Onde você quer morar?
Guaxupé é 4ª melhor cidade do Brasil aponta estudo. Capitólio e Extrema também aparecem no ranking!

Um extenso levantamento publicado pela Gazeta do Povo revelou um panorama detalhado das condições de vida nos 5.570 municípios do Brasil. Com base em 21 indicadores cruciais como saúde, educação, segurança, preservação ambiental e infraestrutura urbana, o estudo proporciona uma avaliação comparativa direta, que aponta as melhores cidades do país para morar.
Cada cidade recebeu uma nota de 0 a 10, refletindo seu desempenho nas diversas categorias. Apesar de desafios como lacunas de dados, como a ausência de informações unificadas sobre crimes em todos os municípios, o levantamento é considerado o mais abrangente até o momento.
As estatísticas, porém, revelam nuances importantes. Uma cidade pode ser segura, mas carecer de serviços médicos, como atendimento básico nos PSFs. Outra pode ser economicamente próspera e ao mesmo tempo deficiente em educação ou infraestrutura básica, como sistema de esgoto e eventos esportivos que pontuam com base em leis estaduais e federais.
De Abadia de Goiás a Zortéa, Santa Catarina, cada localidade brasileira oferece uma diversidade única de climas, vegetações e culturas, tornando desafiadora a tarefa de classificar as melhores para se viver.
No entanto, critérios fundamentais para uma vida de qualidade são universais: segurança, boa infraestrutura urbana, serviços de saúde e educação de qualidade, além de oportunidades econômicas. Esses fatores são frequentemente mensurados por meio de dados quantitativos.
Entre as 100 primeiras colocadas no ranking geral, o Estado de São Paulo lidera com 33 cidades, seguido por Minas Gerais com 29 e Rio Grande do Sul com 16. Destaque para São Caetano do Sul (SP), que obteve a pontuação mais alta, 7,77 pontos, destacando-se pela localização estratégica, população bem-educada e infraestrutura completa, seguido de Fernando de Noronha (PE) e Jundiaí (SP).
Guaxupé foi destacada como a melhor cidade mineira avaliada pelo estudo, ocupando a 4ª posição no ranking geral. Em seguida aparece a cidade de Extrema que ficou com a 6ª colocação e Capitólio em 23º lugar. No Estado são respectivamente 1ª, 2ª e 3ª colocadas. No entanto, outras cidades da região como Alpinópolis, São Sebastião do Paraíso, Passos e Piumhi não figuraram sequer entre as 100 melhores do estudo, evidenciando as disparidades na qualidade de vida entre os municípios, que são limítrofes, mas que não adotam políticas públicas de desenvolvimento e sustentabilidade semelhantes. De acordo com o gestor público entrevistado na reportagem vale lembrar que nem sempre a publicidade condiz com a realidade e que a plena gestão de sucesso depende de uma ampla e eficiente administração. Não adianta por exemplo, fazer um grande evento cultural e não ter estrutura hoteleira para recpcionar os turistas, ou ainda conquistar uma grande empresa e não preparar a infraestrutura e as pessoas para o desempenhar funções de trabalho que vão exigir competência e preparo.
Loyde de Abreu-Harbich Vieira, professora da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Mackenzie, comenta que o sucesso de cidades como São Caetano, Fernando de Noranha, Jundiai e Guaxupé reflete esforços em manter alta qualidade em áreas como infraestrutura urbana, educação e outros aspectos essenciais à vida.
Este estudo não apenas fornece uma análise crítica das condições urbanas no Brasil, mas também serve como um guia valioso para quem busca o melhor lugar para viver no país, considerando todas as facetas que definem uma vida urbana de excelência.

Vista aérea de Escarpas do Lago


ARTIGOS
Marcelo Morais quer disputar presidência da AMM

O prefeito de São Sebastião do Paraíso, Marcelo Morais (PSD), sacudiu o cenário político ao anunciar, nesta semana, que está articulando sua candidatura à presidência da Associação Mineira de Municípios (AMM). A declaração veio após um grupo de prefeitos do sudoeste de Minas Gerais manifestar indignação com a constante falta de atenção dada à região nas decisões e composições
Para Morais, essa iniciativa marca um passo decisivo rumo ao protagonismo das associações AMEG, AMOG e ALAGO no contexto estadual, representando 66 municípios e mais de 1,4 milhão de habitantes. “Chega de sermos ignorados pelo Estado quando o assunto é representatividade, seja na AMM, na CNM, no SAMU ou em qualquer outro espaço estratégico. Nossa região não pode mais ficar à margem das decisões que impactam diretamente nossas cidades”, destacou com firmeza.
O posicionamento firme de Marcelo Morais ecoa entre os prefeitos do sudoeste mineiro, que já iniciou as estratégias articuladas para fortalecer a representatividade da região nas eleições da Associação Mineira de Municípios (AMM), previstas para março deste ano.
-
CIDADES5 dias atrás
Nikolas é favorito em Minas
-
Coluna Minas Gerais5 dias atrás
Presidente da CAAMG prestigia posse da diretoria da OAB Nacional e participa de reunião da Concad
-
Coluna Minas Gerais4 dias atrás
Fabriciano inicia obra de 500 moradias
-
Coluna Minas Gerais5 dias atrás
Mulheres lideram a transformação da infraestrutura e mobilidade nos países do Brics
-
Coluna Minas Gerais4 dias atrás
Inscrições abertas para 3ª Maratona Faemg Jovem
-
Coluna Minas Gerais6 dias atrás
Cooxupé tem faturamento recorde
-
Coluna Minas Gerais7 dias atrás
Sistema Faemg e parceiros lançam ‘Aliança pela Restauração’
-
Coluna Minas Gerais3 dias atrás
Lactalis investe R$ 291 milhões em Minas