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Última Missa de 2022 celebra Natal e a Imaculada Conceição

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O Tribunal de Justiça de Minas Gerais realizou, nesta quarta-feira (7/12), a Missa de Natal e em louvor à Imaculada Conceição. O tema da missa antecipou a comemoração da concepção imaculada de Jesus, no ventre de Maria, celebrada em 8 de dezembro. A concepção da Virgem, poupada do pecado original, é um dos dogmas da Igreja Católica, relembrada por meio do feriado, comemorado em várias capitais do País, entre as quais está Belo Horizonte.

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A imagem do Menino Jesus foi conduzida até o altar, no início da missa, pelo padre Sérgio Ladeira, da Paróquia Santa Rita de Cássia (Crédito: Euler Junior/TJMG)

A última missa celebrada no TJMG neste ano reuniu magistrados, entre os quais estavam o superintendente administrativo adjunto, desembargador Geraldo Augusto de Almeida, além de servidores e a comunidade do entorno do Edifício-Sede. Desta vez, a celebração foi transmitida, em tempo real, pelo canal do TJMG no YouTube.

No início da missa, o padre Sérgio Ladeira, da Paróquia Santa Rita de Cássia, conduziu a imagem do Menino Jesus até o altar. A primeira leitura, extraída do livro de Gênesis, foi feita pelo desembargador Leonardo de Faria Beraldo, da 9ª Câmara Cível do TJMG. O Salmo Responsorial 97 (98) foi cantado por Saray Lacerda, que também executou as demais canções da missa.

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O padre Sérgio Ladeira falou sobre a preparação para o Natal, tempo do advento, da esperança e da expectativa (Crédito: Euler Junior/TJMG)

A segunda leitura foi feita pelo juiz Narciso Alvarenga Monteiro de Castro, da Vara Cível e da Infância e da Juventude de Belo Horizonte. O magistrado leu trecho do primeiro capítulo da carta de São Paulo aos Efésios. A leitura do Evangelho de Lucas foi feita pelo padre Sérgio Ladeira. No trecho, a Virgem Maria recebe o anúncio, feito por pelo anjo Gabriel, da concepção sobrenatural.

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A primeira leitura, extraída do livro de Gênesis, foi feita pelo desembargador Leonardo de Faria Beraldo (Crédito: Euler Junior/TJMG)

Em suas palavras transmitidas aos fiéis, o padre falou sobre a data de celebração da Imaculada Conceição, ocasião de proclamação do dogma que foi declarado de forma solene em 1854, pelo Papa Pio IX. Na época, a Igreja Católica reconheceu oficialmente que a Imaculada Virgem Maria foi concebida sem o pecado original.

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O padre falou ainda sobre a preparação para o Natal, tempo do advento, da esperança e da expectativa. “Momento em que somos chamados a rever a nossa história e caminhada; tempo também de nos prepararmos para acolher o Salvador. A manjedoura de hoje é o nosso coração. É lá que o Cristo quer nascer e fazer morada e sentido, ficando próximo de cada um de nós.”

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A segunda leitura foi feita pelo juiz Narciso Alvarenga Monteiro de Castro (Crédito: Euler Junior/TJMG)

O padre destacou ainda, do Evangelho lido, o momento do anúncio feito à Virgem Maria, quando o humano e o divino se encontraram. “Maria tinha planos, expectativas e motivações. Mas, de repente, ela recebe o anúncio de que seria a mãe do Salvador. Nessa hora, mesmo com planos e diante do mistério da notícia recebida, ela se abre para o divino, com quem dialoga. Ela acolhe a notícia em seu coração, tenta conhecer qual é a sua missão e deixa o divino fazer parte da sua vida”, descreveu.

Ele lembrou ainda que o anjo avisou a Maria que não era necessário ter medo e que nada era impossível para Deus. “As questões humanas são limitadas ao tempo e ao espaço. Mas o Evangelho trata do divino. Ao anúncio recebido, a Virgem se dispôs, pedindo que a vontade de Deus fosse realizada em sua vida. É o que rezamos no Pai Nosso. Mas nem sempre é isso que está em nosso coração. Muitas vezes, queremos que a nossa vontade humana se realize”, alertou.

