Minas Gerais

Rede Estadual de Ensino de Minas contará com psicólogos e assistentes sociais para atuarem junto às escolas

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As escolas da rede estadual de ensino de Minas Gerais ganharão um importante reforço no trabalho de desenvolvimento educacional dos estudantes e no processo de mediação e melhoria das relações com a comunidade escolar. Pela primeira vez, a rede contará com psicólogos e assistentes sociais para atuarem junto às escolas. A Secretaria de Estado de Educação de Minas Gerais (SEE/MG) deu início ao processo de contratação desses profissionais, com a publicação do edital de seleção no Diário Oficial de Minas Gerais desta quinta-feira (20/1).

SEE / Divulgação

Ao todo, serão contratados 460 profissionais que irão atuar em núcleos espalhados por todas as 47 Superintendências Regionais de Ensino (SREs). Nas unidades de atuação de psicologia e de serviço social serão desenvolvidas ações que auxiliem no processo de ensino-aprendizagem, com o objetivo de prevenir e minimizar os problemas educacionais, além de orientar a equipe gestora na mediação de conflitos. O Processo Seletivo Simplificado será composto por duas etapas de caráter classificatório e eliminatório. A primeira contará com duas fases: análise do requisito de contratação e análise das informações curriculares. Já a segunda será de entrevista técnico/comportamental. Todas elas serão conduzidas por uma comissão composta por servidores da SEE/MG. A contratação decorrente do Processo Seletivo Simplificado terá duração de até 12 meses, podendo ser prorrogado por igual período.

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Inscrições De acordo com o edital, o período de inscrição e envio da documentação será de 28/1 a 3/2. O cadastro deverá ser realizado, exclusivamente, pela internet, por meio do preenchimento do Formulário de Inscrição disponível neste endereço.

Clique aqui para acessar o edital. Os núcleos

No núcleo, o trabalho do psicólogo será o de acompanhar o ambiente escolar e participar do processo pedagógico sem realizar uma atuação clínica. Já o assistente social deverá garantir orientações para a comunidade escolar quanto ao respeito e clareza dos direitos e deveres individuais e coletivos, com foco na melhoria das relações de ensino e aprendizagem.
Cada núcleo contará, no mínimo, com um psicólogo e um assistente social. O quantitativo de profissionais levará em consideração o número de escolas estaduais localizadas no município. As Superintendências Regionais de Ensino serão as responsáveis por organizar a implementação dessas unidades, de acordo com a necessidade de atendimento. Serão priorizadas as cidades cujas escolas e regionais tenham mais registros de situações de violação de direitos dos estudantes na rede estadual de ensino. A forma de atuação dos profissionais está descrita na Resolução SEE 4.701, publicada na página 32, do Diário Oficial de Minas Gerais, do sábado (15/1).

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GERAL

José Santana, presidente de honra do PL, alerta: “A violência no Rio é um retrato do Brasil”

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O presidente de honra do Partido Liberal (PL), José Santana de Vasconcelos, um dos nomes mais experientes da política mineira e com dez mandatos em sua trajetória, se manifestou sobre a crise de violência que o Rio de Janeiro enfrenta. Em conversa recente com um amigo jornalista, Santana revelou profunda preocupação com a escalada da criminalidade e afirmou que o problema ultrapassa as fronteiras do estado.

“A violência no Rio é uma violência nacional. Não dá para separar o Rio do restante do Brasil”, declarou o deputado, ressaltando que a insegurança é hoje um dos maiores desafios do país.

Para José Santana, a discussão sobre segurança pública deve estar acima de ideologias políticas.

“Independentemente de votar à direita ou à esquerda, todo cidadão de bem quer viver em paz. A segurança é uma convergência nacional”, afirmou.

Modelos de referência: Goiás e Santa Catarina

O parlamentar destacou que alguns estados brasileiros têm mostrado caminhos possíveis, citando como exemplo Goiás, sob a liderança do governador Ronaldo Caiado, e Santa Catarina, ambos reconhecidos por resultados expressivos na redução da criminalidade e gestões eficientes nas forças de segurança.

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Segundo Santana, as experiências desses estados mostram que é possível enfrentar o crime com planejamento, investimento em inteligência e valorização dos profissionais da segurança pública.

Crítica ao governo federal e à inversão de valores

José Santana também fez um duro questionamento às recentes declarações do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, que afirmou que traficantes seriam “vítimas de usuários”.

“É um absurdo. Nós precisamos de bom senso e equilíbrio. O Brasil não pode continuar sendo enganado com narrativas que invertem valores. Cidadãos de bem estão morrendo, enquanto o Estado é manipulado por discursos que protegem criminosos”, criticou o presidente de honra do PL.

Santana reforçou que a grande maioria dos policiais é formada por homens e mulheres honestos, que colocam a vida em risco todos os dias, e que não se pode permitir que “minorias criminosas” dentro das corporações manchem a imagem da categoria.

Confiança no PL e esperança de mudança

O líder mineiro disse estar confiante na força do PL para 2026, elogiando a condução do partido em âmbito nacional e estadual.

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“O PL hoje tem um dos homens mais sérios e que cumpre 100% da sua palavra, que é o Valdemar da Costa Neto. Ele vem conduzindo o partido com firmeza e responsabilidade em todo o país”, afirmou.

José Santana também reconheceu o trabalho do deputado federal Domingos Sávio, presidente estadual do PL em Minas Gerais, pela forma como vem conduzindo o partido e defendendo valores de ordem, respeito e justiça social.

Encerrando sua fala, o experiente parlamentar deixou uma mensagem de esperança:

“O Brasil precisa reencontrar o caminho da paz e da autoridade. Segurança pública é dever do Estado e direito do cidadão. Que em 2026 possamos mudar essa história, com coragem, equilíbrio e amor ao nosso país.”

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