Minas Gerais
Índices de doação e captação de órgãos crescem 30% e ainda podem melhorar

A captação de órgãos em Minas Gerais cresceu aproximadamente 30% entre junho do ano passado e o início deste ano. Esse número revela a retomada das doações com a estabilidade dos casos da covid-19 no país, mas permanece distante do necessário para atender à demanda de transplantes no estado.
A lista de espera mineira tem quase seis mil cadastrados. As cirurgias de rim e córnea reúnem o maior número de pacientes.

O diretor do MG Transplantes, o cirurgião Omar Lopes Cançado, afirma que, se a captação diária de múltiplos órgãos fosse a realidade cotidiana, a exemplo do que ocorreu no domingo (26/2), quando 11 órgãos foram captados em um único dia (uma das maiores captações nos últimos anos no estado), a realidade seria diferente. Um doador pode salvar oito ou mais pessoas que aguardam por transplantes.
“É muito importante que as pessoas conversem com seus familiares e expressem sua vontade de doar os órgãos e tecidos, porque apenas a família pode decidir sobre a doação. Somente assim, podemos transformar a espera pelo transplante em esperança de uma vida melhor”, ressalta Omar Lopes Cançado.
Múltipla captação em um dia
As múltiplas captações de órgãos no final de semana (26/2) envolveram cinco equipes de saúde, três aeronaves do Gabinete Militar do Governador (GMG) e ocorreram nas cidades de Barbacena e Ponte Nova. Foram coletados 11 órgãos, sendo um coração, dois fígados, dois pâncreas, quatro rins e duas córneas.
A serviço dos mineiros
O uso compartilhado das aeronaves do Governo de Minas é uma determinação do governador Romeu Zema desde o início da gestão. Elas servem de apoio estratégico em diversas missões, entre elas salvar vidas e levar esperança para os cidadãos mineiros.
Fonte: Agência Minas


ARTIGOS
Marcelo Morais quer disputar presidência da AMM

O prefeito de São Sebastião do Paraíso, Marcelo Morais (PSD), sacudiu o cenário político ao anunciar, nesta semana, que está articulando sua candidatura à presidência da Associação Mineira de Municípios (AMM). A declaração veio após um grupo de prefeitos do sudoeste de Minas Gerais manifestar indignação com a constante falta de atenção dada à região nas decisões e composições
Para Morais, essa iniciativa marca um passo decisivo rumo ao protagonismo das associações AMEG, AMOG e ALAGO no contexto estadual, representando 66 municípios e mais de 1,4 milhão de habitantes. “Chega de sermos ignorados pelo Estado quando o assunto é representatividade, seja na AMM, na CNM, no SAMU ou em qualquer outro espaço estratégico. Nossa região não pode mais ficar à margem das decisões que impactam diretamente nossas cidades”, destacou com firmeza.
O posicionamento firme de Marcelo Morais ecoa entre os prefeitos do sudoeste mineiro, que já iniciou as estratégias articuladas para fortalecer a representatividade da região nas eleições da Associação Mineira de Municípios (AMM), previstas para março deste ano.
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