Minas Gerais
Servidores da Educação do Estado participam de formações de preparação do ano letivo de 2025

O início do período letivo começa com o planejamento da oferta de escolarização, organizando o atendimento escolar. Assim, a rede estadual de ensino dá início ao Plano de Atendimento Escolar – PAE 2025, na formação de técnicos das Superintendências Regionais de Ensino e Gestores Escolares para a elaboração das propostas de atendimento para o próximo ano, visando o ingresso dos estudantes pelo Sistema Único de Cadastro e Encaminhamento para Matrícula (Sucem).
“O Plano de Atendimento Educacional propõe a organização da rede para o próximo ano, mapeamento da oferta de escolarização e formação profissional, de forma a ampliar o ingresso na rede pública de ensino dos estudantes por meio do Sucem, observando o zoneamento dos municípios, de forma igualitária”, afirma a superintendente de Organização Escolar e Informações Educacionais, Simone Emerick, ao defender a democratização de acesso e transparência proporcionadas pelo Sucem.
A abertura da formação foi marcada por apresentações culturais dos estudantes e professores da Escola Estadual Leônidas Marques Afonso, em Jaboticatubas, e do coral da Escola Estadual Doutor Roberto Belisário, em Pedro Leopoldo, ambas escolas circunscritas na Superintendência Regional de Ensino Metropolitana C.
No primeiro dia de formação, o secretário de Estado de Educação de Minas Gerais, Igor de Alvarenga, ressaltou a seriedade com que os trabalhos devem ser realizados no que diz respeito à avaliação da unidade escolar e ao encaminhamento mais adequado do estudante e a importância de uma avaliação criteriosa da unidade escolar, de forma a garantir o acesso dos estudantes que buscarem por uma vaga na rede pública de ensino. “Defender as modalidades de ensino, como o ensino integral, por exemplo, requer muito trabalho e estudo. Nós avaliamos qual a melhor oferta de modalidade de ensino e turnos de acordo com levantamentos e o contexto social e econômico da comunidade escolar”, afirma o secretário.
Democratização
Antes da implantação do Sucem, a busca por uma vaga na rede pública de ensino significava a formação de filas na porta das escolas, uma distribuição desigual e pouco transparente quanto aos critérios de ingresso dos estudantes. Com a implantação do Sucem, o atendimento da demanda por escolarização passa a ser realizado de forma equânime e transparente.
“O ano letivo começa na elaboração do Plano de Atendimento. O regime de colaboração é fundamental para manter o bom diálogo com os municípios”, reforça a subsecretaria de Articulação Educacional, Cláudia Lara, uma vez que o Sucem encaminha estudantes para as vagas da rede estadual e municipal de ensino.
A secretária adjunta Geniana Faria defendeu em sua fala de abertura o processo de gestão responsável. “Independente de ser rede estadual ou municipal, nosso papel é garantir o direito do estudante de estar e permanecer na escola. E para isso precisamos de reorganização e bom dimensionamento de rede”, ressalta.
“Desde 2020, quando implementamos o Sucem na nossa regional, percebemos mais equidade. Estudamos o zoneamento e após o encerramento do cadastro, avaliamos o que funcionou. Fazemos o mapeamento e a revisão, principalmente dos estudantes da zona rural, que dependem de transporte para ir à escola”, observa Fabriciana Lima de Castro, técnica em educação da Superintendência Regional de Ensino de Teófilo Otoni, que conta com quase 100% das escolas cadastradas no Sucem.
Fonte: Agência Minas


ARTIGOS
Marcelo Morais quer disputar presidência da AMM

O prefeito de São Sebastião do Paraíso, Marcelo Morais (PSD), sacudiu o cenário político ao anunciar, nesta semana, que está articulando sua candidatura à presidência da Associação Mineira de Municípios (AMM). A declaração veio após um grupo de prefeitos do sudoeste de Minas Gerais manifestar indignação com a constante falta de atenção dada à região nas decisões e composições
Para Morais, essa iniciativa marca um passo decisivo rumo ao protagonismo das associações AMEG, AMOG e ALAGO no contexto estadual, representando 66 municípios e mais de 1,4 milhão de habitantes. “Chega de sermos ignorados pelo Estado quando o assunto é representatividade, seja na AMM, na CNM, no SAMU ou em qualquer outro espaço estratégico. Nossa região não pode mais ficar à margem das decisões que impactam diretamente nossas cidades”, destacou com firmeza.
O posicionamento firme de Marcelo Morais ecoa entre os prefeitos do sudoeste mineiro, que já iniciou as estratégias articuladas para fortalecer a representatividade da região nas eleições da Associação Mineira de Municípios (AMM), previstas para março deste ano.
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