Tribunal de Justiça
Faculdade de Direito da UFMG homenageia Tribunal de Justiça pelos 150 anos

A Faculdade de Direito da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) realizou, nesta quinta-feira (4/4), solenidade em comemoração aos 150 anos do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG). Foram homenageados a Corte mineira e magistrados que são docentes na instituição de ensino superior.

O presidente do TJMG, desembargador José Arthur de Carvalho Pereira Filho, recebeu do diretor da Faculdade de Direito da UFMG, professor Hermes Vichez Guerrero, uma placa em homenagem ao TJMG.
O presidente José Arthur filho citou a criação da Faculdade de Direito da UFMG, à época denominada Faculdade Livre de Direito, em 1892. “Naquela época, a Faculdade de Direito foi criada por um grupo de advogados e juristas contagiados por ideais vanguardistas, naquele despertar pelo qual nossa nação passava, logo após a Proclamação da República. Entre eles, figuravam Afonso Augusto Moreira Pena, Francisco Luiz da Veiga, Afonso Arinos de Melo Franco, Levindo Ferreira Lopes, Francisco Silviano de Almeida Brandão, Antônio Augusto de Lima, para citar apenas alguns daqueles visionários de alma jovem”.
Ele ressaltou que a criação da faculdade, quase 20 anos após a instalação do Tribunal da Relação de Ouro Preto, foi um grande marco para o desenvolvimento do ordenamento jurídico brasileiro.
“Rememorar aquela segunda metade do século 19 e decifrar o que ela representou para o acesso à Justiça em Minas, é algo que o Judiciário mineiro vem fazendo de maneira intensa, desde o ano passado. Afinal, os anos de 2023 e 2024 marcam o sesquicentenário da Segunda Instância em Minas Gerais, instalada em 1874”, afirmou o presidente do TJMG.
Legado
As trajetórias da Faculdade de Direito da UFMG e do Tribunal de Justiça de Minas Gerais, na avaliação do presidente José Arthur Filho, se entrelaçam em muitos pontos. “Ao longo dos 131 anos de história da faculdade, um seleto grupo de aproximadamente 30 desembargadores lecionou na instituição, deixando um indelével legado. Destaco três deles, com quem temos a alegria de conviver em nossos dias: o desembargador Humberto Theodoro Júnior, já aposentado; e os desembargadores Marcelo Milagres e José Marcos Rodrigues Vieira, ainda na ativa como magistrados e professores”, frisou.

Ele ressaltou que dezenas de professores e magistrados que passaram pela Faculdade de Direito inspiraram centenas de alunos a seguir os mesmos passos. Disse também que muitos optaram em ingressar no Ministério Público, Defensoria Pública ou seguir na advocacia.
“Em nome do Poder Judiciário mineiro, testemunho minha gratidão à Faculdade de Direito pela homenagem hoje prestada, e eu o faço nas pessoas do diretor Hermes Vilchez Guerrero e da vice-diretora Mônica Sette Lopes. Nossas instituições se irmanam em seus princípios e em seus propósitos de edificação de uma sociedade mais igualitária e pacífica. Faço votos de que a parceria entre o Judiciário mineiro e a Academia se fortaleça cada vez mais, ao longo dos anos vindouros, pois a sociedade mineira tem muito a ganhar com essa proximidade”, disse o presidente José Arthur Filho.
Orgulho
O professor e desembargador aposentado Humberto Theodoro disse que recebeu com grande honra a homenagem da Faculdade de Direito, onde lecionou por décadas. “A vida universitária é tão relevante para o direito como a vida na magistratura. As duas instituições são responsáveis pela efetivação do direito no dia a dia. Os estudantes que se formam na faculdade são responsáveis pela construção da Justiça. Tenho muito orgulho de ter atuado nas duas instituições“, salientou.

O desembargador José Marcos Rodrigues Vieira, que exerce atividades nas duas instituições, também destacou a honra por ser homenageado na solenidade. “Tenho grande orgulho de ter esta dupla trajetória, sendo que minha função como professor é mais antiga que a minha função de desembargador”, disse.
Para ele, atuar nas duas instituições “consiste em uma soma extraordinária, uma vez que a atividade docente fornece combustível permanente para os julgamentos e vice-versa, pois o exercício da judicatura é um grande laboratório para formulação de pensamentos sobre a ciência do Direito”.

O diretor da Faculdade de Direito da UFMG, professor Hermes Vilchez Guerrero, salientou que ambas as instituições têm muito em comum. “Ambas são centenárias, com o TJMG atingindo os 150 anos de vida. Ambas também foram criadas na antiga capital do Estado de Minas Gerais, Ouro Preto, e posteriormente transferidas para a nova capital, Belo Horizonte. E por fim, ambas são instituições públicas que prestam grandes serviços para a população de Minas Gerais e do Brasil”, ressaltou.
Para o professor Hermes Guerrero, as duas instituições sempre caminharam juntas e a solenidade não é apenas uma homenagem, mas sim um “grande reconhecimento dos grandes e valorosos serviços que prestaram e prestam para a população”.
O desembargador Marcelo Milagres não pôde comparecer ao evento por estar em viagem a Brasília, mas enviou um texto no qual enfatizou a importância da Faculdade de Direito e do Tribunal de Justiça no mundo jurídico. Ele citou os grandes nomes que ajudaram a construir as duas instituições e parabenizou a todos os homenageados. O texto foi lido pela vice-diretora da Faculdade de Direito, professora Mônica Sette Lopes.
Dispositivo de honra
O dispositivo de honra do evento foi composto pelo presidente José Arthur Filho; pelo diretor da Faculdade de Direito, professor Hermes Vilchez Guerrero; pela vice-diretora da Faculdade de Direito, professora Mônica Sette Lopes; pelo corregedor-geral de Justiça de Minas Gerais, desembargador Luiz Carlos Corrêa Júnior; pelo desembargador aposentado e professor emérito da Faculdade de Direito, Humberto Theodoro; pelo desembargador e professor da Faculdade de Direito, José Marcos Rodrigues Vieira; pelo presidente do Tribunal de Contas de Minas Gerais, conselheiro Gilberto Diniz; pelo sub-corregedor Geral do Ministério Público, Mário da Rocha; pelo superintendente da Memória do Judiciário Mineiro e coordenador da Comissão do Sesquicentenário do TJMG, desembargador Marcos Henrique Caldeira Brant; pelo diretor da Associação dos Magistrados Mineiros, Richardson Xavier Brant; pelo presidente da Associação Comercial e Empresarial de Minas, advogado José Anchieta da Silva; e pelo presidente do Centro Acadêmico Afonso Pena, Luiz Felipe Trindade, além de desembargadores, juízes e professores da Faculdade de Direito.

