Minas Gerais
Mais de 3,7 mil mulheres compõem o efetivo da Polícia Militar de Minas Gerais

As mulheres fazem parte do efetivo da Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG) há 43 anos, servindo e protegendo a sociedade mineira. O ingresso delas na instituição ocorreu em 1° de setembro de 1981, quando 120 mulheres perfilaram pela primeira vez no pátio de um quartel, após prestarem concurso público e iniciarem o primeiro curso de formação de sargentos femininos, das quais 112 se formaram.
Se nos idos de 1981 a missão principal da policial militar era o policiamento ostensivo, com foco no atendimento às mulheres, crianças e idosos e locais específicos como os aeroportos da Pampulha, de Confins, Praça Sete, Palácio da Liberdade, ao longo dos anos muita coisa mudou. A policial militar alcançou muitas conquistas e, hoje, muitas ocupam postos e cargos de destaque dentro da corporação.
Atualmente, a Polícia Militar de Minas Gerais conta com um efetivo de 3.794 policiais femininas, sendo 551 oficiais e 3.243 praças, desempenhando as mais diversas funções na corporação nas áreas operacional e/ou administrativa. A participação da mulher na PM prova que a capacidade de efetuar algum trabalho nunca esteve atrelada a gênero e, sim, à dedicação, competência e profissionalismo, aliada à força e a leveza.
A primeira mulher a chegar ao posto de coronel na PMMG foi Maria de Lourdes Faria Ferraz, pertencente ao quadro de Saúde, no ano de 2002. Na sequência, a coronel Luciene Magalhães de Albuquerque. Primeira a comandar uma tropa masculina no Brasil, a coronel passou pelo comando do 34º Batalhão, na região da Pampulha, em Belo Horizonte e chegou a subchefe do Estado-Maior da PMMG.
Outro exemplo é a coronel Cláudia Araújo Romualdo que comandou o 36º Batalhão, localizado em Vespasiano, na Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH), e foi a primeira mulher a assumir o comando da 1ª Região de Polícia Militar (RPM), também chamado de Comando de Policiamento da Capital (CPC).

Na aviação, destacam-se a tenente-coronel Flávia Rosana Munhoz Pereira Santos, pioneira no helicóptero; a tenente-coronel Renata Jeane Paiva Rocha, piloto de helicóptero e comandante da 3ª Base Regional de Aviação do Estado (Brave), em Montes Claros e a major Denisia Ferreira Oliveira também piloto de helicóptero. Recentemente, a primeiro-tenente Gabriela Emília Soares Lacerda Resende tornou-se a primeira mulher na PM mineira habilitada a pilotar aeronave de asa fixa.
Destaque, ainda, para a coronel Cleyde da Conceição Cruz Fernandes, primeira oficial mulher a assumir o comando da Academia de Polícia Militar (APM); para a coronel Gracielle Rodrigues Santos Ferreira, primeira e atual comandante do Comando de Policiamento de Meio Ambiente (CPMAmb); para a coronel Karla Fernanda de Oliveira Morais, que atuou como Subchefe do Gabinete Militar do Governador (GMG); para a tenente-coronel Fernanda Patrícia vieira que assumiu o comando do 32º batalhão, na cidade de Uberlândia; e para a major Layla Brunnela de Aguiar Dias Oliveira, primeira mulher a assumir o cargo de porta-voz da PMMG.
Como forma de valorizar o trabalho da policial militar mineira, o governador do Estado, Romeu Zema, em 2021, sancionou a Lei 23.893, que instituiu o dia 1º de setembro como sendo o Dia do Policial Feminino de Minas Gerais, exatamente o dia que marcou o ingresso da primeira turma de mulheres na instituição em 1981, por meio do curso de formação de sargentos (CFS).
Fonte: Agência Minas


ARTIGOS
Marcelo Morais quer disputar presidência da AMM

O prefeito de São Sebastião do Paraíso, Marcelo Morais (PSD), sacudiu o cenário político ao anunciar, nesta semana, que está articulando sua candidatura à presidência da Associação Mineira de Municípios (AMM). A declaração veio após um grupo de prefeitos do sudoeste de Minas Gerais manifestar indignação com a constante falta de atenção dada à região nas decisões e composições
Para Morais, essa iniciativa marca um passo decisivo rumo ao protagonismo das associações AMEG, AMOG e ALAGO no contexto estadual, representando 66 municípios e mais de 1,4 milhão de habitantes. “Chega de sermos ignorados pelo Estado quando o assunto é representatividade, seja na AMM, na CNM, no SAMU ou em qualquer outro espaço estratégico. Nossa região não pode mais ficar à margem das decisões que impactam diretamente nossas cidades”, destacou com firmeza.
O posicionamento firme de Marcelo Morais ecoa entre os prefeitos do sudoeste mineiro, que já iniciou as estratégias articuladas para fortalecer a representatividade da região nas eleições da Associação Mineira de Municípios (AMM), previstas para março deste ano.
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