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TJMG promove seminário em parceria com a Escola de Saúde Pública do Estado

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O Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), por meio da Escola Judicial Desembargador Edésio Fernandes (Ejef) e em parceria com a Escola de Saúde Pública do Estado de Minas Gerais (ESP-MG), promoveu nesta sexta-feira (23/6) o 4º Seminário Itinerante das Turmas IX e X do Curso de Especialização em Direito Sanitário da Escola de Saúde Pública, com o tema “A Efetivação do Direito à Saúde no Brasil: perspectivas de atuação conjunta em questões estruturais”.

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Evento foi realizado nesta sexta-feira (23/6) no TJMG (Crédito: Riva Moreira/TJMG)

A ação educacional, com objetivo de capacitar os presentes para que sejam capazes de identificar as formas de efetivação do Direito à saúde no país, considerando as perspectivas de atuação conjunta em questões estruturais, foi realizada no Edifício-Sede do TJMG.

O seminário foi destinado aos alunos da pós-graduação em Direito Sanitário da Escola de Saúde Pública do Estado, assim como representantes das macrorregiões de saúde de Minas Gerais e do sistema de Justiça; demais magistradas, magistrados, assessoras, assessores, assistentes de gabinete, servidoras, servidores, estagiárias e estagiários do TJMG, bem como público externo, que participaram da palestra “Caminhos e alternativas para a desjudicialização”, além de oficinas para elaboração de propostas para atuação conjunta para efetivação do direito à saúde e desjudicialização.

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Seminário teve como tema a Efetivação do Direito à Saúde no Brasil: perspectivas de atuação conjunta em questões estruturais (Crédito: Riva Moreira/TJMG)

O 2º vice-presidente do TJMG e superintendente da Ejef, desembargador Renato Dresch, abordou a importância do tema, lembrando que a saúde é direito humano fundamental social e dever do Estado. “Os tribunais superiores têm pensado muito sobre a temática para tentar resolvê-la. É preciso que nós consigamos pensar em medicina baseada em evidência, com racionalidade, e entender a regulação”, disse, durante a abertura do seminário.

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A diretora-geral da Escola de Saúde Pública, professora Mara Guarino Tanure, avaliou que a união de esforços entre as instituições é, “sem dúvida, o melhor caminho para efetivação do direito à saúde”.

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Palestra de abertura tratou sobre os caminhos e alternativas para a desjudicialização (Crédito: Riva Moreira/TJMG)

Caminhos para a desjudicialização e oficinas

A palestra de abertura do seminário, que tratou sobre os caminhos e alternativas para a desjudicialização, foi mediada pelo 2º vice-presidente do TJMG e superintendente da Ejef, desembargador Renato Dresch, e ministrada pelo juiz federal de Santa Catarina e membro do Comitê de Saúde do Fórum da Saúde do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), Clênio Jair Schulze; pela doutora e Mestre em Saúde Coletiva, assessora Parlamentar no Senado Federal e ex-assessora técnica do Conselho Nacional de Secretários de Saúde, Alethele de Oliveira Santos; e pela oncologista, especialista em Educação para a Saúde e Administração e ex-gestora no Ministério da Saúde, Maria Inez Gadelha.

Os palestrantes abordaram exemplos e avaliaram a desjudicialização da saúde desde o conceito. O juiz federal Clênio Jair Schulze considerou a matéria como um grande desafio, uma vez que já existe uma “cultura de judicialização” consolidada, e elencou problemas enfrentados.

Já no segundo período do evento, realizado na parte da tarde, foram promovidas oficinas mediadas pelo desembargador do TJMG, Osvaldo Oliveira Araújo Firmo; pela servidora da Vigilância Sanitária da Prefeitura de Belo Horizonte, Ana Maria Caldeira Oliveira; pela assessora jurídica do Conselho de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems), Fernanda Vargas Terrazas; pelo advogado Tiago Lopes Coelho; pela assessora do Centro de Apoio Operacional das Promotorias de Justiça de Defesa da Saúde (CAO-Saúde), Maria Gabriela Araújo Diniz; pela coordenadora técnica do curso de especialização em Direito Sanitário da ESP-MG, Luciana Souza d’Ávila; a coordenadora pedagógica do curso de especialização, Michely de Lima Ferreira Vargas; a pesquisadora do Instituto René Rachou/Fiocruz, lara Veloso Oliveira Figueiredo; e pelo superintendente de Educação e Pesquisa da escola, Paulo Sérgio Mendes César.

