Tribunal de Justiça
Corregedoria Nacional de Justiça anuncia metas para 2023

O corregedor nacional de Justiça, ministro Luis Felipe Salomão, e representantes das presidências e das corregedorias-gerais dos tribunais brasileiros aprovaram, por unanimidade, as metas e diretrizes da Corregedoria Nacional de Justiça para 2023, no 16º Encontro Nacional do Poder Judiciário. Ao final do evento, que reuniu os 91 tribunais brasileiros, nos dias 21 e 22 de novembro, na sede do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), também foram definidas, pelo Conselho Nacional de Justiça, as 11 metas nacionais para o Judiciário para o próximo ano.

As metas e diretrizes da Corregedoria Nacional de Justiça delimitam um plano de ação para todos os órgãos do Poder Judiciário que exercem função correcional, estabelecendo objetivos para o andamento dos processos disciplinares e definindo prioridades e linhas de atuação nos cinco segmentos da Justiça, na busca pela melhoria da prestação jurisdicional.
O corregedor-geral de Justiça de Minas Gerais, desembargador Luiz Carlos de Azevedo Corrêa Junior, que participou das atividades do 16º Encontro do Poder Judiciário junto com da juíza auxiliar da Presidência, Marcela Novais, e o diretor executivo de Planejamento Orçamentário e Qualidade na Gestão Institucional (Deplag) do TJMG, João Victor Silveira Rezende, afirmou que as metas e diretrizes da Corregedoria Nacional de Justiça “refletem o objetivo de agilizar e aprimorar a atividade disciplinar das Corregedorias, a fiscalização do extrajudicial e a própria administração dos Tribunais”.
O desembargador ressaltou ainda “os justificáveis objetivos de acessibilidade e inclusão” e disse que a equipe da Corregedoria-Geral de Justiça de Minas gerais “já está trabalhando para que o atendimento aos comandos divulgados acarrete, em última análise, benefícios aos jurisdicionados”.

Metas
No encerramento do Encontro, o corregedor nacional de Justiça, Luis Felipe Salomão, destacou a necessidade de sempre se buscar o aperfeiçoamento e a renovação do sistema de Justiça, o que marcará a atuação das corregedorias em 2023. “Fixamos algumas diretrizes inovadoras, consentâneas (adequadas) com os tempos que vivemos, como o combate à litigância predatória, medidas de desjudicialização e a correta aplicação dos precedentes. Tenho absoluta certeza de que, para fazer frente a esses desafios, nesses tempos difíceis, contamos com a empolgação e a responsabilidade de cada juiz e juíza, servidor e servidora, que faz que o Poder Judiciário seja um dos mais respeitados do mundo”, afirmou.
As metas são:
Meta 1 – Diz respeito à diminuição da quantidade maior de procedimentos disciplinares do que os distribuídos no ano corrente;
Meta 2 – Prevê decisão em todos os procedimentos disciplinares em curso nas corregedorias distribuídos até 31/8/2022.
Meta 3 – Prevê decisão de 80% dos procedimentos disciplinares no prazo de 140 dias a partir da distribuição;
Meta 4 – Trata do recebimento, exclusivamente por meio do PJeCor, todos os novos pedidos de providências, atos normativos, representações por excesso de prazo, procedimentos administrativos e/ou de natureza disciplinar contra magistrados de primeiro e segundo graus, bem como os recursos contra decisões correcionais monocráticas, inclusive aqueles que tramitem colegiadamente ou nas presidências dos tribunais;
Meta 5 – Meta 5 prevê a apresentação, no prazo de 90 dias, por formulário eletrônico disponibilizado pela Corregedoria Nacional, a Relação Geral de Vacâncias das Serventias Extrajudiciais. Cada tribunal deverá discriminar as serventias vagas, cumulações e desacumulações, modelo de provimento precário ou interino, com os respectivos títulos e prestação de contas, e a comprovação e o andamento dos concursos públicos realizados para provimento, a contar da Resolução CNJ n. 81/2009;
Meta 6 – Pede a apresentação, no prazo de 90 dias, de relatório circunstanciado acerca do cumprimento da Resolução CNJ n. 219/2016, que dispõe sobre a distribuição de servidores, de cargos em comissão e de funções de confiança nos órgãos do Poder Judiciário de primeiro e segundo graus e dá outras providências, indicando a existência de normas locais correlatas;
Diretrizes
Para 2023, a Corregedoria Nacional de Justiça também definiu 15 diretrizes estratégicas, com o objetivo de assegurar o aperfeiçoamento da atividade jurisdicional e das serventias extrajudiciais.
São elas:
Diretriz 1 – Permitir a interoperabilidade e a interconexão entre os diversos sistemas já existentes nas serventias extrajudiciais;
Diretriz 2 – Incentivar a conciliação pelas serventias extrajudiciais;
Diretriz 3 – Adequar os serviços cartoriais e notariais à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD);
Diretriz 4 – Desenvolver e regulamentar fluxos de trabalho para o recebimento de informações sobre a instauração de qualquer investigação criminal, inquérito policial ou procedimento de investigação criminal no Ministério Público;
Diretriz 5 – Incentivar a erradicação do sub-registro civil;
Diretriz 6 – Acompanhar a aplicação dos precedentes obrigatórios firmados pelas cortes superiores e dos colegiados dos tribunais pelas corregedorias;
Diretriz 7 – Regulamentar o combate à litigância predatória;
Diretriz 8 – Adotar medidas para a implementação de recomendações do CNJ aos tribunais para a segurança de magistradas e servidoras alvos de violência doméstica;
Diretriz 9 – Atuar para a realização de audiências concentradas para reavaliar as medidas socioeducativas de internação e semiliberdade;
Diretriz 10 – Ampliar a acessibilidade e a inclusão de pessoas com deficiência no Poder Judiciário;
Diretriz 11 – Desenvolver protocolos institucionais entre tribunais, entidades da sociedade civil, instituições de ensino, empreendedores e empresários, para viabilizar o processo de desinstitucionalização dessas pessoas ao completar 18 anos;
Diretriz 12 – Corregedorias-gerais devem informar, à Corregedoria Nacional, as medidas adotadas para o retorno ao trabalho presencial, inclusive no segundo grau de jurisdição;
Diretriz 13 – Em relação a pessoas que respondem a processos criminais, as corregedorias deverão apresentar relatório analítico dos processos de presos provisórios pendentes de julgamento;
Diretriz 14 – Deverão ainda apresentar relatórios, em sentido estrito, de pronunciados presos em andamento;
Diretriz 15 – Deverão, da mesma forma, apresentar os relatórios da tramitação, no 2º grau, do recurso especial e do extraordinário em processos de réus presos.
Diretoria Executiva de Comunicação – Dircom
Tribunal de Justiça de Minas Gerais – TJMG
(31) 3306-3920
[email protected]
instagram.com/TJMGoficial/
facebook.com/TJMGoficial/
twitter.com/tjmgoficial
flickr.com/tjmg_oficial
Fonte: TJMG


