Minas Gerais

Núcleos de Acolhimento Educacional prestam apoio social, educacional e de saúde no interior

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Psicólogos e assistentes sociais que atuam em conjunto nas escolas da rede pública estadual do estado apresentaram experiências e ações desenvolvidas ao longo de 2022 e alinharam as metas para 2023, durante o encontro dos Núcleos de Acolhimento Educacional (NAE) das 47 Superintendências Regionais de Ensino (SRE), da Secretaria Estadual de Educação (SEE-MG), realizado entre os dias 16 e 20/1, de forma virtual.

Entre as iniciativas destacadas pelos grupos palestras que abordaram temas como prevenção e autocuidado na adolescência, sexualidade; relações interpessoais e empoderamento, além de oficinas sobre bullying.

O objetivo das ações é sensibilizar estudantes e comunidade escolar a fim de criar um ambiente saudável para todos;  promoção da educação socioemocional com roda de conversa, abordando a importância da autoestima;  o sentido da escola pós-pandemia; regras de boa convivência; entre outras.

Rede de apoio

Assistente social, Valderina Marques da Cruz Pereira, do NAE de São João das Missões, da SRE/Januária, falou sobre a experiência no evento on-line da SEE/MG, na última semana.

“Além de escolas não tradicionais, o grande diferencial é que atendemos escolas dos povos indígenas Xakriabá e nosso trabalho foi adaptado à realidade desta etnia, respeitando as tradições, legislações, a cultura, etc. Fizemos rodas de conversas abordando aspectos importantes sobre o combate ao bullying, Estatuto da Criança e do Adolescente, direitos e deveres, violência escolar, importância da participação da comunidade no processo de ensino/aprendizado do aluno. Apresentamos este trabalho no encontro virtual que considero muito positivo para o fortalecer nossas ações“, explicou a assistente social.

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A psicóloga Elisa Júnia Jorge, que também compartilhou sua experiência no evento, explicou o trabalho desenvolvido em conjunto pela equipe do NAE da SRE/Janaúba, pontuando as atividades que foram positivas para a melhoria do aprendizado e das relações humanas como um todo.

“Ponderamos no encontro alguns pontos fortes nas ações que realizamos, como melhoria do vínculo afetivo dentro do ambiente escolar, o  respeito, a empatia, o autocuidado, além da preparação dos jovens para o futuro. Nós conseguimos mudar comportamentos inadequados, reduzir a evasão escolar, ter mais participação da família e ainda  melhorar a relação entre professor e aluno”, destacou a psicóloga. 

Troca

Diretora de Modalidades de Ensino e Temáticas Especiais da SEE, Patrícia Aragão fez um balanço do encontro. “O encontro foi um momento primordial para a troca de experiências entre os profissionais, fundamental para avaliarmos as políticas implementadas e resultados que contribuem para fortalecer os núcleos, mostrando a importância dos profissionais psicólogos e assistentes sociais na rede”,  ressaltou Patrícia.

A SEE passou a contar, desde o ano passado, com 460 psicólogos e assistentes sociais que atuam em dupla, sendo um psicólogo e um assistente social. Em conformidade com a Resolução SEE 4.701, foram criados 230 Núcleos, priorizando os municípios cujas escolas e Superintendência Regional de Ensino (SRE) tenham mais registros de situações de violação de direitos dos estudantes.

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Os Naes atuam na perspectiva do trabalho coletivo, dentro das escolas e nas Superintendências Regionais de Ensino, bem como em articulação com outras políticas intersetoriais. É um trabalho importante para a promoção dos processos de ensino-aprendizagem, com foco no desenvolvimento pleno dos estudantes,  numa perspectiva inclusiva.

Atribuições

O trabalho desenvolvido pela equipe tem o objetivo de atender a demandas coletivas, subsidiando as escolas de forma a coletivizar questões sociais e psicológicas nos processos de ensino-aprendizagem. Compete aos Naes:

•          Realizar ações de colaboração para os processos de ensino-aprendizagem, prevenção e minimização de problemas educacionais e mediação de conflitos;

•          Atuar tendo como referência uma escola polo e numa lógica de organização coletiva.

