Minas Gerais

Política estadual garante atendimento à saúde integral e equânime à população LGBT 

Publicados

em

A data 17/5 é marcada pela celebração do Dia Internacional Contra a Homofobia, a Transfobia e a Bifobia, em referência ao ato da Organização Mundial da Saúde (OMS), que retirou o termo “homossexualismo” do Código Internacional de Doenças (CID), em 1990.

Com o objetivo de proporcionar acesso integral e equânime aos serviços de saúde para todos os públicos, a Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) instituiu, desde 2020, a Política Estadual de Saúde Integral LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transgêneros), que busca promover atendimento humanizado e oferecer saúde pública de qualidade para todos.

Estabelecida a partir da Resolução CIB-SUS/MG 3202 e publicada em agosto de 2020, a política tem como principais objetivos ampliar o acesso à saúde para a população LGBT, abarcando e acolhendo suas necessidades, bem como qualificar profissionais da saúde e proporcionar melhorias no atendimento nas Unidades Básicas de Saúde.

Segundo a resolução SES-MG 8.375/2022, a SES-MG repassou R$ 24 milhões para fomentar ações municipais voltadas à população LGBT por meio da política estadual.

Leia Também:  Epamig abre inscrições para Azeitech on-line

A resolução define normas de adesão, execução, acompanhamento e avaliação de incremento para equipes de saúde da família, visando a qualificação do acesso à saúde da população LGBT, no âmbito da Atenção Primária à Saúde do Estado de Minas Gerais.

Capacitação

“Importante ressaltar que as ações do Plano Operativo da Política já estão sendo realizadas. Exemplo é a capacitação dos profissionais para a realização de atendimentos humanizados, pois, dessa forma, o efetivo da saúde estadual será capaz de reconhecer as necessidades específicas do público”, destaca a referência técnica da coordenação Estadual de Saúde Indígena e Políticas de Promoção da Equidade em Saúde da SES-MG, Ana Beatriz Rodrigues.

Segundo a técnica da SES-MG, outra ação em andamento é o apoio técnico da SES-MG aos municípios mineiros para a habilitação de serviços no processo transexualizador, além das ações para garantir que os campos de identificação nas fichas de cadastro sejam preenchidos para diagnóstico da população atendida.

“Para que esses avanços acontecessem, a secretaria também fomentou a realização de cursos de qualificação, elaboração de notas técnicas, reuniões mensais com as referências regionais, entre outras medidas”, explica Ana Beatriz Rodrigues.

Leia Também:  Minas Gerais defende cuidado com a saúde mental de crianças e adolescentes

Ainda de acordo com a referência técnica, é imprescindível pensar em políticas públicas para todos.

Minas Gerais possui um Comitê de Saúde Integral da população LGBT, que trabalha com a sociedade civil e outras secretarias do Estado, para que seja possível oferecer acesso a um serviço de qualidade a esta população que é acometida por situações adversas de acesso à saúde e, também, de violência.

“O Plano Operativo Estadual busca garantir o direito à saúde por meio de ações de capacitação, aporte financeiro, qualificação do profissional e reprodução de um diagnóstico situacional para identificação das necessidades da população, para que assim a gente consiga garantir acesso e atendimento de qualidade à população LGBT”, reforçou Ana Beatriz.

Fonte: Agência Minas

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

ARTIGOS

Marcelo Morais quer disputar presidência da AMM

Publicados

em

O prefeito de São Sebastião do Paraíso, Marcelo Morais (PSD), sacudiu o cenário político ao anunciar, nesta semana, que está articulando sua candidatura à presidência da Associação Mineira de Municípios (AMM). A declaração veio após um grupo de prefeitos do sudoeste de Minas Gerais manifestar indignação com a constante falta de atenção dada à região nas decisões e composições

Para Morais, essa iniciativa marca um passo decisivo rumo ao protagonismo das associações AMEG, AMOG e ALAGO no contexto estadual, representando 66 municípios e mais de 1,4 milhão de habitantes. “Chega de sermos ignorados pelo Estado quando o assunto é representatividade, seja na AMM, na CNM, no SAMU ou em qualquer outro espaço estratégico. Nossa região não pode mais ficar à margem das decisões que impactam diretamente nossas cidades”, destacou com firmeza.

O posicionamento firme de Marcelo Morais ecoa entre os prefeitos do sudoeste mineiro, que já iniciou as estratégias articuladas para fortalecer a representatividade da região nas eleições da Associação Mineira de Municípios (AMM), previstas para março deste ano.

COMENTE ABAIXO:
Leia Também:  Balanço aponta quase mil pessoas presas em Minas em operação de combate à violência contra a mulher
Continue lendo

ALPINÓPOLIS E REGIÃO

MINAS GERAIS

POLÍCIA

ENTRETENIMENTO

MAIS LIDAS DA SEMANA