Notícia Boa!
Carlos Henrique Romanelli, “Carlinhos do Ney”, é eleito vereador em Itamonte com o compromisso de seguir o legado do pai, Ney Romanelli

Carlos Henrique Romanelli, conhecido carinhosamente como “Carlinhos do Ney”, 56 anos, casado e pai de três filhos, agora faz parte da Câmara Municipal de Itamonte. Eleito pelo PL (Partido Liberal), Carlinhos assume seu lugar como vereador com um grande compromisso: continuar o legado do pai, o inesquecível Ney Romanelli, ex-prefeito de Itamonte por três mandatos e símbolo de trabalho e dedicação à cidade.
Ney Romanelli, falecido recentemente, deixou sua marca através de grandes obras e transformações em Itamonte. Com um coração generoso, o ex-prefeito conquistou o carinho e a admiração do povo, sendo lembrado como alguém que sempre esteve presente nas dificuldades dos cidadãos. “Meu pai foi um grande líder, um exemplo de humildade e amor pela cidade”, afirma Carlinhos, com a emoção de quem foi influenciado profundamente pela trajetória do pai.
O legado de Ney Romanelli é visível nas estruturas que transformaram a cidade, e seu nome permanece na memória dos moradores como sinônimo de uma administração que cuidava de cada detalhe da cidade com zelo e comprometimento. “Quero dar continuidade a esse trabalho, resgatar a simplicidade e o contato próximo com o povo, que meu pai sempre teve”, declara Carlinhos do Ney, evidenciando que sua gestão será marcada pelo mesmo carinho e dedicação, bem como pelo trabalho sério e humanizado que pautou a política de seu pai.
Com a sua eleição, Carlinhos do Ney chega à Câmara Municipal como a voz do povo, com um olhar atento aos problemas diários que afetam a comunidade. Ele leva consigo o exemplo de liderança do pai, mantendo a humildade e o carinho no trato com cada cidadão de Itamonte, sempre buscando soluções para o bem-estar da população.
A cidade aguarda com expectativa os próximos passos de Carlinhos como vereador, já reconhecendo nele a vontade de fazer a diferença, mantendo a essência de quem cresceu ao lado de um homem que dedicou sua vida à sua terra e ao seu povo. Carlinhos do Ney já se mostra como um político de proximidade, que não perdeu a conexão com as raízes e que promete caminhar, com dedicação e respeito, pelos mesmos trilhos que seu pai seguiu, com muito trabalho e amor por Itamonte.
-
CIDADES7 dias atrás
Nikolas é favorito em Minas
-
Coluna Minas Gerais7 dias atrás
Presidente da CAAMG prestigia posse da diretoria da OAB Nacional e participa de reunião da Concad
-
Coluna Minas Gerais6 dias atrás
Fabriciano inicia obra de 500 moradias
-
Coluna Minas Gerais5 dias atrás
Inscrições abertas para 3ª Maratona Faemg Jovem
-
Coluna Minas Gerais5 dias atrás
Falta de planejamento e o alto custo na mesa do consumidor
-
Coluna Minas Gerais5 dias atrás
CAAMG abre a primeira semana da Campanha de Vacinação Antigripal para a advocacia de Minas Gerais
-
Coluna Minas Gerais5 dias atrás
Lactalis investe R$ 291 milhões em Minas
-
Coluna Minas Gerais7 dias atrás
Mulheres lideram a transformação da infraestrutura e mobilidade nos países do Brics