Minas Gerais

Plataforma Selo Verde ganha atualização com integração de dados de sojicultura

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Usuários que acessarem a plataforma pública de dados ambientais Selo Verde já poderão consultar novos detalhamentos após a última atualização da ferramenta. A nova versão 1.3 agora inclui integração com dados de sojicultura, mapas com refinamento do mosaico de uso da terra e um campo para consulta de desmatamento pós-2020.

Clique aqui para acessar a plataforma Selo Verde

“A primeira versão do sistema integrou dados da cafeicultura e a segunda de silvicultura. Agora temos a soja. É importante ressaltar que todas as propriedades do Estado estão no Selo Verde, mas as que trabalham com essas culturas têm essa especificação”, explica o gerente de Regularização das Atividades Florestais do IEF, César Donato.

O novo campo com dados de desmatamento pós-2020 é importante para adequação ao Regulamento da União Europeia para Produtos Livres de Desmatamento (EUDR, na sigla em inglês).

“O regulamento estabelece que os países não podem exportar para a União Europeia produtos provindos de áreas de desmatamento pós-2020 e que têm até dezembro de 2024 para se adequarem. Estamos trabalhando para atender aos requisitos do EUDR e a inserção do campo de desmatamento pós-2020 foi realizada com este objetivo”, destacou.

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Esforços conjuntos

A plataforma Selo Verde é fruto de esforços conjuntos do IEF, Seapa e da UFMG e conta com o apoio da Organização Não Governamental Al-Invest Verde, financiada pela União Europeia. O Selo Verde integra dados de órgãos públicos e aplica análises geoespaciais aos processos produtivos agroflorestais, trazendo transparência e rastreabilidade à produção regional e combatendo o desmatamento ilegal no estado.

A plataforma disponibiliza estimativas da produção agropecuária e adequação ambiental por propriedades rurais com registro no Cadastro Ambiental Rural. Selo Verde integra dados de órgãos públicos e aplica análises geoespaciais visando prover de um modo transparente a rastreabilidade da produção agropecuária e combater o desmatamento ilegal.

A plataforma usa da mais avançada tecnologia e melhores dados cartográficos disponíveis para:

1- Avaliar a conformidade ao Código Florestal das propriedades rurais;
2- Prover rastreabilidade transparente dos fornecedores de produtos agropecuários;
3- Integrar informações e dados geoespaciais atualizados de órgãos federais e estaduais;
4- Auxiliar a regularização ambiental;
5- Identificar a ocorrência de desmatamento não autorizado.

Fonte: Agência Minas

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ARTIGOS

Marcelo Morais quer disputar presidência da AMM

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O prefeito de São Sebastião do Paraíso, Marcelo Morais (PSD), sacudiu o cenário político ao anunciar, nesta semana, que está articulando sua candidatura à presidência da Associação Mineira de Municípios (AMM). A declaração veio após um grupo de prefeitos do sudoeste de Minas Gerais manifestar indignação com a constante falta de atenção dada à região nas decisões e composições

Para Morais, essa iniciativa marca um passo decisivo rumo ao protagonismo das associações AMEG, AMOG e ALAGO no contexto estadual, representando 66 municípios e mais de 1,4 milhão de habitantes. “Chega de sermos ignorados pelo Estado quando o assunto é representatividade, seja na AMM, na CNM, no SAMU ou em qualquer outro espaço estratégico. Nossa região não pode mais ficar à margem das decisões que impactam diretamente nossas cidades”, destacou com firmeza.

O posicionamento firme de Marcelo Morais ecoa entre os prefeitos do sudoeste mineiro, que já iniciou as estratégias articuladas para fortalecer a representatividade da região nas eleições da Associação Mineira de Municípios (AMM), previstas para março deste ano.

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