Governo de Minas, por meio da Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa) e da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado de Minas Gerais (Emater–MG), e o Ministério da Integração Nacional, por meio da Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e Parnaíba (Codevasf)”, explica o superintendente de Desenvolvimento Agropecuário da Seapa, João Denilson Oliveira.
Mobilização

A Emater-MG atua na mobilização dos produtores e na escolha dos locais mais adequados para a execução das obras, além do contato com as prefeituras e com os Conselhos Municipais de Desenvolvimento Rural Sustentável (CMDRS).
Segundo o diretor de Desenvolvimento Rural Sustentável da Seapa, Roberth Rodrigues e Silva, o programa desenvolve ações fundamentais não só para revitalização do ‘Velho Chico’ como para o desenvolvimento rural sustentável da região em que as barraginhas são implantadas. “Estas intervenções promovem a infiltração de água no solo com a consequente melhoria na qualidade e quantidade da água nas sub-bacias, contribuindo para a manutenção da vazão nos córregos e rios, além de garantir o abastecimento humano, a oferta de água para os animais e a manutenção de pequenas culturas durante quase todo o ano. Com a chegada da temporada das chuvas, a entrega das ações vai garantir a coleta da água em tempo hábil.
Barraginhas
Carro-chefe das ações do programa, as barraginhas são pequenas valas de drenagem escavadas no solo em forma de círculo ou meia lua. Ao reter a água de uma chuva intensa, o sistema favorece a recarrega do lençol freático. Quanto mais rápido essa água se infiltrar no solo, mais eficiente será o sistema, na medida em que fica apto para colher as próximas chuvas.
Ações complementares
Lençol freático recarregado significa mananciais, nascentes, cacimbas e córregos abastecidos. Além do efeito positivo da ação das barraginhas, o Programa de Revitalização das Sub-Bacias do rio São Francisco desenvolve ações complementares como a proteção de nascentes, de matas ciliares e de topo, adequação ambiental de estradas vicinais e construção de curvas de nível, complementando o círculo das boas práticas para o desenvolvimento de uma agricultura sustentável.
“Água e solo fértil são algumas das principais condições para o desenvolvimento de uma agricultura sustentável, garantindo produção de alimentos de qualidade e geração de renda no campo”, afirma o diretor de Desenvolvimento Rural Sustentável da Seapa, Roberth Silva.
Fonte: Agência Minas


ARTIGOS
Marcelo Morais quer disputar presidência da AMM

O prefeito de São Sebastião do Paraíso, Marcelo Morais (PSD), sacudiu o cenário político ao anunciar, nesta semana, que está articulando sua candidatura à presidência da Associação Mineira de Municípios (AMM). A declaração veio após um grupo de prefeitos do sudoeste de Minas Gerais manifestar indignação com a constante falta de atenção dada à região nas decisões e composições
Para Morais, essa iniciativa marca um passo decisivo rumo ao protagonismo das associações AMEG, AMOG e ALAGO no contexto estadual, representando 66 municípios e mais de 1,4 milhão de habitantes. “Chega de sermos ignorados pelo Estado quando o assunto é representatividade, seja na AMM, na CNM, no SAMU ou em qualquer outro espaço estratégico. Nossa região não pode mais ficar à margem das decisões que impactam diretamente nossas cidades”, destacou com firmeza.
O posicionamento firme de Marcelo Morais ecoa entre os prefeitos do sudoeste mineiro, que já iniciou as estratégias articuladas para fortalecer a representatividade da região nas eleições da Associação Mineira de Municípios (AMM), previstas para março deste ano.
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