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TJMG e Ejef promovem seminário sobre precedentes

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O seminário foi aberto pelo desembargador Marcelo Milagres, ao centro (Crédito: Euler Junior/TJMG)

O desembargador Marcelo Milagres, representando o 2º vice-presidente do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) e superintendente da Escola Judicial Desembargador Edésio Fernandes (Ejef), desembargador Renato Dresch, conduziu nesta quarta-feira (19/7) a abertura do seminário “Sistema Brasileiro de Precedentes: Desafios de sua Aplicação”.

“Este evento debate o sistema de precedentes e tenta buscar, na aplicação do Direito, maior estabilidade e eficiência. Para tal, contamos com grandes mestres do Direito que contribuem com o sistema brasileiro de precedentes. Trata-se de um tema fundamental e o Tribunal de Justiça sempre caminhou neste sentido. É um momento para refletirmos e buscarmos aprimoramento das nossas atividades”, disse o desembargador Marcelo Milagres, na abertura do seminário.

O evento é uma promoção do TJMG em parceria com a Ejef e ocorreu de forma presencial, no Auditório da Corregedoria-Geral de Justiça, no Centro de Belo Horizonte, e de forma remota, com transmissão pelo canal da Escola Judicial no YouTube. Para a juíza auxiliar da 1ª Vice-Presidência do TJMG, Mônica Silveira, a parceria, cada vez mais sólida, entre a Corte Mineira e a Escola Judicial permite a realização de eventos relevantes como o seminário sobre precedentes.

“Os tribunais devem refletir sobre questões jurídicas diversas, sobre as quais precisam se debruçar todo o tempo, especialmente aquelas que possuem relações diretas com os mecanismos que determinam as estrutura de prestação da jurisdição, como é o caso do microssistema de precedentes qualificados”, ressaltou Mônica Silveira.

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O 2º vice-presidente do TJMG, desembargador Renato Dresch, participou do encerramento do seminário sobre precedentes (Crédito: Euler Junior/TJMG)

A mesa de honra foi composta pelos desembargadores Marcelo Milagres, Thiago Pinto e Tereza Cristina da Cunha Peixoto; pelo membro da Comissão Gestora de Precedentes e de Ações Coletivas, desembargador Carlos Henrique Perpétuo Braga; pela juíza auxiliar da 1ª Vice-Presidência do TJMG, Mônica Silveira, que representou o 1º vice-presidente do TJMG, desembargador Alberto Vilas Boas, e proferiu a palestra de encerramento do evento; e pelo juiz auxiliar da 2ª Vice-Presidência do TJMG, Carlos Márcio Macedo.

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O professor e advogado Fredie Didier falou sobre o vocabulário do sistema de precedentes (Crédito: Euler Junior/TJMG)

Vocabulário

A primeira palestra do seminário foi proferida pelo advogado e professor titular da Universidade Federal da Bahia (UFBA) Fredie Didier, com o tema “Conceitos Fundamentais do Sistema Brasileiro de Precedentes Obrigatórios”. Ele apresentou o vocabulário que compõe o sistema de precedentes.

“Existem vários termos, como súmulas e jurisprudências, que devem ser utilizados de forma correta. Tudo isso é fundamental para deixar o sistema judiciário mais célere e, sobretudo, mais justo, melhorando o tratamento ao jurisdicionado. Situações iguais devem gerar decisões iguais”, salientou o professor.

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O professor da UFMG e juiz federal Gláucio Ferreira Gonçalves proferiu palestra sobre os “Juízes e a aplicação dos precedentes” (Crédito: Euler Junior/TJMG)

Já o professor da Faculdade de Direito da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e juiz federal titular da 12ª Vara Cível de Belo Horizonte, Gláucio Ferreira Maciel Gonçalves, apresentou o tema “Os Juízes e a Aplicação de Precedentes”.

“Minha palestra focou na questão das dificuldades encontradas por magistrados de todo o país na aplicação dos precedentes qualificados, focando na sistematização do Código de Processo Civil no tema que, desde 2015, trouxe outros textos relacionados com precedentes”, disse o magistrado.

Casos práticos

Na sequência, os professores da Faculdade de Direito da UFMG Juliana Cordeiro e Érico Andrade falaram sobre “Os Desafios na Aplicação dos Precedentes – Casos Práticos”, mostrando situações de precedentes aplicados, inclusive, pelo próprio Tribunal de Justiça de Minas Gerais.

“Abordamos as principais técnicas de aplicação de precedentes, além de citar casos práticos como o de uma superação de precedente por parte do TJMG sobre honorários de sucumbência a serem pagos pelo Estado a defensores públicos contratados”, disse Juliana Cordeiro.

