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Comarca de Uberlândia realiza audiência pública para ouvir pessoas em situação de rua

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O evento foi conduzido pela superintendente do Núcleo de Voluntariado do TJMG, desembargadora Maria Luíza de Marilac, com a participação de diversos integrantes do Poder Judiciário e outros órgãos (Crédito: Divulgação/TJMG)

A Comarca de Uberlândia, no Triângulo Mineiro, recebeu, nesta quarta-feira (5/7), a audiência pública para discutir a Política Nacional de Atenção às Pessoas em Situação de Rua, promovida pelo Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG). O evento aconteceu no fórum da comarca e serviu para promover o diálogo, escuta e troca de experiências.

Foram debatidas questões como acesso à Justiça, reforço e efetividade dos procedimentos e cooperação administrativa entre instituições em favor dos direitos e garantias das pessoas em situação de rua. Participaram representantes de instituições não-governamentais, do Poder Executivo, do Ministério Público e da Defensoria Pública de Minas Gerais.

A audiência pública foi conduzida pela superintendente do Núcleo de Voluntariado do TJMG, desembargadora Maria Luíza de Marilac, e pela juíza coordenadora do Comitê PopRua/Jus, Claudia Helena Batista, com a participação da desembargadora Maria das Graças Rocha Santos e da juíza diretora do Foro de Uberlândia, Maria Elisa Taglialegna.

O promotor de justiça da comarca, José Aparecido Gomes, e o promotor responsável pela Coordenadoria de Inclusão e Mobilização Sociais (Cimos), do Ministério Público de Minas Gerais, Paulo Cesar Vicente de Lima, também participaram do evento, assim como o defensor público Fernando Vilerfort, e a representante da Associação Mineira de Municípios, Letícia Godinho.

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Todos os depoimentos na audiência pública foram registrados em ata e, posteriormente, serão feitos os encaminhamentos de ofícios para diversos órgãos públicos na tentativa de solucionar problemas apontados (Crédito: Divulgação/TJMG)

A desembargadora Maria Luíza de Marilac ressaltou a recomendação do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), por meio da Resolução nº 425 de 2021, que trata do acesso à Justiça pela população em situação de rua e suas interseccionalidades, e regulamentada pelo Judiciário mineiro em 2022.

Ela citou algumas diretrizes dessa norma, como a obrigatoriedade de atendimento preferencial desburocratizado. “Tem papel fundamental aqueles que atuam na linha de frente de atendimento do Tribunal de Justiça para acolher e atender de forma humanizada a pessoa em situação de rua”, disse.

A juíza diretora do Foro de Uberlândia, Maria Elisa Taglialegna, agradeceu a oportunidade de debater o assunto na comarca. Já a magistrada Cláudia Helena Batista homenageou uma antiga colega que dedicou a vida ao trabalho em prol das pessoas em situação de vulnerabilidade, destacando a importância desse olhar atento aos que precisam.

Segundo ela, “a principal intenção da audiência pública é ouvir as demandas das pessoas em situação de rua”. E diversas pessoas em vulnerabilidade social aproveitaram a oportunidade e participaram da audiência pública. Contaram sobre a vida nas ruas, sobre a necessidade de procurar ajuda, da dificuldade em conseguir trabalho ou de tirar documentos de identificação. “A ausência de documentação é o principal problema da pessoa em situação de rua”, destacou Fabiano Queiroz.

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Todos os depoimentos na audiência pública foram registrados em ata e, posteriormente, serão feitos os encaminhamentos de ofícios para diversos órgãos públicos na tentativa de solucionar problemas encontrados. O objetivo dessas audiências é que todos os envolvidos possam buscar formas concretas de ações com a rede de instituições públicas e privadas dedicadas ao enfrentamento da grave situação das pessoas em situação de rua no Brasil.

Outra audiência pública com o mesmo objetivo está prevista para a Região Metropolitana de Belo Horizonte, em 26 de julho, envolvendo as comarcas de Betim, Contagem e Sete Lagoas. A iniciativa já foi realizada em Belo Horizonte, Ipatinga, Montes Claros e Juiz de Fora.

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Fonte: Tribunal de Justiça de MG

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Carlos Henrique Romanelli, “Carlinhos do Ney”, é eleito vereador em Itamonte com o compromisso de seguir o legado do pai, Ney Romanelli

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Carlos Henrique Romanelli, conhecido carinhosamente como “Carlinhos do Ney”, 56 anos, casado e pai de três filhos, agora faz parte da Câmara Municipal de Itamonte. Eleito pelo PL (Partido Liberal), Carlinhos assume seu lugar como vereador com um grande compromisso: continuar o legado do pai, o inesquecível Ney Romanelli, ex-prefeito de Itamonte por três mandatos e símbolo de trabalho e dedicação à cidade.

Ney Romanelli, falecido recentemente, deixou sua marca através de grandes obras e transformações em Itamonte. Com um coração generoso, o ex-prefeito conquistou o carinho e a admiração do povo, sendo lembrado como alguém que sempre esteve presente nas dificuldades dos cidadãos. “Meu pai foi um grande líder, um exemplo de humildade e amor pela cidade”, afirma Carlinhos, com a emoção de quem foi influenciado profundamente pela trajetória do pai.

O legado de Ney Romanelli é visível nas estruturas que transformaram a cidade, e seu nome permanece na memória dos moradores como sinônimo de uma administração que cuidava de cada detalhe da cidade com zelo e comprometimento. “Quero dar continuidade a esse trabalho, resgatar a simplicidade e o contato próximo com o povo, que meu pai sempre teve”, declara Carlinhos do Ney, evidenciando que sua gestão será marcada pelo mesmo carinho e dedicação, bem como pelo trabalho sério e humanizado que pautou a política de seu pai.

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Com a sua eleição, Carlinhos do Ney chega à Câmara Municipal como a voz do povo, com um olhar atento aos problemas diários que afetam a comunidade. Ele leva consigo o exemplo de liderança do pai, mantendo a humildade e o carinho no trato com cada cidadão de Itamonte, sempre buscando soluções para o bem-estar da população.

A cidade aguarda com expectativa os próximos passos de Carlinhos como vereador, já reconhecendo nele a vontade de fazer a diferença, mantendo a essência de quem cresceu ao lado de um homem que dedicou sua vida à sua terra e ao seu povo. Carlinhos do Ney já se mostra como um político de proximidade, que não perdeu a conexão com as raízes e que promete caminhar, com dedicação e respeito, pelos mesmos trilhos que seu pai seguiu, com muito trabalho e amor por Itamonte.

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