•          Identificar as demandas psicossociais do ambiente escolar;

•          Apoiar no desenvolvimento dos processos de ensino-aprendizagem;

•          Promover estratégias de participação junto à Comunidade Escolar;

•          Proporcionar ferramentas de prevenção e minimização dos problemas educacionais (evasão escolar, violação de direitos humanos);

•          Defender práticas que promovam as diversidades e as peculiaridades de Minas;

•          Colocar em prática ações de resolução de conflitos;

•          Participar das reuniões das escolas do núcleo;

•          Participar da elaboração e execução do PPP;

•          Favorecer as ações do PSE;

•          Relatar as atividades realizadas.

Fonte: Agência Minas

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GERAL

José Santana, presidente de honra do PL, alerta: “A violência no Rio é um retrato do Brasil”

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O presidente de honra do Partido Liberal (PL), José Santana de Vasconcelos, um dos nomes mais experientes da política mineira e com dez mandatos em sua trajetória, se manifestou sobre a crise de violência que o Rio de Janeiro enfrenta. Em conversa recente com um amigo jornalista, Santana revelou profunda preocupação com a escalada da criminalidade e afirmou que o problema ultrapassa as fronteiras do estado.

“A violência no Rio é uma violência nacional. Não dá para separar o Rio do restante do Brasil”, declarou o deputado, ressaltando que a insegurança é hoje um dos maiores desafios do país.

Para José Santana, a discussão sobre segurança pública deve estar acima de ideologias políticas.

“Independentemente de votar à direita ou à esquerda, todo cidadão de bem quer viver em paz. A segurança é uma convergência nacional”, afirmou.

Modelos de referência: Goiás e Santa Catarina

O parlamentar destacou que alguns estados brasileiros têm mostrado caminhos possíveis, citando como exemplo Goiás, sob a liderança do governador Ronaldo Caiado, e Santa Catarina, ambos reconhecidos por resultados expressivos na redução da criminalidade e gestões eficientes nas forças de segurança.

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Segundo Santana, as experiências desses estados mostram que é possível enfrentar o crime com planejamento, investimento em inteligência e valorização dos profissionais da segurança pública.

Crítica ao governo federal e à inversão de valores

José Santana também fez um duro questionamento às recentes declarações do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, que afirmou que traficantes seriam “vítimas de usuários”.

“É um absurdo. Nós precisamos de bom senso e equilíbrio. O Brasil não pode continuar sendo enganado com narrativas que invertem valores. Cidadãos de bem estão morrendo, enquanto o Estado é manipulado por discursos que protegem criminosos”, criticou o presidente de honra do PL.

Santana reforçou que a grande maioria dos policiais é formada por homens e mulheres honestos, que colocam a vida em risco todos os dias, e que não se pode permitir que “minorias criminosas” dentro das corporações manchem a imagem da categoria.

Confiança no PL e esperança de mudança

O líder mineiro disse estar confiante na força do PL para 2026, elogiando a condução do partido em âmbito nacional e estadual.

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“O PL hoje tem um dos homens mais sérios e que cumpre 100% da sua palavra, que é o Valdemar da Costa Neto. Ele vem conduzindo o partido com firmeza e responsabilidade em todo o país”, afirmou.

José Santana também reconheceu o trabalho do deputado federal Domingos Sávio, presidente estadual do PL em Minas Gerais, pela forma como vem conduzindo o partido e defendendo valores de ordem, respeito e justiça social.

Encerrando sua fala, o experiente parlamentar deixou uma mensagem de esperança:

“O Brasil precisa reencontrar o caminho da paz e da autoridade. Segurança pública é dever do Estado e direito do cidadão. Que em 2026 possamos mudar essa história, com coragem, equilíbrio e amor ao nosso país.”

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