Minas Gerais
Prazo de aplicação da Avaliação Diagnóstica na rede estadual de ensino vai até sexta-feira (10/3)

Termina nesta sexta-feira (10/3) o período de aplicação dos testes da Avaliação Diagnóstica em toda rede pública estadual de ensino de Minas Gerais. Realizada no início do ano letivo, o objetivo desta avaliação é verificar o conhecimento prévio dos estudantes, permitindo aos professores e especialistas revisar o planejamento e adequar as estratégias de ensino às necessidades das turmas e dos estudantes.

“A Avaliação Diagnóstica é um instrumento rico para o planejamento das ações pedagógicas nas escolas. Os testes são compostos por itens fáceis, médios e difíceis, de maneira que possam subsidiar o trabalho das equipes pedagógicas. É importante que as equipes regionais e escolas acessem o Portal Simave para verificação e utilização dos resultados desses testes”, explica a superintendente de Avaliação Educacional da SEE/MG, Júlia Drumond.
A Avaliação Diagnóstica é um dos requisitos do Prêmio Escola Transformação 2023, para a seleção de unidades escolares que serão vencedoras e premiadas pelo projeto. O prêmio da SEE é uma iniciativa que reconhece práticas e experiências exitosas das escolas estaduais, a fim de contribuir no processo de melhoria da qualidade do ensino.
Para os estudantes, a avaliação é um importante instrumento para verificar a evolução do seu aprendizado.
“As provas diagnósticas são importantes, pois nos ajudam a verificar o que precisamos melhorar nas disciplinas, além de nos orientar sobre o que ainda vamos estudar. É uma preparação também para o vestibular que é tão temido, porque sempre vem uma questão que pode estar nas provas do Enem”, afirma Raqueli Schiavon de Godoi, aluna do 9º ano do Ensino Fundamental II, da Escola Estadual Emílio Moura, de Munhoz, no Sul de Minas, que já fez todas as provas.
Já no Norte de Minas, Maria Vitória Ferreira Martins, da Escola Estadual Ministro Portela, do município de Manga, que cursa o 9º ano, destacou que os conteúdos das provas são aprofundados.
“Matemática é sempre a vilã entre todas as disciplinas. As provas estavam bem difíceis. Os conteúdos abordados são mais aprofundados do que os que estudamos em sala de aula e isso pesa um pouco na hora de resolver as questões”, analisou.
Para Dalva Lopo da Silva, diretora da Escola Estadual Ministro Portela, a Avaliação Diagnóstica é uma ferramenta essencial não só para o aluno, mas também para o professor poder conhecer o potencial e as dificuldades dos estudantes, além de direcionar os projetos pedagógicos que devem ser executados ao longo do ano.
“Em 2022, percebemos um grau de ansiedade dos estudantes quando eles participavam de alguma avaliação e decidimos criar o Projeto de Saúde Emocional para preparar e ensinar os alunos a lidar com desafios como a preparação emocional. Fizemos um momento de escuta, roda de conversas. Este trabalho ajudou na preparação dos alunos e apresentou resultados nesta avaliação diagnóstica. Eles já demonstraram mais tranquilidade, mais segurança para fazer a prova”, destacou a diretora.
Cadernos
A Avaliação Diagnóstica 2023 conta com oito tipos de cadernos de testes, distribuídos entre as escolas participantes. Os cadernos são compostos por itens/questões de múltipla escolha e dispostos na prova com graus de dificuldade diferenciados entre fácil, médio e difícil. As turmas de Educação de Jovens e Adultos/EJA estão sendo avaliadas conforme as habilidades-foco, estabelecidas no Caderno Pedagógico da EJA, com conteúdos específicos para os períodos. A matriz de referência da Avaliação Diagnóstica foi construída com base nos Planos de Curso da rede estadual de ensino.
Fonte: Agência Minas


ARTIGOS
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O prefeito de São Sebastião do Paraíso, Marcelo Morais (PSD), sacudiu o cenário político ao anunciar, nesta semana, que está articulando sua candidatura à presidência da Associação Mineira de Municípios (AMM). A declaração veio após um grupo de prefeitos do sudoeste de Minas Gerais manifestar indignação com a constante falta de atenção dada à região nas decisões e composições
Para Morais, essa iniciativa marca um passo decisivo rumo ao protagonismo das associações AMEG, AMOG e ALAGO no contexto estadual, representando 66 municípios e mais de 1,4 milhão de habitantes. “Chega de sermos ignorados pelo Estado quando o assunto é representatividade, seja na AMM, na CNM, no SAMU ou em qualquer outro espaço estratégico. Nossa região não pode mais ficar à margem das decisões que impactam diretamente nossas cidades”, destacou com firmeza.
O posicionamento firme de Marcelo Morais ecoa entre os prefeitos do sudoeste mineiro, que já iniciou as estratégias articuladas para fortalecer a representatividade da região nas eleições da Associação Mineira de Municípios (AMM), previstas para março deste ano.
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