Minas Gerais
MGi vende imóveis por meio de concorrência pública em diversas regiões de Minas

O sonho de iniciar o ano com a casa própria ou um terreno para construir é possível, e pode ser conquistado em 2023. Em janeiro, a MGi Minas Gerais Participações S.A. realiza duas concorrências públicas com vendas de imóveis em várias regiões de Minas. Dentre os itens reunidos nos editais constam casas e terrenos. Os detalhes de cada certame estão disponíveis no site www.mgileiloes.com.br.
Em Divinópolis, região Central do estado, são oferecidos 15 terrenos, sendo 14 de 210 e 300 metros quadrados variando entre eles, valor mínimo de R$ 49 mil, e outro com área medindo cerca de 4 mil metros quadrados com oferta mínima de R$ 1,486 milhão.
Uma casa desocupada está disponível para compra por R$ 282,5 mil (preço mínimo) em Contagem, na Região Metropolitana de Belo Horizonte.
Medindo 480 metros quadrados, um terreno pode ser comprado pela oferta mínima de R$ 164,5 mil, em Governador Valadares, no Vale do Rio Doce.
No Norte de Minas, município de Pirapora, está à venda uma casa de 357 metros quadrados pelo preço mínimo de R$ 351 mil.
Ubá também possui dois terrenos à venda medindo 360 metros quadrados cada, com lances mínimos de R$ 97,6 mil e R$ 114,8 mil.
Já em Uberaba, na Zona da Mata, uma casa pode ser comprada pelo valor mínimo de R$ 42,1 mil.
Os interessados nos imóveis localizados em Divinópolis, Contagem, Governador Valadares, Pirapora, Ubá e Uberlândia têm até 23/1/2023 para entregar as propostas financeiras à MGi, que fica na Rodovia Papa João Paulo II, 4001, Prédio Gerais, 4º Andar – Cidade Administrativa.
Em Montes Claros, também ao Norte do estado, o imóvel localizado no bairro Todos os Santos possui dois andares e uma churrasqueira, e o lance mínimo é de R$ 475.791,07. As ofertas para este item serão recebidas pela MGi até o dia 12 de janeiro de 2023.
Investimento seguro
A aquisição de imóveis e terrenos é considerada um dos investimentos mais seguros, já que, em se tratando de um bem durável, não sofre desvalorização. Com isso o imóvel ou terreno tende a ser mais valorizado com o desenvolvimento local e as melhorias realizadas na região, como a construção de shoppings, hospitais e escolas próximas. Mesmo em épocas de crises econômicas, investir em imóveis é uma opção de empreendimento confiável e segura, já que se trata de um bem que não se desgasta e faz parte de um mercado que se mantém ativo.
Como participar
Na concorrência pública a pessoa interessada em um dos itens disponíveis no edital deverá encaminhar à MGi a proposta financeira com o lance mínimo de venda. Os documentos necessários para a habilitação e análise das propostas para aquisição do imóvel deverão ser apresentados em dois envelopes distintos, lacrados e rubricados. O concorrente precisa efetuar o pagamento por meio de depósito ou transferência bancária na conta corrente da MGi, a título de caução/sinal de, no mínimo, 5% do lance mínimo do imóvel de interesse.
O edital, os documentos necessários e todas as informações dos itens à venda estão disponíveis no site www.mgileiloes.com.br.
A MGi
A MGi – Minas Gerais Participações S.A. é uma empresa estatal controlada pelo Estado de Minas Gerais, vinculada à Secretaria de Estado de Fazenda. Referência na administração de ativos, comercialização de bens imóveis, recuperação de créditos dos extintos bancos Minascaixa, Bemge e Credireal, e soluções financeiras como a emissão de debêntures. A MGi preza pela segurança e transparência em suas ações, auxiliando os clientes em todos os passos.
Fonte: Agência Minas


ARTIGOS
Marcelo Morais quer disputar presidência da AMM

O prefeito de São Sebastião do Paraíso, Marcelo Morais (PSD), sacudiu o cenário político ao anunciar, nesta semana, que está articulando sua candidatura à presidência da Associação Mineira de Municípios (AMM). A declaração veio após um grupo de prefeitos do sudoeste de Minas Gerais manifestar indignação com a constante falta de atenção dada à região nas decisões e composições
Para Morais, essa iniciativa marca um passo decisivo rumo ao protagonismo das associações AMEG, AMOG e ALAGO no contexto estadual, representando 66 municípios e mais de 1,4 milhão de habitantes. “Chega de sermos ignorados pelo Estado quando o assunto é representatividade, seja na AMM, na CNM, no SAMU ou em qualquer outro espaço estratégico. Nossa região não pode mais ficar à margem das decisões que impactam diretamente nossas cidades”, destacou com firmeza.
O posicionamento firme de Marcelo Morais ecoa entre os prefeitos do sudoeste mineiro, que já iniciou as estratégias articuladas para fortalecer a representatividade da região nas eleições da Associação Mineira de Municípios (AMM), previstas para março deste ano.
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