Tribunal de Justiça
CNJ entrega prêmio ao TJMG por projeto voltado aos povos originários


O Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), por meio da 3ª Vice-Presidência, recebeu, nesta terça-feira (9/4), do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), o I Prêmio de Responsabilidade Social e Promoção da Dignidade, na categoria “Promoção da Inclusão Social e Combate à Discriminação”. O TJMG foi premiado pelo projeto “Cidadania, Democracia e Justiça aos Povos Originários em Minas Gerais”.
Durante a cerimônia de premiação foi exibido um vídeo institucional sobre o projeto. Veja abaixo:
Representação

O presidente do Tribunal, desembargador José Arthur de Carvalho Pereira Filho, e a 3ª vice-presidente da Corte mineira, desembargadora Ana Paula Nannetti Caixeta, foram representados no evento virtual, transmitido pelo canal do CNJ no YouTube, pela coordenadora-adjunta do Centros Judiciários de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejusc) Povos e Comunidades Tradicionais, desembargadora Shirley Fenzi Bertão.

Também esteve presente, virtualmente, o juiz Matheus Moura Matias Miranda, titular da 1ª Vara da Comarca de Caeté, idealizador e proponente do Projeto do TJMG.
Mesa de honra
A mesa de honra virtual do evento contou com a presença da ministra do Tribunal Superior do Trabalho (TST) Kátia Magalhães Arruda; dos conselheiros do CNJ Giovanni Olsson e Pablo Coutinho Barreto; e da secretária-geral do CNJ, Adriana Cruz.
Projeto
O Projeto “Cidadania, Democracia e Justiça aos Povos Originários em Minas Gerais”, estruturado no artigo 231 da Constituição Federal e na Resolução nº 454/2022, do CNJ, é baseado na metodologia da escuta ativa que direciona as ações do Poder Judiciário para as principais demandas das comunidades indígenas, sempre levando em conta a cultura, o território e os direitos de cada povo. As reuniões para a escuta ativa são realizadas regularmente e possuem caráter informal e colaborativo. Elas visam dar protagonismo aos indígenas para que manifestem seus desejos e necessidades.

Para o presidente do TJMG, desembargador José Arthur de Carvalho Pereira Filho, é uma honra receber o prêmio do CNJ por uma iniciativa tão importante socialmente, e que já conquistou reconhecimento internacional. “Em fevereiro do ano passado, tivemos a alegria de ver nosso projeto indicado pelo Observatório da Inovação no Setor Público, da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). Agora, o CNJ reconhece o potencial de inclusão e transformação social da ação”, afirmou.

