Minas Gerais
Programa Certifica Minas Café é apresentado à comitiva da União Europeia

O Governo de Minas, por meio da Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa), apresentou os resultados do programa Certifica Minas Café e o potencial exportador do agronegócio mineiro aos Chefes de Missão Adjuntos da União Europeia, nesta quarta-feira (15/5), em reunião solicitada pelo grupo de diplomatas.
Representantes de 16 países participaram do encontro.
“A União Europeia tem demonstrado muito interesse em produtos de em áreas livres de desmatamento, e Minas se apresenta com uma condição muito favorável para esta relação comercial porque o estado tem área de reserva florestal. Isso é muito positivo para ampliarmos o comércio externo”, afirma o secretário adjunto de Agricultura, Pecuária e Abastecimento, João Ricardo Albanez.
A reunião também teve a presença da secretária de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Semad), Marília Melo, que faz um balanço positivo do encontro. “Tivemos a oportunidade de demonstrar o posicionamento estratégico de Minas Gerais em relação à sustentabilidade e aos seus biomas, com o combate ao desmatamento ilegal e especialmente o trabalho desenvolvido pelo Estado junto aos produtores rurais na promoção da regularização ambiental”, avalia.
Exportações
Em relação aos 12 blocos comerciais listados pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), a União Europeia foi o terceiro bloco de destino dos produtos agropecuários mineiros no ano passado. A receita alcançou o valor de U$ 3,1 bilhões, com o embarque de 1,4 milhão de toneladas.
Somente no primeiro trimestre deste ano, a receita já alcançou US$ 3,4 bilhões, impulsionada pelo crescimento do preço médio das commodities e o aumento no volume exportado, que somou 3,3 milhões de toneladas até março.
“Sabemos que o estado de Minas Gerais é um dos maiores produtores de alguns produtos agrícolas, como o café, por exemplo, mas outros também. Então, a ideia é viabilizarmos oportunidades para ambos os lados nesta área da agricultura”, diz o chefe da missão diplomática, Jan Pierre Bou.
Café Sustentável
Em 2023, o café respondeu por 86% das exportações mineiras para a União Europeia, somando US$ aproximadamente U$ 2,7 bilhões.
De acordo com os dados sistematizados pela Plataforma SeloVerde, ferramenta desenvolvida no estado em parceria com a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), que comprova a sustentabilidade das principais cadeias produtivas, 99% das propriedades mineiras de café são categorizadas como áreas livres de desmatamento desde 2008, a data-base estipulada pelo Código Florestal.
A cafeicultura foi a primeira cadeia produtiva a fazer parte do programa Certifica Minas, que tem o objetivo de assegurar a produção dentro de critérios internacionais de sustentabilidade socioeconômica e ambiental. Atualmente, mais de 900 propriedades têm a certificação.
Além da qualidade, a sustentabilidade da produção mineira de café atende ao estabelecido no Regulamento da União Europeia para Produtos Livres de Desmatamento (EUDR, na sigla em inglês).
O Certifica Minas é coordenado pela Secretaria de Agricultura e executado com o apoio das suas vinculadas, a Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado de Minas Gerais (Emater-MG), a Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (Epamig) e o Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA).
Fonte: Agência Minas


ARTIGOS
Marcelo Morais quer disputar presidência da AMM

O prefeito de São Sebastião do Paraíso, Marcelo Morais (PSD), sacudiu o cenário político ao anunciar, nesta semana, que está articulando sua candidatura à presidência da Associação Mineira de Municípios (AMM). A declaração veio após um grupo de prefeitos do sudoeste de Minas Gerais manifestar indignação com a constante falta de atenção dada à região nas decisões e composições
Para Morais, essa iniciativa marca um passo decisivo rumo ao protagonismo das associações AMEG, AMOG e ALAGO no contexto estadual, representando 66 municípios e mais de 1,4 milhão de habitantes. “Chega de sermos ignorados pelo Estado quando o assunto é representatividade, seja na AMM, na CNM, no SAMU ou em qualquer outro espaço estratégico. Nossa região não pode mais ficar à margem das decisões que impactam diretamente nossas cidades”, destacou com firmeza.
O posicionamento firme de Marcelo Morais ecoa entre os prefeitos do sudoeste mineiro, que já iniciou as estratégias articuladas para fortalecer a representatividade da região nas eleições da Associação Mineira de Municípios (AMM), previstas para março deste ano.
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