Minas Gerais
Serviços assistenciais no Hospital Cristiano Machado, da Fhemig, serão ampliados
O Hospital Cristiano Machado (HCM), pertencente à Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais (Fhemig), passará por mudanças que vão refletir na ampliação dos serviços que atualmente são prestados pela unidade, que atua hoje como referência em cuidados prolongados e retaguarda do Hospital João XXIII.
A Fhemig publicou nesta quinta-feira (22/12) edital para celebração de contrato de gestão com entidade sem fins lucrativos, qualificada ou que pretenda se qualificar como Organização Social (OS), para o Hospital Cristiano Machado.
A maior autonomia, possível com este modelo de gestão, permite conduzir, em menor prazo, a contratação de serviços e aquisição de equipamentos e insumos, além da celeridade dos processos administrativos. “O Hospital Cristiano Machado poderá ampliar a assistência oferecida aos usuários da região, potencializando a oferta para cobrir as demandas existentes. O esforço resultará em atendimentos clínicos de mais qualidade, maior oferta de leitos e de procedimentos cirúrgicos, o que é um ganho inestimável para a população”, avalia a presidente da Fhemig, Renata Dias.
Mais cirurgias
Com o novo modelo, o HCM passará a disponibilizar cirurgias gerais de média e alta complexidade. Também serão oferecidos 16 leitos cirúrgicos, 20 leitos de enfermaria de retaguarda e 25 leitos na Unidade de Cuidados Prolongados (UCP).
O novo escopo assistencial, aprovado na Comissão Intergestores Bipartite (CIB-MG), representa um aumento de 47% nas internações de cuidados prolongados, principal vocação da unidade até o momento. Outros avanços também foram considerados para a celebração de contrato com a organização social.
A OS deverá obter acreditação ONA nível 2 para o hospital, que é um selo de excelência de gestão na saúde, assim como promover a melhoria dos indicadores assistenciais, o que reflete diretamente na qualidade da assistência prestada ao usuário do Sistema Único de Saúde (SUS).
Com a iniciativa, espera-se ainda a redução dos custos operacionais, o que permitirá maiores investimentos em assistência à saúde, reforçando que a autonomia da gestão reduz as burocracias para compra de insumos e equipamentos hospitalares, por exemplo.
Qualificação e seleção
De acordo com a legislação mineira, o contrato de gestão é um instrumento firmado entre a administração pública estadual e uma entidade qualificada como OS. Não é necessária a prévia qualificação para a participação em processo de seleção pública. No entanto, a organização vencedora deve ser qualificada tempestivamente, antes da celebração da parceria. A qualificação como OS é, inclusive, uma etapa prevista no cronograma do processo de seleção pública.
As entidades interessadas podem dar início ao processo de qualificação a qualquer momento, que é gratuito e vincula-se ao cumprimento dos requisitos estabelecidos na Lei Estadual 23.081/2018 e no Decreto Estadual 47.553/2018. As orientações para o requerimento de qualificação como OS podem ser consultadas no site da Seplag-MG. Acesse aqui.
Os critérios de seleção são objetivos, não restritos a aspectos financeiros e baseados na experiência da entidade em gestão de serviços de saúde.
As propostas para a seleção da entidade parceira devem ser encaminhadas, exclusivamente, por meio do Sistema Eletrônico de Informações (SEI!MG) entre os dias 13 e 19 /1/ 2023. Mais detalhes sobre critérios, normas e exigências estão disponíveis no edital, no link: www.fhemig.mg.gov.br/oss.
Direitos do servidor
A gestão por OS não representa privatização da unidade hospitalar. A responsabilidade direta pela administração da unidade fica a cargo da organização, mas o patrimônio e o serviço de saúde continuam sendo públicos, 100% SUS.
A Fhemig, por sua vez, permanece com a função de elaborar e conduzir as diretrizes da política pública de saúde, além de fiscalizar o contrato de gestão com a entidade selecionada, atuando de maneira incisiva no monitoramento periódico e na avaliação dos resultados.