Segundo a 3ª vice-presidente da Corte mineira, desembargadora Ana Paula Nannetti Caixeta, o projeto congrega magistradas, magistrados, servidoras, servidores e diversas instituições públicas, de maneira colaborativa e harmônica, cada qual contribuindo para que os povos indígenas possam ter ampliado seu acesso aos serviços judiciários e aos direitos constitucionalmente a eles assegurados.
Prêmio
A premiação do CNJ abrange quatro categorias: “Responsabilidade Social do Poder Judiciário”; “Enfretamento ao Tráfico de Pessoas”; “Promoção da Inclusão Social e Combate à Discriminação”; e “Promoção do Trabalho Decente”. Criado pela Resolução CNJ nº 513/2023, o Prêmio de Responsabilidade Social do Poder Judiciário e Promoção da Dignidade tem como objetivo prestigiar e incentivar ações, projetos e programas de pessoas físicas ou jurídicas que tenham se destacado na promoção, defesa e garantia dos valores sociais e de ações de responsabilidade social do Poder Judiciário.
Segundo o conselheiro Giovanni Olsson, presidente da Comissão Permanente de Sustentabilidade e Responsabilidade Social do CNJ e coordenador da Comissão de Avaliação do prêmio, a data da solenidade de entrega foi escolhida para coincidir com a Semana Nacional da Responsabilidade Social do Brasil, instituída pela Lei nº 13.559 de 2017. “Reconhecemos a qualidade de todas as propostas apresentadas e tivemos um trabalho hercúleo em selecionar entre tantas boas práticas, as 10 vencedoras desta primeira edição do Prêmio de Responsabilidade Social e Promoção da Dignidade”, disse.
Por meio de vídeo exibido na cerimônia virtual, o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) e do CNJ, ministro Luís Roberto Barroso, ressaltou o empenho de todas as instituições em prol de uma sociedade mais igualitária, reforçando o objetivo da premiação em “prestigiar e incentivar ações, projetos e programas que fomentem a proteção dos Direitos Humanos, a responsabilidade social, a promoção da dignidade e que enfrentam o tráfico de pessoas”.
Vencedores
A primeira edição do prêmio recebeu mais de 150 inscrições de todo País e 10 foram premiadas.
Na categoria “Responsabilidade Social do Poder Judiciário”, o vencedor foi o Projeto “Justiça de Olhos Abertos”, do servidor Edson Viana Gomes, do Tribunal de Justiça do Ceará (TJCE). O segundo lugar ficou com o “Programa de Inclusão Político Eleitoral – Assentamentos Povos e Comunidades Tradicionais do Estado de São Paulo”, das servidoras Regina Rufino e Luna Blasco Soler Chino, do Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP). Em terceiro, ficou o “Vozes da Paz: paz e democracia nas escolas”, das juízas Gláucia Falsarella Pereira Foley e Caroline Santos Lima, do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT).
Na categoria “Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas”, o vencedor foi o Projeto “Pureza, Heroína Nacional: a jornada heroica da maior abolicionista contemporânea no combate ao tráfico de pessoas”, de Da Cor ao Caso Instituto.
Na categoria “Promoção da Inclusão Social e Combate à Discriminação”, foi premiado o Projeto “Cidadania, Democracia e Justiça aos Povos Originários em Minas Gerais”, da 3ª Vice-Presidência do TJMG. Em segundo, ficou o Programa “Justiça Cidadã”, do desembargador Cristóvão José Suter Correia da Silva, do Tribunal de Justiça de Roraima (TJRR). O terceiro lugar foi para o “Programa Escuta Ativa dos Povos Indígenas”, das juízas Adriana da Silva Chaves e Elaile Silva Carvalho e do juiz Marco Adriano Ramos Fonseca, do Tribunal de Justiça do Maranhão (TJMA).
Na categoria “Promoção do Trabalho Decente”, venceu o Projeto “Judiciário Fraterno”, da desembargadora Maria Zuíla Lima Dutra e da juíza Vanilza de Souza Malcher, do Tribunal Regional do Trabalho da 8ª Região (TRT8). Em segundo, ficou a “Assistência Judiciária Gratuita da Clínica de Trabalho Escravo e Tráfico de Pessoas da Faculdade de Direito da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG)”, do professor Carlos Henrique Borlido Haddad, da Faculdade de Direito da UFMG. O terceiro lugar foi para o “Projeto Escolas”, da Clínica de Trabalho Escravo e Tráfico de Pessoas da UFMG.
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Fonte: Tribunal de Justiça de MG


Notícia Boa!
Carlos Henrique Romanelli, “Carlinhos do Ney”, é eleito vereador em Itamonte com o compromisso de seguir o legado do pai, Ney Romanelli

Carlos Henrique Romanelli, conhecido carinhosamente como “Carlinhos do Ney”, 56 anos, casado e pai de três filhos, agora faz parte da Câmara Municipal de Itamonte. Eleito pelo PL (Partido Liberal), Carlinhos assume seu lugar como vereador com um grande compromisso: continuar o legado do pai, o inesquecível Ney Romanelli, ex-prefeito de Itamonte por três mandatos e símbolo de trabalho e dedicação à cidade.
Ney Romanelli, falecido recentemente, deixou sua marca através de grandes obras e transformações em Itamonte. Com um coração generoso, o ex-prefeito conquistou o carinho e a admiração do povo, sendo lembrado como alguém que sempre esteve presente nas dificuldades dos cidadãos. “Meu pai foi um grande líder, um exemplo de humildade e amor pela cidade”, afirma Carlinhos, com a emoção de quem foi influenciado profundamente pela trajetória do pai.
O legado de Ney Romanelli é visível nas estruturas que transformaram a cidade, e seu nome permanece na memória dos moradores como sinônimo de uma administração que cuidava de cada detalhe da cidade com zelo e comprometimento. “Quero dar continuidade a esse trabalho, resgatar a simplicidade e o contato próximo com o povo, que meu pai sempre teve”, declara Carlinhos do Ney, evidenciando que sua gestão será marcada pelo mesmo carinho e dedicação, bem como pelo trabalho sério e humanizado que pautou a política de seu pai.
Com a sua eleição, Carlinhos do Ney chega à Câmara Municipal como a voz do povo, com um olhar atento aos problemas diários que afetam a comunidade. Ele leva consigo o exemplo de liderança do pai, mantendo a humildade e o carinho no trato com cada cidadão de Itamonte, sempre buscando soluções para o bem-estar da população.
A cidade aguarda com expectativa os próximos passos de Carlinhos como vereador, já reconhecendo nele a vontade de fazer a diferença, mantendo a essência de quem cresceu ao lado de um homem que dedicou sua vida à sua terra e ao seu povo. Carlinhos do Ney já se mostra como um político de proximidade, que não perdeu a conexão com as raízes e que promete caminhar, com dedicação e respeito, pelos mesmos trilhos que seu pai seguiu, com muito trabalho e amor por Itamonte.
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