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Os professores da UFMG Érico Andrade e Juliana Cordeiro falaram sobre “Casos Práticos na Aplicação de Precedentes” (Crédito: Euler Junior/TJMG)

A palestra de encerramento foi proferida pela juíza auxiliar da 1ª Vice-Presidência do TJMG, Mônica Silveira, que falou sobre “Os Desafios na Aplicação dos Precedentes”, principalmente dentro do Tribunal mineiro.

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A magistrada abordou as principais finalidades do sistema de precedentes vinculantes brasileiro e também as grandes dificuldades que os operadores de direito em geral e magistrados encontram em razão do grande número de precedentes já produzidos.

“Apresentei as iniciativas do TJMG, principalmente da 1ª Vice-Presidência, que desenvolve ferramentas para que todos possam compreender melhor os precedentes, além de identificar quais precedentes podem ser concretamente aplicáveis em cada caso. Por fim, provoquei o público a nos ajudar com ideias de desenvolvimento de ferramentas estratégicas para facilitar a identificação da ratio decidendi de precedentes mais complexos para que possamos contribuir com o aperfeiçoamento da prestação jurisdicional”, detalhou a juíza auxiliar.

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A juíza Mônica Silveira encerrou o ciclo de palestras falando sobre “Os Desafios na Aplicação dos Precedentes” (Crédito: Euler Junior/TJMG)

Segurança

O 2º vice-presidente do TJMG e superintendente da Ejef, desembargador Renato Dresch, participou do encerramento do seminário abordando a importância de se debater temas tão relevantes. “O tema é de grande relevância para a segurança jurídica, pois quando se cria precedente que vincula as decisões do Poder Judiciário, tal ato traz maior segurança à população, que sabe qual será a decisão da Justiça para determinado caso”.

Presenças

Também estiveram presentes no seminário os desembargadores do TJMG Raimundo Messias Júnior e Rui de Almeida Magalhães. A superintendente adjunta da Ejef, desembargadora Lilian Maciel, participou do seminário de forma remota. O evento ainda contou com a participação de servidores do TJMG.

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Fonte: Tribunal de Justiça de MG

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Carlos Henrique Romanelli, “Carlinhos do Ney”, é eleito vereador em Itamonte com o compromisso de seguir o legado do pai, Ney Romanelli

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Carlos Henrique Romanelli, conhecido carinhosamente como “Carlinhos do Ney”, 56 anos, casado e pai de três filhos, agora faz parte da Câmara Municipal de Itamonte. Eleito pelo PL (Partido Liberal), Carlinhos assume seu lugar como vereador com um grande compromisso: continuar o legado do pai, o inesquecível Ney Romanelli, ex-prefeito de Itamonte por três mandatos e símbolo de trabalho e dedicação à cidade.

Ney Romanelli, falecido recentemente, deixou sua marca através de grandes obras e transformações em Itamonte. Com um coração generoso, o ex-prefeito conquistou o carinho e a admiração do povo, sendo lembrado como alguém que sempre esteve presente nas dificuldades dos cidadãos. “Meu pai foi um grande líder, um exemplo de humildade e amor pela cidade”, afirma Carlinhos, com a emoção de quem foi influenciado profundamente pela trajetória do pai.

O legado de Ney Romanelli é visível nas estruturas que transformaram a cidade, e seu nome permanece na memória dos moradores como sinônimo de uma administração que cuidava de cada detalhe da cidade com zelo e comprometimento. “Quero dar continuidade a esse trabalho, resgatar a simplicidade e o contato próximo com o povo, que meu pai sempre teve”, declara Carlinhos do Ney, evidenciando que sua gestão será marcada pelo mesmo carinho e dedicação, bem como pelo trabalho sério e humanizado que pautou a política de seu pai.

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Com a sua eleição, Carlinhos do Ney chega à Câmara Municipal como a voz do povo, com um olhar atento aos problemas diários que afetam a comunidade. Ele leva consigo o exemplo de liderança do pai, mantendo a humildade e o carinho no trato com cada cidadão de Itamonte, sempre buscando soluções para o bem-estar da população.

A cidade aguarda com expectativa os próximos passos de Carlinhos como vereador, já reconhecendo nele a vontade de fazer a diferença, mantendo a essência de quem cresceu ao lado de um homem que dedicou sua vida à sua terra e ao seu povo. Carlinhos do Ney já se mostra como um político de proximidade, que não perdeu a conexão com as raízes e que promete caminhar, com dedicação e respeito, pelos mesmos trilhos que seu pai seguiu, com muito trabalho e amor por Itamonte.

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