“É importante esclarecer que o servidor efetivo não será exonerado e não perderá nenhum dos direitos e benefícios que hoje possui decorrente do cargo ou função pública que ocupa. Além disso, poderá optar ou não pela cessão especial à OS”, explica Renata Dias.
História
O Hospital Cristiano Machado, localizado no bairro Roça Grande, em Sabará, região metropolitana de Belo Horizonte, foi fundado em 1944 com o nome de Sanatório Roça Grande. À época, sua missão era atender ao paciente acometido pela hanseníase. Pertenceu à Fundação Estadual de Assistência Leprocomial (Feal) até 1977, quando passou a integrar a Fhemig.
A partir daí, acentuaram-se as modificações na assistência. No início da década de 1980, o sanatório começou o processo para se tornar um hospital.
Atualmente, o Hospital Cristiano Machado é a retaguarda do Hospital João XXIII para casos neurológicos e ortopédicos que necessitam de internações de longa permanência.
Fonte: Agência Minas
GERAL
José Santana, presidente de honra do PL, alerta: “A violência no Rio é um retrato do Brasil”
O presidente de honra do Partido Liberal (PL), José Santana de Vasconcelos, um dos nomes mais experientes da política mineira e com dez mandatos em sua trajetória, se manifestou sobre a crise de violência que o Rio de Janeiro enfrenta. Em conversa recente com um amigo jornalista, Santana revelou profunda preocupação com a escalada da criminalidade e afirmou que o problema ultrapassa as fronteiras do estado.
“A violência no Rio é uma violência nacional. Não dá para separar o Rio do restante do Brasil”, declarou o deputado, ressaltando que a insegurança é hoje um dos maiores desafios do país.
Para José Santana, a discussão sobre segurança pública deve estar acima de ideologias políticas.
“Independentemente de votar à direita ou à esquerda, todo cidadão de bem quer viver em paz. A segurança é uma convergência nacional”, afirmou.
Modelos de referência: Goiás e Santa Catarina
O parlamentar destacou que alguns estados brasileiros têm mostrado caminhos possíveis, citando como exemplo Goiás, sob a liderança do governador Ronaldo Caiado, e Santa Catarina, ambos reconhecidos por resultados expressivos na redução da criminalidade e gestões eficientes nas forças de segurança.
Segundo Santana, as experiências desses estados mostram que é possível enfrentar o crime com planejamento, investimento em inteligência e valorização dos profissionais da segurança pública.
Crítica ao governo federal e à inversão de valores
José Santana também fez um duro questionamento às recentes declarações do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, que afirmou que traficantes seriam “vítimas de usuários”.
“É um absurdo. Nós precisamos de bom senso e equilíbrio. O Brasil não pode continuar sendo enganado com narrativas que invertem valores. Cidadãos de bem estão morrendo, enquanto o Estado é manipulado por discursos que protegem criminosos”, criticou o presidente de honra do PL.
Santana reforçou que a grande maioria dos policiais é formada por homens e mulheres honestos, que colocam a vida em risco todos os dias, e que não se pode permitir que “minorias criminosas” dentro das corporações manchem a imagem da categoria.
Confiança no PL e esperança de mudança
O líder mineiro disse estar confiante na força do PL para 2026, elogiando a condução do partido em âmbito nacional e estadual.
“O PL hoje tem um dos homens mais sérios e que cumpre 100% da sua palavra, que é o Valdemar da Costa Neto. Ele vem conduzindo o partido com firmeza e responsabilidade em todo o país”, afirmou.
José Santana também reconheceu o trabalho do deputado federal Domingos Sávio, presidente estadual do PL em Minas Gerais, pela forma como vem conduzindo o partido e defendendo valores de ordem, respeito e justiça social.
Encerrando sua fala, o experiente parlamentar deixou uma mensagem de esperança:
“O Brasil precisa reencontrar o caminho da paz e da autoridade. Segurança pública é dever do Estado e direito do cidadão. Que em 2026 possamos mudar essa história, com coragem, equilíbrio e amor ao nosso país.”
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