Minas Gerais
Inscrição para processo eleitoral dos Comitês de Bacia em MG é prorrogada
O Instituto Mineiro de Gestão das Águas (Igam) prorrogou, até 19/12/2022, o prazo para inscrição de interessados no processo eleitoral global para renovação da composição dos Comitês de Bacias Hidrográficas do Estado de Minas Gerais. O pleito será realizado para definir a participação de 33 Comitês de Bacia Hidrográficas para o mandato de 2023 a 2027.
Os interessados em participar do Processo Eleitoral dos Comitês deverão realizar inscrição, mediante preenchimento do formulário, acompanhado dos documentos comprobatórios relacionados no regulamento do edital. As inscrições serão realizadas por e-mail específico de cada comitê, e as demais etapas e reuniões ocorrerão por meio de videoconferência.
Os editais com o regulamento para participação no processo eleitoral foram divulgados no Portal dos Comitês: comites.igam.mg.gov.br. No site também será possível ver as áreas de abrangência (municípios) dos comitês.
Terminado o período de inscrição, será realizada a habilitação das entidades, de acordo com as regras previstas nos editais. Na sequência, as entidades habilitadas irão eleger, entre seus pares, aquelas que irão representar o seu segmento no plenário do comitê. Os representantes das entidades eleitas deverão tomar posse até 30/6/2023.
Participação
Para o diretor-geral do Igam, Marcelo da Fonseca, os Comitês de Bacia Hidrográfica possuem um papel estratégico na gestão de recursos hídricos, uma vez que a política dos CBHs tem como princípio a gestão descentralizada e participativa. “A participação ocorre exatamente por meio dos comitês, que têm representação de todo o sistema de gestão de recursos hídricos: usuários, sociedade civil e poder público estadual e municipal”, disse.
“Esse momento de renovação da composição é extremamente importante para que sejam escolhidas pessoas e membros que estejam realmente comprometidos com a gestão de recursos hídricos naquela porção hidrográfica. É um momento estratégico, onde cada um dos membros atuais e dos futuros integrantes do comitê precisam estar dispostos a enfrentar o desafio que é a gestão de recursos hídricos”, complementa o diretor-geral.
A eleição dos comitês abrange 33 dos 36 comitês de bacia instituídos em Minas Gerais. O CBH Verde Grande (SF10), composto também por municípios do estado da Bahia, não participa do processo global e segue o calendário da Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA); os editais dos CBHs Alto Rio Grande (GD1) e Vertentes do Rio Grande (GD2) foram tornados sem efeito e em breve divulgarão novo edital unificado.
Gestão
Criados para promover a gestão das águas de forma descentralizada, os comitês de bacias hidrográficas contam com a participação de representantes dos segmentos da sociedade civil organizada, dos usuários de água e do poder público (municipal e estadual), tendo a bacia hidrográfica como unidade de gestão.
Têm como objetivo discutir, negociar e deliberar sobre a gestão local das águas, utilizando-se de instrumentos técnicos de gestão, de negociação de conflitos e da promoção dos usos múltiplos da água.
As reuniões desses colegiados são abertas à participação de qualquer pessoa ou instituição. Contudo, somente os representantes indicados pelas instituições eleitas podem votar e decidir sobre as propostas e os projetos apresentados.
As instituições interessadas em participar dos comitês de bacias devem se inscrever no processo eleitoral dos respectivos colegiados para que, de forma democrática, sejam eleitas. Essas instituições, por sua vez, deverão indicar um representante que será nomeado por ato do governador.
O representante indicado poderá interferir e participar ativamente na gestão das águas da bacia onde ele está inserido, com direito a voz e voto. Ele também será responsável por discutir e definir questões importantes como as ações e os investimentos prioritários para a bacia.
Os representantes ainda têm papel na definição das metas de qualidade para os cursos de água da região; de deliberar sobre processos de outorgas de grande porte e potencial poluidor; de arbitrar os conflitos pelo uso da água em sua bacia; além de outras potencialidades como efetivar parcerias e participar de projetos que visem melhorias na quantidade e na qualidade das águas das respectivas bacias.
Fonte: Agência Minas
GERAL
José Santana, presidente de honra do PL, alerta: “A violência no Rio é um retrato do Brasil”
O presidente de honra do Partido Liberal (PL), José Santana de Vasconcelos, um dos nomes mais experientes da política mineira e com dez mandatos em sua trajetória, se manifestou sobre a crise de violência que o Rio de Janeiro enfrenta. Em conversa recente com um amigo jornalista, Santana revelou profunda preocupação com a escalada da criminalidade e afirmou que o problema ultrapassa as fronteiras do estado.
“A violência no Rio é uma violência nacional. Não dá para separar o Rio do restante do Brasil”, declarou o deputado, ressaltando que a insegurança é hoje um dos maiores desafios do país.
Para José Santana, a discussão sobre segurança pública deve estar acima de ideologias políticas.
“Independentemente de votar à direita ou à esquerda, todo cidadão de bem quer viver em paz. A segurança é uma convergência nacional”, afirmou.
Modelos de referência: Goiás e Santa Catarina
O parlamentar destacou que alguns estados brasileiros têm mostrado caminhos possíveis, citando como exemplo Goiás, sob a liderança do governador Ronaldo Caiado, e Santa Catarina, ambos reconhecidos por resultados expressivos na redução da criminalidade e gestões eficientes nas forças de segurança.
Segundo Santana, as experiências desses estados mostram que é possível enfrentar o crime com planejamento, investimento em inteligência e valorização dos profissionais da segurança pública.
Crítica ao governo federal e à inversão de valores
José Santana também fez um duro questionamento às recentes declarações do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, que afirmou que traficantes seriam “vítimas de usuários”.
“É um absurdo. Nós precisamos de bom senso e equilíbrio. O Brasil não pode continuar sendo enganado com narrativas que invertem valores. Cidadãos de bem estão morrendo, enquanto o Estado é manipulado por discursos que protegem criminosos”, criticou o presidente de honra do PL.
Santana reforçou que a grande maioria dos policiais é formada por homens e mulheres honestos, que colocam a vida em risco todos os dias, e que não se pode permitir que “minorias criminosas” dentro das corporações manchem a imagem da categoria.
Confiança no PL e esperança de mudança
O líder mineiro disse estar confiante na força do PL para 2026, elogiando a condução do partido em âmbito nacional e estadual.
“O PL hoje tem um dos homens mais sérios e que cumpre 100% da sua palavra, que é o Valdemar da Costa Neto. Ele vem conduzindo o partido com firmeza e responsabilidade em todo o país”, afirmou.
José Santana também reconheceu o trabalho do deputado federal Domingos Sávio, presidente estadual do PL em Minas Gerais, pela forma como vem conduzindo o partido e defendendo valores de ordem, respeito e justiça social.
Encerrando sua fala, o experiente parlamentar deixou uma mensagem de esperança:
“O Brasil precisa reencontrar o caminho da paz e da autoridade. Segurança pública é dever do Estado e direito do cidadão. Que em 2026 possamos mudar essa história, com coragem, equilíbrio e amor ao nosso país.”
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