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O padre Sérgio Ladeira lembrou que o Natal é um momento para cada pessoa rever sua história e caminhada (Crédito: Euler Junior/TJMG)

Para o padre Sérgio Ladeira, o que falta aos homens é essa entrega total. “Depositamos a confiança em nós mesmos e não nos abrimos ao divino, que é quem nos conduz. Cada um deve executar bem a tarefa que receber de Deus. Mas, por mais que façamos bem, devemos nos abrir ao mistério de Deus, procurando conhecer o que o Criador espera e nos pede”, sugeriu.

Por fim, o padre desejou a todos os presentes um Natal abençoado, em que o Cristo nasça em cada coração. “Não há maior presente do que esse”, lembrou.

As preces da comunidade foram lidas pelo desembargador José Eustáquio Lucas Pereira, da 21ª Câmara Cível do TJMG. Foram pedidas orações pelas jovens, pelas mulheres grávidas e por aquelas que estão sofrendo.

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As preces da comunidade foram lidas pelo desembargador José Eustáquio Lucas Pereira (Crédito: Euler Junior/TJMG)

A missa foi encerrada com um momento de ação de graças. Ao som da tradicional canção natalina Noite Feliz, os fiéis foram convidados a pensar nos motivos de gratidão e nas vitórias alcançadas ao longo do ano, a despeito das dificuldades. Os participantes também foram convidados a rezar por familiares e por pessoas necessitadas.

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Durante a missa, os fiéis foram convidados a um momento de gratidão pelas dificuldades superadas ao longo do ano (Crédito: Euler Junior/TJMG)

As missas no TJMG são celebradas, desde outubro de 2020, sempre na primeira quarta-feira de cada mês, no saguão do edifício-sede. Excepcionalmente, não haverá celebração da missa em janeiro de 2023.

Veja mais fotos desse evento no Flickr do TJMG.

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Fonte: TJMG

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Carlos Henrique Romanelli, “Carlinhos do Ney”, é eleito vereador em Itamonte com o compromisso de seguir o legado do pai, Ney Romanelli

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Carlos Henrique Romanelli, conhecido carinhosamente como “Carlinhos do Ney”, 56 anos, casado e pai de três filhos, agora faz parte da Câmara Municipal de Itamonte. Eleito pelo PL (Partido Liberal), Carlinhos assume seu lugar como vereador com um grande compromisso: continuar o legado do pai, o inesquecível Ney Romanelli, ex-prefeito de Itamonte por três mandatos e símbolo de trabalho e dedicação à cidade.

Ney Romanelli, falecido recentemente, deixou sua marca através de grandes obras e transformações em Itamonte. Com um coração generoso, o ex-prefeito conquistou o carinho e a admiração do povo, sendo lembrado como alguém que sempre esteve presente nas dificuldades dos cidadãos. “Meu pai foi um grande líder, um exemplo de humildade e amor pela cidade”, afirma Carlinhos, com a emoção de quem foi influenciado profundamente pela trajetória do pai.

O legado de Ney Romanelli é visível nas estruturas que transformaram a cidade, e seu nome permanece na memória dos moradores como sinônimo de uma administração que cuidava de cada detalhe da cidade com zelo e comprometimento. “Quero dar continuidade a esse trabalho, resgatar a simplicidade e o contato próximo com o povo, que meu pai sempre teve”, declara Carlinhos do Ney, evidenciando que sua gestão será marcada pelo mesmo carinho e dedicação, bem como pelo trabalho sério e humanizado que pautou a política de seu pai.

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Com a sua eleição, Carlinhos do Ney chega à Câmara Municipal como a voz do povo, com um olhar atento aos problemas diários que afetam a comunidade. Ele leva consigo o exemplo de liderança do pai, mantendo a humildade e o carinho no trato com cada cidadão de Itamonte, sempre buscando soluções para o bem-estar da população.

A cidade aguarda com expectativa os próximos passos de Carlinhos como vereador, já reconhecendo nele a vontade de fazer a diferença, mantendo a essência de quem cresceu ao lado de um homem que dedicou sua vida à sua terra e ao seu povo. Carlinhos do Ney já se mostra como um político de proximidade, que não perdeu a conexão com as raízes e que promete caminhar, com dedicação e respeito, pelos mesmos trilhos que seu pai seguiu, com muito trabalho e amor por Itamonte.

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