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Invest Minas atrai mais de R$ 355 mi em investimentos para Minas Gerais 

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Minas Gerais ganhará neste ano um grande reforço para atrair mais empresas que têm na logística um de seus principais fatores para se manter competitivas no mercado. A Fulwood S.A. vai iniciar ainda em 2023 a construção de pelo menos dois novos condomínios logísticos, com investimentos de mais de R$ 355 milhões. A empresa estima a geração de entre 2,5 e 3 mil empregos diretos para os mineiros quando as estruturas estiverem em operação. 

Com o apoio do Governo de Minas, por meio da Invest Minas, órgão vinculado à Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sede), a empresa se prepara para iniciar em fevereiro as obras de um condomínio logístico na cidade de Betim, na Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH). A primeira fase deverá ter um investimento de R$ 130 milhões para a construção de 42 mil metros quadrados de empreendimentos. A outra estrutura prevista para começar a ser erguida neste ano será em Extrema, no Sul de Minas, com mais de 75 mil metros quadrados, com um investimento de R$ 225 milhões. 

O diretor presidente da Fulwood, Gilson Schilis, explica os motivos que levaram a empresa a investir em condomínios logísticos em Minas Gerais. “A demanda por galpões logísticos está crescendo e Minas Gerais possui fatores que facilitam bastante esses investimentos. Além de uma localização geográfica privilegiada, a desburocratização da economia no âmbito estadual deixou os processos mais rápidos por aqui em comparação com outros estados”, conta. 

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A Fulwood é uma das principais operadoras de condomínios logísticos-industriais do Brasil, com a construção de mais de 1 milhão de metros quadrados de galpões em todo o país. Desde 2013, a empresa já opera condomínios logísticos  na cidade de Extrema, no Sul de Minas. Entre as grandes marcas que já utilizam as estruturas estão Mercado Livre, Frigelar e Tok Stok. “Com os novos investimentos, teremos entre 70% e 80% de nossa operação instalada em Minas Gerais”, prevê Schilis. 

Setor aquecido 

Investimentos como este contribuíram para que o setor de empreendimentos imobiliários figurasse entre os cinco que mais atraíram investimentos para Minas Gerais em 2022, quase R$ 2 bilhões. Os projetos estimam ainda a geração de mais de 7 mil empregos diretos quando prontos.  

“Para muitas empresas hoje, levar o produto até a casa do cliente com agilidade e eficiência não é luxo, e sim, necessidade. O Governo de Minas percebeu com antecipação essa tendência e, aproveitando da nossa vantagem geográfica, criou um ambiente bastante amigável para atrair essas empresas. O resultado está aí. A maior parte do e-commerce brasileiro já sai de Minas Gerais. E as novas estruturas em construção, como da Fulwood, vão fazer com que mais marcas façam do Estado a sua base de distribuição”, afirma o diretor de atração de Investimentos da Invest Minas, Adriano Carvalho. 

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E não há dúvidas para o líder da empresa que hoje Minas Gerais é o principal local para novos negócios deste setor e que deve receber cada vez mais empresas interessadas em ganhar competitividade. 

“As condições que encontramos em Minas atualmente são muito convidativas. O incentivo fiscal é apenas um complemento. Fatores como localização, agilidade na aprovação de projetos, mão-de-obra qualificada, e os serviços que os municípios garantem, como saúde e transporte, são muito importantes. A soma de tudo isso acaba se transformando em vantagens muito grandes para as empresas decidirem se instalar em Minas”, afirma Gilson Schilis.  

Fonte: Agência Minas

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Marcelo Morais quer disputar presidência da AMM

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O prefeito de São Sebastião do Paraíso, Marcelo Morais (PSD), sacudiu o cenário político ao anunciar, nesta semana, que está articulando sua candidatura à presidência da Associação Mineira de Municípios (AMM). A declaração veio após um grupo de prefeitos do sudoeste de Minas Gerais manifestar indignação com a constante falta de atenção dada à região nas decisões e composições

Para Morais, essa iniciativa marca um passo decisivo rumo ao protagonismo das associações AMEG, AMOG e ALAGO no contexto estadual, representando 66 municípios e mais de 1,4 milhão de habitantes. “Chega de sermos ignorados pelo Estado quando o assunto é representatividade, seja na AMM, na CNM, no SAMU ou em qualquer outro espaço estratégico. Nossa região não pode mais ficar à margem das decisões que impactam diretamente nossas cidades”, destacou com firmeza.

O posicionamento firme de Marcelo Morais ecoa entre os prefeitos do sudoeste mineiro, que já iniciou as estratégias articuladas para fortalecer a representatividade da região nas eleições da Associação Mineira de Municípios (AMM), previstas para março deste ano.

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