Minas Gerais
Minas Gerais oficializa adesão ao Consórcio de Integração Sul e Sudeste
Minas Gerais acaba de formalizar a adesão ao Consórcio de Integração Sul e Sudeste (Cosud). A lei foi sancionada pelo governador Romeu Zema após aprovação na Assembleia Legislativa (ALMG), e publicada no Diário Oficial do Estado nesta quinta-feira (19/10).
A legislação ratifica o Protocolo de Intenções firmado entre Minas Gerais (MG), Espírito Santo (ES), Paraná (PR), Rio de Janeiro (RJ), Rio Grande do Sul (RS), Santa Catarina (SC) e São Paulo (SP) para a atuação em forma de associação pública, de natureza autárquica e interfederativa.
Avançar para uma nova fase do consórcio público já era o objetivo sinalizado no encontro sediado em Minas em junho deste ano, em Belo Horizonte. Na oportunidade, o governador Romeu Zema e o vice-governador Professor Mateus reforçaram a busca do Cosud pelo fortalecimento da representatividade e a força dos estados no cenário nacional, com foco na geração de emprego e renda.
“Queremos desenvolver e ajudar todo o país e, em conjunto com os nossos vizinhos, podemos compartilhar experiências positivas em diversas áreas temáticas, com políticas públicas que façam a diferença para quem mais precisa, na ponta”, reafirma o governador Romeu Zema. “Temos a oportunidade de discutir os problemas comuns desses estados e traçar estratégias para solução dos problemas e consolidar a agenda de cooperação entre os governos do Sul e Sudeste”, complementa o vice-governador Professor Mateus.
São Paulo
A partir desta quinta-feira, governadores, vices e secretários de Estado se reúnem na capital paulista para o nono encontro do Cosud. Desta vez, as discussões terão como tema principal “Meio Ambiente e Segurança Pública”.
A programação vai até sábado (21/10). Além da cerimônia de abertura e o encerramento, com a apresentação e leitura da carta de compromisso dos governadores, o evento ainda prevê reuniões de 16 grupos temáticos (GTs) e dois paineis com a participação dos chefes de Executivo estaduais.
Histórico
O Consórcio de Integração Sul e Sudeste foi criado em Minas Gerais em março de 2019, durante encontro organizado por Romeu Zema com os demais governadores na Cidade Administrativa, em Belo Horizonte. Desde então, os chefes do Executivo promovem ampla discussão sobre pautas estratégicas para o desenvolvimento das regiões. Com oito reuniões realizadas, todos os estados do Sul e Sudeste já sediaram pelo menos uma vez as atividades do Cosud.
Vale ressaltar que, juntas, as duas regiões concentram 70% do Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil e quase 120 milhões de habitantes. Por essas e outras razões, um dos objetivos é integrar esforços em áreas comuns para retomar o desenvolvimento dos estados e do país. Destaque, ainda, para a perspectiva de consolidação da agenda de cooperação entre os governos do Sul e Sudeste, por meio da troca de experiências e a abordagem de temas que atendam às demandas econômicas, sociais e ambientais.
Como os estados que compõem o consórcio respondem por 80% da arrecadação federal, são frequentes temas como equilíbrio fiscal, dívida pública e o Pacto Federativo. Com atuação conjunta, o propósito é que demandas comuns possam ser encaminhadas de forma ainda mais consolidada para obter soluções mais ágeis nos pleitos feitos à União.
Fonte: Agência Minas
GERAL
José Santana, presidente de honra do PL, alerta: “A violência no Rio é um retrato do Brasil”
O presidente de honra do Partido Liberal (PL), José Santana de Vasconcelos, um dos nomes mais experientes da política mineira e com dez mandatos em sua trajetória, se manifestou sobre a crise de violência que o Rio de Janeiro enfrenta. Em conversa recente com um amigo jornalista, Santana revelou profunda preocupação com a escalada da criminalidade e afirmou que o problema ultrapassa as fronteiras do estado.
“A violência no Rio é uma violência nacional. Não dá para separar o Rio do restante do Brasil”, declarou o deputado, ressaltando que a insegurança é hoje um dos maiores desafios do país.
Para José Santana, a discussão sobre segurança pública deve estar acima de ideologias políticas.
“Independentemente de votar à direita ou à esquerda, todo cidadão de bem quer viver em paz. A segurança é uma convergência nacional”, afirmou.
Modelos de referência: Goiás e Santa Catarina
O parlamentar destacou que alguns estados brasileiros têm mostrado caminhos possíveis, citando como exemplo Goiás, sob a liderança do governador Ronaldo Caiado, e Santa Catarina, ambos reconhecidos por resultados expressivos na redução da criminalidade e gestões eficientes nas forças de segurança.
Segundo Santana, as experiências desses estados mostram que é possível enfrentar o crime com planejamento, investimento em inteligência e valorização dos profissionais da segurança pública.
Crítica ao governo federal e à inversão de valores
José Santana também fez um duro questionamento às recentes declarações do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, que afirmou que traficantes seriam “vítimas de usuários”.
“É um absurdo. Nós precisamos de bom senso e equilíbrio. O Brasil não pode continuar sendo enganado com narrativas que invertem valores. Cidadãos de bem estão morrendo, enquanto o Estado é manipulado por discursos que protegem criminosos”, criticou o presidente de honra do PL.
Santana reforçou que a grande maioria dos policiais é formada por homens e mulheres honestos, que colocam a vida em risco todos os dias, e que não se pode permitir que “minorias criminosas” dentro das corporações manchem a imagem da categoria.
Confiança no PL e esperança de mudança
O líder mineiro disse estar confiante na força do PL para 2026, elogiando a condução do partido em âmbito nacional e estadual.
“O PL hoje tem um dos homens mais sérios e que cumpre 100% da sua palavra, que é o Valdemar da Costa Neto. Ele vem conduzindo o partido com firmeza e responsabilidade em todo o país”, afirmou.
José Santana também reconheceu o trabalho do deputado federal Domingos Sávio, presidente estadual do PL em Minas Gerais, pela forma como vem conduzindo o partido e defendendo valores de ordem, respeito e justiça social.
Encerrando sua fala, o experiente parlamentar deixou uma mensagem de esperança:
“O Brasil precisa reencontrar o caminho da paz e da autoridade. Segurança pública é dever do Estado e direito do cidadão. Que em 2026 possamos mudar essa história, com coragem, equilíbrio e amor ao nosso país.”
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