Placa comemorativa alusiva à homenagem prestada pela Faculdade de Direito da UFMG (Crédito: Juarez Rodrigues/TJMG)
Ao longo da história, atuaram no TJMG e na Faculdade de Direito da UFMG os seguintes magistrados: Antônio Augusto de Lima (juiz de direito), Camilo Augusto Maria de Brito (juiz de direito), Antônio Gonçalves Chaves (juiz de direito), José Antônio Alves de Brito (desembargador), Antônio Luiz Ferreira Tinôco (desembargador), José Antônio Saraiva Sobrinho (desembargador), José Emílio Resende Costa (desembargador), Adolpho Augusto Olinto (desembargador), Carlos Honório Benedito Otoni (juiz de direito), Gastão da Cunha (juiz de direito), Francisco Brant (juiz de direito), Edmundo Pereira Lins (desembargador), Arthur Ribeiro Pereira (desembargador), Raphael de Almeida Magalhães (desembargador), Tito Fulgêncio Alves Pereira (desembargador), Francisco de Assis Barcellos Correa (desembargador), Orozimbo Nonato da Silva (desembargador), Amílcar Augusto de Castro (desembargador), Antônio Martins Vilas Boas (desembargador), Eduardo de Menezes Filho (desembargador), Lincoln Prates (desembargador), Sebastião de Souza (desembargador), Afonso Teixeira Lages (desembargador), Onofre Mendes Júnior (desembargador), Hélio Costa (desembargador), Carlos Horta Pereira (desembargador), Jair Leonardo Lopes (desembargador), José de Costa Loures (desembargador), Paulo Tinôco (desembargador), Milton Fernandes (desembargador), Humberto Theodoro Júnior (desembargador), Walter Veado (desembargador), Salvio de Figueiredo Teixeira (desembargador), Ana Maria Ferraz Augusto (juíza de direito), Arthur Alexandre Mafra (desembargador), Antônio Augusto Moreira (desembargador), Magid Nauef Láuar (juiz de direito), José Marcos Rodrigues Vieira (desembargador) e Marcelo de Oliveira Milagres (desembargador).
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Fonte: Tribunal de Justiça de MG


Notícia Boa!
Carlos Henrique Romanelli, “Carlinhos do Ney”, é eleito vereador em Itamonte com o compromisso de seguir o legado do pai, Ney Romanelli

Carlos Henrique Romanelli, conhecido carinhosamente como “Carlinhos do Ney”, 56 anos, casado e pai de três filhos, agora faz parte da Câmara Municipal de Itamonte. Eleito pelo PL (Partido Liberal), Carlinhos assume seu lugar como vereador com um grande compromisso: continuar o legado do pai, o inesquecível Ney Romanelli, ex-prefeito de Itamonte por três mandatos e símbolo de trabalho e dedicação à cidade.
Ney Romanelli, falecido recentemente, deixou sua marca através de grandes obras e transformações em Itamonte. Com um coração generoso, o ex-prefeito conquistou o carinho e a admiração do povo, sendo lembrado como alguém que sempre esteve presente nas dificuldades dos cidadãos. “Meu pai foi um grande líder, um exemplo de humildade e amor pela cidade”, afirma Carlinhos, com a emoção de quem foi influenciado profundamente pela trajetória do pai.
O legado de Ney Romanelli é visível nas estruturas que transformaram a cidade, e seu nome permanece na memória dos moradores como sinônimo de uma administração que cuidava de cada detalhe da cidade com zelo e comprometimento. “Quero dar continuidade a esse trabalho, resgatar a simplicidade e o contato próximo com o povo, que meu pai sempre teve”, declara Carlinhos do Ney, evidenciando que sua gestão será marcada pelo mesmo carinho e dedicação, bem como pelo trabalho sério e humanizado que pautou a política de seu pai.
Com a sua eleição, Carlinhos do Ney chega à Câmara Municipal como a voz do povo, com um olhar atento aos problemas diários que afetam a comunidade. Ele leva consigo o exemplo de liderança do pai, mantendo a humildade e o carinho no trato com cada cidadão de Itamonte, sempre buscando soluções para o bem-estar da população.
A cidade aguarda com expectativa os próximos passos de Carlinhos como vereador, já reconhecendo nele a vontade de fazer a diferença, mantendo a essência de quem cresceu ao lado de um homem que dedicou sua vida à sua terra e ao seu povo. Carlinhos do Ney já se mostra como um político de proximidade, que não perdeu a conexão com as raízes e que promete caminhar, com dedicação e respeito, pelos mesmos trilhos que seu pai seguiu, com muito trabalho e amor por Itamonte.
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