Polícia
Ação célere da PCMG termina com prisão de avó por abusos contra netos

Condenada a 40 anos de prisão por estupro de vulnerável. Essa foi a pena estabelecida para a mulher, de 77 anos, presa pela Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG), na terça-feira (21/5). As vítimas do crime são três crianças, um menino de 11 anos, e duas meninas, de 11 e 13 anos, todos netos da idosa. A prisão ocorreu no bairro São Salvador, região Noroeste de Belo Horizonte.
O mandado de prisão por condenação da avó das vítimas foi cumprido pela equipe da Delegacia Especializada em Proteção à Criança e ao Adolescente (Depca), unidade que investigou os crimes de estupro de vulnerável e ameaça cometidos pelo companheiro da suspeita. O homem, avô paterno das crianças, preso em 2019, quando os fatos foram denunciados à Polícia Civil, também já foi condenado.
Apurações
As investigações apontam que os três irmãos foram abusados pelo avô na presença da avó. O menino relatou, em depoimento especial, que sofreu os abusos dos 4 aos 9 anos de idade, e era ameaçado pelos avós para não contar os fatos aos pais.
“A criança achava que os abusos eram normais, pois, em várias oportunidades, a avó estava presente e assistia o ato”, revelou a chefe da Divisão Especializada em Orientação e Proteção à Criança e ao Adolescente (Dopcad), delegada Renata Ribeiro. As meninas também relataram os atos libidinosos praticados pelo avô com a conivência da avó, complementou a delegada.
Ainda, de acordo com os levantamentos, a avó ordenava que as crianças não voltassem mais lá, e não contassem nada para ninguém, pois ela iria negar e os netos seriam vistos como mentirosos.
Segundo a mãe dos menores de idade, os filhos fazem acompanhamento psicológico e têm muito medo do avô. Além disso, uma das netas chegou a fazer uma carta de despedida falando que iria se matar diante do temor do avô.
Com o inquérito finalizado, o casal foi indiciado por estupro de vulnerável e o homem, preso. Já o mandado de condenação da avó foi expedido recentemente e imediatamente cumprido pela equipe da Depca, assim que os policiais civis tiveram conhecimento de que ela pretendia fugir.
Fonte: Polícia Civil de MG


Polícia
Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12 foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.
Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga. A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.
Ontem 2/1 a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.
O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.
O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.
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