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Ação conjunta mira trabalho escravo em Candeias

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Divulgação/PCMG

Em uma ação conjunta da Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) e o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), com apoio da Polícia Militar, foi realizada, na sexta-feira (17/3), uma operação em combate ao crime de redução à condição análoga a de escravo, na zona rural de Candeias, no Sul de Minas.

Durante a ação foram resgatados de seis homens que estavam em condição análoga a de escravo em uma carvoaria. Dentre os trabalhadores, um seria menor de idade, com apenas 16 anos, e um idoso, com 60 anos.

Segundo apurado, os trabalhadores foram, em sua maioria, reunidos no Norte de Minas e levados para trabalhar na carvoaria.

Investigação

As primeiras informações chegaram à Delegacia em Candeias. Policiais civis da unidade realizaram levantamentos para a apuração dos fatos e acionaram o Setor de Fiscalização do MTE, policiais civis da Delegacia Regional em Campo Belo, além de militares que prontamente organizaram a operação deflagrada em menos de 48h do conhecimento do fato.

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No curso das investigações, a Polícia Civil e os auditores fiscais verificaram que os trabalhadores estariam em condições degradantes de trabalho.

Segundo o delegado Hans Baia, o tempo de resposta das autoridades foi importante, tendo em vista a situação de vulnerabilidade dos trabalhadores e a necessidade urgente de tutelar os direitos fundamentais das pessoas. Ainda segundo Baia, “a integração da Polícia Civil com o Ministério do Trabalho e Polícia Militar de Candeias e Grupamento Ambiental permitiu o sucesso no resgate dos trabalhadores”, ressaltou.

Participaram da ação: equipes da Delegacia de Polícia em Candeias, com apoio de policiais civis da Regional em Campo Belo, a Polícia Militar de Candeias e a Polícia Militar do Meio Ambiente de Campo Belo (PMMG/MAMB), Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).

Fonte: Polícia Civil MG

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Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

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Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12  foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.

Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga.  A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.

Ontem 2/1  a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.

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O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.

O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.

 

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