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Palestra no TJMG discute formas de preconceito

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A psicóloga Valéria Guimarães abordou o tema preconceito em sua palestra para gestores da 2a Instância (Crédito: Juarez Rodrigues/TJMG)

“Por trás de um Preconceito” foi o tema da palestra promovida pela 1ª Vice-Presidência do Tribunal de Justiça de Minas Gerais, por meio do Centro de Aperfeiçoamento Gerencial de 2ª Instância (Ceagesi), nesta sexta-feira (5/4), no Edifício-Sede do Tribunal de Justiça de Minas Gerais.

A palestra foi ministrada pela psicóloga Valéria Guimarães, que abordou as várias formas da manifestação de preconceitos na sociedade. O evento contou com a participação de aproximadamente 90 gestores da Secretaria Judiciária (Sejud), que engloba todos os cartórios e áreas administrativas da 2ª instância.

A juíza auxiliar da 1ª Vice-Presidência do TJMG, Mônica Silveira Vieira, disse que a iniciativa da palestra partiu do 1º vice-presidente, desembargador Alberto Vilas Boas, que, segundo ela, tem especial preocupação em relação à garantia da diversidade e ao respeito às diferenças na Corte Mineira.

“Lidamos com diferenças o tempo todo e lidar com estas diferenças nos faz crescer. Esse evento se junta a outros esforços com o objetivo de capacitar os gestores para lidar com os diferentes aspectos dos seres humanos de forma construtiva e não de forma preconceituosa”, salientou a magistrada.

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A psicóloga e palestrante Valéria Guimarães explicou que o tema preconceito é algo extremamente amplo na sociedade, mas que deve ser abordado de forma individual, para cada pessoa. “Precisamos entender que a cooperação não funciona com o preconceito. Para que possamos cooperar com o outro, temos que enxerga-lo como um igual. A maior parte do preconceito é inconsciente. E se é inconsciente cada um de nós precisar trazer esta questão para a superfície”, pontou a psicóloga.

Preconceito e leis

Em relação ao Poder Judiciário, ela cita que as leis são feitas por indivíduos e são balizadas pela moral vigente, que retrata o que a sociedade pensa. “O cerne do nosso pensamento pode mudar e melhorar as leis. É o que acontece na sociedade. Há 100 anos uma mulher não conseguiria se separar do marido por causa de uma relação abusiva. Hoje ela pode porque as leis vigentes lhe dão este direito. Até 1979, no Irã, as mulheres tinham total liberdade, mas após a revolução islâmica, elas passaram a ser propriedades de seus maridos. Ou seja, lá ocorreu uma grande regressão para as mulheres iranianas”, exemplificou a psicóloga.

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Valéria Guimarães acredita que nos dias atuais o preconceito de uma forma geral está mais explicitado, apesar de sempre ter existido, segundo ela de uma velada e perversa. “Claro que muita coisa mudou para melhor. Eu, por exemplo, só estou aqui falando para este público, como psicóloga, porque existiu uma luta intensa na sociedade para que nós mulheres pudéssemos ter este direito. Direito que deve ser estendido a negros, pessoas com algum tipo de deficiência, homossexuais, entre outros”, finalizou.

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Fonte: Tribunal de Justiça de MG

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Carlos Henrique Romanelli, “Carlinhos do Ney”, é eleito vereador em Itamonte com o compromisso de seguir o legado do pai, Ney Romanelli

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Carlos Henrique Romanelli, conhecido carinhosamente como “Carlinhos do Ney”, 56 anos, casado e pai de três filhos, agora faz parte da Câmara Municipal de Itamonte. Eleito pelo PL (Partido Liberal), Carlinhos assume seu lugar como vereador com um grande compromisso: continuar o legado do pai, o inesquecível Ney Romanelli, ex-prefeito de Itamonte por três mandatos e símbolo de trabalho e dedicação à cidade.

Ney Romanelli, falecido recentemente, deixou sua marca através de grandes obras e transformações em Itamonte. Com um coração generoso, o ex-prefeito conquistou o carinho e a admiração do povo, sendo lembrado como alguém que sempre esteve presente nas dificuldades dos cidadãos. “Meu pai foi um grande líder, um exemplo de humildade e amor pela cidade”, afirma Carlinhos, com a emoção de quem foi influenciado profundamente pela trajetória do pai.

O legado de Ney Romanelli é visível nas estruturas que transformaram a cidade, e seu nome permanece na memória dos moradores como sinônimo de uma administração que cuidava de cada detalhe da cidade com zelo e comprometimento. “Quero dar continuidade a esse trabalho, resgatar a simplicidade e o contato próximo com o povo, que meu pai sempre teve”, declara Carlinhos do Ney, evidenciando que sua gestão será marcada pelo mesmo carinho e dedicação, bem como pelo trabalho sério e humanizado que pautou a política de seu pai.

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Com a sua eleição, Carlinhos do Ney chega à Câmara Municipal como a voz do povo, com um olhar atento aos problemas diários que afetam a comunidade. Ele leva consigo o exemplo de liderança do pai, mantendo a humildade e o carinho no trato com cada cidadão de Itamonte, sempre buscando soluções para o bem-estar da população.

A cidade aguarda com expectativa os próximos passos de Carlinhos como vereador, já reconhecendo nele a vontade de fazer a diferença, mantendo a essência de quem cresceu ao lado de um homem que dedicou sua vida à sua terra e ao seu povo. Carlinhos do Ney já se mostra como um político de proximidade, que não perdeu a conexão com as raízes e que promete caminhar, com dedicação e respeito, pelos mesmos trilhos que seu pai seguiu, com muito trabalho e amor por Itamonte.

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