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Lançada linha especial de produtos premiados pelo Concurso de Qualidade de Cafés de Minas Gerais

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Emater-MG / Divulgação

Nesta quarta-feira (26/10), foi lançada a linha especial de cafés premiados pelo Concurso de Qualidade de Cafés de Minas Gerais, promovido no fim do ano passado pelo Governo de Minas, por meio da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural de Minas Gerais (Emater-MG). Os grãos originários das quatro regiões produtoras de café (Sul de Minas, Matas de Minas, Cerrado e Chapada de Minas) foram adquiridos pela rede supermercadista Verdemar.

O cafeicultor Diogo Amorim, do município de Espera Feliz, foi o campeão estadual do 18° Concurso de Qualidade dos Cafés de Minas Gerais. O café produzido por ele obteve 92,50 pontos (de um total de 100), na metodologia da Associação de Cafés Especiais (SCA). Ele foi o primeiro colocado na região Matas de Minas, na categoria Café Natural. “Essa vitória é uma experiência muito boa e espero que seja a primeira de muitas conquistas”, destacou o produtor, que participou do lançamento.

Outra presença foi a da produtora Luciene Aparecida Mota, que reconheceu a importância da política pública no sentido de estimular e dar oportunidade de negócio ao pequeno produtor. “Se temos essa qualidade e esse reconhecimento é graças ao apoio que nos é dado”, afirmou.

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Destaque na exportação

Representando o governador Romeu Zema, o secretário de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento de Minas Gerais (Seapa), Thales Fernandes, salientou no evento que o café é o principal produto de exportação no estado.

“Dos US$ 11,6 bilhões exportados do agronegócio, de janeiro a setembro deste ano, o café é responsável por US$ 4,4 bi. Minas é referência, aqui se agrega valor e fixa o homem no campo, trazendo renda e dignidade, isso é fundamental. Temos no estado 900 mil propriedades rurais, sendo que 440 mil são da agricultura familiar, e a Emater assiste a esses produtores com alta qualidade”, reiterou.

Já o diretor-presidente da Emater-MG, Otávio Maia, falou do impacto da cafeicultura na geração de empregos e renda no estado.

“São mais de três milhões de empregos gerados na cadeia da cafeicultura. A gente tem alguns estudos que fazem a correlação da produção de café com IDH. Onde existem grandes produções de café, a gente tem municípios com IDHs melhores, o que reflete um pouco dessa melhoria da qualidade de vida”, afirmou.

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Otávio Maia também citou outras ações do Estado para fortalecer o setor cafeeiro, como o Circuito Mineiro de Cafeicultura e o Programa do Certifica Minas Café.

“Estamos com uma equipe dedicada para cada dia mais, ajudar os produtores de café a se desenvolverem. E que a gente tenha, realmente, o desenvolvimento do nosso estado e a melhoria da qualidade de vida da nossa população”, disse.

O diretor comercial do Verdemar, Alexandre Poni, ressaltou a importância de reconhecer o trabalho no campo, além de incentivar a melhoria da qualidade do café mineiro. “É um projeto que visa a divulgação do café. Visa mostrar a qualidade e ensinar ao nosso consumidor a beber um café de mais qualidade”, enfatizou.

Sobre o concurso

O Concurso de Qualidade dos Cafés é promovido pela Emater-MG, vinculada à Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa), em parceria com a Universidade Federal de Lavras (Ufla) e Sicoob Crediminas. As 1.557 amostras enviadas foram avaliadas por especialistas em cafés especiais, de acordo com a metodologia da Associação de Cafés Especiais (SCA). Todos os finalistas receberam nota acima de 84 pontos.

Fonte: Agência Minas

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Marcelo Morais quer disputar presidência da AMM

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O prefeito de São Sebastião do Paraíso, Marcelo Morais (PSD), sacudiu o cenário político ao anunciar, nesta semana, que está articulando sua candidatura à presidência da Associação Mineira de Municípios (AMM). A declaração veio após um grupo de prefeitos do sudoeste de Minas Gerais manifestar indignação com a constante falta de atenção dada à região nas decisões e composições

Para Morais, essa iniciativa marca um passo decisivo rumo ao protagonismo das associações AMEG, AMOG e ALAGO no contexto estadual, representando 66 municípios e mais de 1,4 milhão de habitantes. “Chega de sermos ignorados pelo Estado quando o assunto é representatividade, seja na AMM, na CNM, no SAMU ou em qualquer outro espaço estratégico. Nossa região não pode mais ficar à margem das decisões que impactam diretamente nossas cidades”, destacou com firmeza.

O posicionamento firme de Marcelo Morais ecoa entre os prefeitos do sudoeste mineiro, que já iniciou as estratégias articuladas para fortalecer a representatividade da região nas eleições da Associação Mineira de Municípios (AMM), previstas para março deste ano.

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