Minas Gerais

Parceria entre PCMG e UFMG auxilia no combate à violência contra a mulher

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A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) e a Escola de Enfermagem da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) firmaram, nesta quarta-feira (15/3), parceria para atuação no combate à violência contra a mulher. A proposta é criar uma ferramenta capaz de integrar laudos médicos e policiais e aplicá-la para melhor vigilância de dados e enfrentamento da violência contra mulheres. 

Com o software, será possível produzir análises para avaliar o perfil das vítimas e possibilitar ações para criar políticas públicas mais ágeis e eficientes no combate à violência doméstica, por exemplo. 

Chefe interina da PCMG, a delegada-geral Irene Leroy e a delegada Renata Ribeiro, titular da Divisão Especializada em Atendimento à Mulher, ao Idoso e à Pessoa com Deficiência e Vítimas de Intolerância (Demid), representaram a instituição.

Expectativa

Durante apresentação da parceria, a chefe interina da PCMG relatou sua atuação em defesa da mulher durante dez dos 25 anos de carreira policial, e a prioridade da instituição nesse contexto. “Fico muito confortável em falar sobre a questão da proteção à mulher, da luta contra a criminalidade, porque tenho história de combate em uma Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher por dez anos”, compartilhou. “Agora, também tenho priorizado essas ações de combate à violência contra a mulher”. 

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Sobre a parceria firmada, Irene Leroy destacou a importância da iniciativa. “Essa parceria diz respeito ao conhecimento, porque não se consegue fazer uma mudança de cultura sem a informação. A minha perspectiva para esse projeto é grandiosa, porque vai trazer conhecimento para formação de políticas públicas. Só avançamos com o trabalho em rede”, frisou.

Já a delegada Renata Ribeiro, chefe da Demid, discorreu sobre as conquistas da sociedade, além do âmbito cultural, com as inovações legislativas desde a Lei Maria da Penha, em 2006. 

“A Lei Maria da Penha foi um marco no enfrentamento à violência doméstica e na implantação de políticas públicas; depois, a possibilidade da prisão em flagrante do agressor seguida da criação do instituto das medidas protetivas de urgência, além da criação de outras normas que permitiram a proteção da mulher: importunação sexual, feminicídio, do minuto seguinte, além da tipificação do crime de lesão corporal em razão do gênero, e a mudança no atendimento realizado nas Delegacias de Mulheres”, observou. 

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Para ela, o dia é histórico. “Diante de toda evolução no atendimento à mulher e também na legislação, hoje é um dia histórico a partir do momento que conseguiremos compartilhar os dados da saúde, da delegacia, da medicina legal”, registrou.
 

Fonte: Agência Minas

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GERAL

José Santana, presidente de honra do PL, alerta: “A violência no Rio é um retrato do Brasil”

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O presidente de honra do Partido Liberal (PL), José Santana de Vasconcelos, um dos nomes mais experientes da política mineira e com dez mandatos em sua trajetória, se manifestou sobre a crise de violência que o Rio de Janeiro enfrenta. Em conversa recente com um amigo jornalista, Santana revelou profunda preocupação com a escalada da criminalidade e afirmou que o problema ultrapassa as fronteiras do estado.

“A violência no Rio é uma violência nacional. Não dá para separar o Rio do restante do Brasil”, declarou o deputado, ressaltando que a insegurança é hoje um dos maiores desafios do país.

Para José Santana, a discussão sobre segurança pública deve estar acima de ideologias políticas.

“Independentemente de votar à direita ou à esquerda, todo cidadão de bem quer viver em paz. A segurança é uma convergência nacional”, afirmou.

Modelos de referência: Goiás e Santa Catarina

O parlamentar destacou que alguns estados brasileiros têm mostrado caminhos possíveis, citando como exemplo Goiás, sob a liderança do governador Ronaldo Caiado, e Santa Catarina, ambos reconhecidos por resultados expressivos na redução da criminalidade e gestões eficientes nas forças de segurança.

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Segundo Santana, as experiências desses estados mostram que é possível enfrentar o crime com planejamento, investimento em inteligência e valorização dos profissionais da segurança pública.

Crítica ao governo federal e à inversão de valores

José Santana também fez um duro questionamento às recentes declarações do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, que afirmou que traficantes seriam “vítimas de usuários”.

“É um absurdo. Nós precisamos de bom senso e equilíbrio. O Brasil não pode continuar sendo enganado com narrativas que invertem valores. Cidadãos de bem estão morrendo, enquanto o Estado é manipulado por discursos que protegem criminosos”, criticou o presidente de honra do PL.

Santana reforçou que a grande maioria dos policiais é formada por homens e mulheres honestos, que colocam a vida em risco todos os dias, e que não se pode permitir que “minorias criminosas” dentro das corporações manchem a imagem da categoria.

Confiança no PL e esperança de mudança

O líder mineiro disse estar confiante na força do PL para 2026, elogiando a condução do partido em âmbito nacional e estadual.

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“O PL hoje tem um dos homens mais sérios e que cumpre 100% da sua palavra, que é o Valdemar da Costa Neto. Ele vem conduzindo o partido com firmeza e responsabilidade em todo o país”, afirmou.

José Santana também reconheceu o trabalho do deputado federal Domingos Sávio, presidente estadual do PL em Minas Gerais, pela forma como vem conduzindo o partido e defendendo valores de ordem, respeito e justiça social.

Encerrando sua fala, o experiente parlamentar deixou uma mensagem de esperança:

“O Brasil precisa reencontrar o caminho da paz e da autoridade. Segurança pública é dever do Estado e direito do cidadão. Que em 2026 possamos mudar essa história, com coragem, equilíbrio e amor ao nosso país.”

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