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Presenças

A Mesa de Abertura do seminário foi composta pelo 2º vice-presidente do TJMG e superintendente da Ejef, desembargador Renato Dresch; o coordenador do Comitê Estadual de Saúde de Minas Gerais (CES/MG) e superintendente de Saúde da Corte mineira, desembargador Alexandre Quintino Santiago; a diretora-geral da Escola de Saúde Pública, Mara Guarino Tanure; a presidente do Conselho Estadual de Saúde, Lourdes Aparecida Machado; o coordenador do Centro de Apoio Operacional das Promotorias de Justiça de Defesa da Saúde, promotor de Justiça Luciano Moreira de Oliveira, representando o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG); a coordenadora da Escola Superior da Defensoria Pública do Estado, defensora pública Silvana Lourenço Lobo, representando a defensora pública-geral, Raquel da Costa Dias; o coordenador da Defensoria Especializada de Saúde, defensor público Bruno Barcala Reis; e o procurador do Estado Kleber Silva Leite Pinto Júnior, representando o Advogado-Geral do Estado de Minas Gerais, Sérgio Pessoa de Paula Castro.

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Fonte: Tribunal de Justiça de MG

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Carlos Henrique Romanelli, “Carlinhos do Ney”, é eleito vereador em Itamonte com o compromisso de seguir o legado do pai, Ney Romanelli

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Carlos Henrique Romanelli, conhecido carinhosamente como “Carlinhos do Ney”, 56 anos, casado e pai de três filhos, agora faz parte da Câmara Municipal de Itamonte. Eleito pelo PL (Partido Liberal), Carlinhos assume seu lugar como vereador com um grande compromisso: continuar o legado do pai, o inesquecível Ney Romanelli, ex-prefeito de Itamonte por três mandatos e símbolo de trabalho e dedicação à cidade.

Ney Romanelli, falecido recentemente, deixou sua marca através de grandes obras e transformações em Itamonte. Com um coração generoso, o ex-prefeito conquistou o carinho e a admiração do povo, sendo lembrado como alguém que sempre esteve presente nas dificuldades dos cidadãos. “Meu pai foi um grande líder, um exemplo de humildade e amor pela cidade”, afirma Carlinhos, com a emoção de quem foi influenciado profundamente pela trajetória do pai.

O legado de Ney Romanelli é visível nas estruturas que transformaram a cidade, e seu nome permanece na memória dos moradores como sinônimo de uma administração que cuidava de cada detalhe da cidade com zelo e comprometimento. “Quero dar continuidade a esse trabalho, resgatar a simplicidade e o contato próximo com o povo, que meu pai sempre teve”, declara Carlinhos do Ney, evidenciando que sua gestão será marcada pelo mesmo carinho e dedicação, bem como pelo trabalho sério e humanizado que pautou a política de seu pai.

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Com a sua eleição, Carlinhos do Ney chega à Câmara Municipal como a voz do povo, com um olhar atento aos problemas diários que afetam a comunidade. Ele leva consigo o exemplo de liderança do pai, mantendo a humildade e o carinho no trato com cada cidadão de Itamonte, sempre buscando soluções para o bem-estar da população.

A cidade aguarda com expectativa os próximos passos de Carlinhos como vereador, já reconhecendo nele a vontade de fazer a diferença, mantendo a essência de quem cresceu ao lado de um homem que dedicou sua vida à sua terra e ao seu povo. Carlinhos do Ney já se mostra como um político de proximidade, que não perdeu a conexão com as raízes e que promete caminhar, com dedicação e respeito, pelos mesmos trilhos que seu pai seguiu, com muito trabalho e amor por Itamonte.

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