Minas Gerais

Minas tem quase mil vagas de emprego para construção civil

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Com o arrefecimento da pandemia de covid-19, Minas Gerais deve manter neste semestre a retomada das atividades econômicas. Nesta quinta-feira (3/3), por exemplo, as 133 unidades do Sistema Nacional de Emprego (Sine) no estado estão com mais de sete mil oportunidades de emprego, com destaque para os segmentos da construção civil, serviços e comércio.  

Depois de um período turbulento com o início da pandemia em 2020, no ano passado todos os setores de atividade econômica em Minas Gerais registraram saldo positivo de empregos formais. Os destaques ficaram com serviços (124.079 empregos com carteira assinada), seguido pelo comércio (68.846), indústria (65.587), construção civil (31.804) e agropecuária (14.866).  

Uma das grandes atrações na geração de empregos no ano passado foi o segmento a construção civil, cujo estoque de emprego aumentou 11,4% em relação ao ano anterior, quando o saldo foi de 24.512 vagas formais.  

Expansão

Segundo a diretora de Monitoramento e Articulação de Oportunidades de Trabalho da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social (Sedese), Amanda Carvalho, o comparativo do desempenho do mercado de trabalho mineiro mostra a manutenção da expansão do trabalho formal em 2021, após um ano atípico como 2020 devido à pandemia. 

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“Esse cenário pode ser observado em relação ao Sine, que conta com uma grande quantidade de vagas de emprego disponíveis para o trabalhador que busca uma recolocação no mercado de trabalho ou oportunidades melhores”, salienta.  

Vagas disponíveis

Logo após o feriado de Carnaval, as unidades do Sine em Minas, coordenadas pela Sedese, têm diversas oportunidades. Apenas em BH, são 110 vagas para repositor de mercadorias, 77 para pedreiro e 52 para carpinteiro.  

Em todo o estado, são 547 vagas de servente de obras, 362 para pedreiro, 440 para operador de telemarketing e 411 para motorista de caminhão. Além disso, há 399 para alimentador de linha de produção e 366 para operador de telemarketing. Há oportunidades no mercado com ganhos mensais que variam de um salário mínimo até mais de R$ 5,5 mil.  

“O setor de construção civil foi um dos mais afetados em 2020 em razão da pandemia. Entretanto, nos últimos meses, tem conseguido se recuperar, abrindo postos de trabalho. Os números do Sine comprovam esse cenário, com quase mil vagas abertas”, enfatiza Amanda Carvalho.  
 

Os interessados podem consultar as vagas neste link.  

Caged  

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Segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempegados (Caged), do Ministério da Economia, que terá os dados atuais de 2022 divulgados neste início de março, Minas Gerais registrou, no ano passado, saldo de 305.182 postos de trabalho, resultado da admissão de 2.202.162 de trabalhadores e do desligamento de outros 1.896.980.  

Em relação a outros estados, o estoque de empregos em Minas Gerais, que corresponde ao total de vínculos celetistas ativos, totalizou  4.372.765 em 2020, o que mantém MG como o segundo maior mercado formal brasileiro, atrás apenas de São Paulo, com 12.791.775 de vínculos. No mesmo período, o estado também ficou na segunda posição com o maior saldo líquido de emprego (305.182), superado também por São Paulo (814.035).  

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GERAL

José Santana, presidente de honra do PL, alerta: “A violência no Rio é um retrato do Brasil”

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O presidente de honra do Partido Liberal (PL), José Santana de Vasconcelos, um dos nomes mais experientes da política mineira e com dez mandatos em sua trajetória, se manifestou sobre a crise de violência que o Rio de Janeiro enfrenta. Em conversa recente com um amigo jornalista, Santana revelou profunda preocupação com a escalada da criminalidade e afirmou que o problema ultrapassa as fronteiras do estado.

“A violência no Rio é uma violência nacional. Não dá para separar o Rio do restante do Brasil”, declarou o deputado, ressaltando que a insegurança é hoje um dos maiores desafios do país.

Para José Santana, a discussão sobre segurança pública deve estar acima de ideologias políticas.

“Independentemente de votar à direita ou à esquerda, todo cidadão de bem quer viver em paz. A segurança é uma convergência nacional”, afirmou.

Modelos de referência: Goiás e Santa Catarina

O parlamentar destacou que alguns estados brasileiros têm mostrado caminhos possíveis, citando como exemplo Goiás, sob a liderança do governador Ronaldo Caiado, e Santa Catarina, ambos reconhecidos por resultados expressivos na redução da criminalidade e gestões eficientes nas forças de segurança.

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Segundo Santana, as experiências desses estados mostram que é possível enfrentar o crime com planejamento, investimento em inteligência e valorização dos profissionais da segurança pública.

Crítica ao governo federal e à inversão de valores

José Santana também fez um duro questionamento às recentes declarações do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, que afirmou que traficantes seriam “vítimas de usuários”.

“É um absurdo. Nós precisamos de bom senso e equilíbrio. O Brasil não pode continuar sendo enganado com narrativas que invertem valores. Cidadãos de bem estão morrendo, enquanto o Estado é manipulado por discursos que protegem criminosos”, criticou o presidente de honra do PL.

Santana reforçou que a grande maioria dos policiais é formada por homens e mulheres honestos, que colocam a vida em risco todos os dias, e que não se pode permitir que “minorias criminosas” dentro das corporações manchem a imagem da categoria.

Confiança no PL e esperança de mudança

O líder mineiro disse estar confiante na força do PL para 2026, elogiando a condução do partido em âmbito nacional e estadual.

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“O PL hoje tem um dos homens mais sérios e que cumpre 100% da sua palavra, que é o Valdemar da Costa Neto. Ele vem conduzindo o partido com firmeza e responsabilidade em todo o país”, afirmou.

José Santana também reconheceu o trabalho do deputado federal Domingos Sávio, presidente estadual do PL em Minas Gerais, pela forma como vem conduzindo o partido e defendendo valores de ordem, respeito e justiça social.

Encerrando sua fala, o experiente parlamentar deixou uma mensagem de esperança:

“O Brasil precisa reencontrar o caminho da paz e da autoridade. Segurança pública é dever do Estado e direito do cidadão. Que em 2026 possamos mudar essa história, com coragem, equilíbrio e amor ao nosso país.”

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