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Ação conjunta prende responsável por clínica de internação

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Divulgação/PCMG

Nessa segunda-feira (22/5), a Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG), em parceria com o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) e a Vigilância Sanitária do município de Itabira, região do Rio Doce, realizou trabalhos de fiscalização em uma clínica de internação, localizada na comunidade de Laranjeiras, em Ipoema, distrito de Itabira. A ação visou apurar regularidades do local. Durante a ação, a responsável pela clínica foi presa em flagrante.

Após a análise da documentação e demais particularidades de funcionamento da clínica, a Vigilância Sanitária constatou a inobservância de normas básicas de funcionamento e interditou o estabelecimento.

No local constatou-se que alguns internos estavam na clínica de forma involuntária, em descumprimento às formalidades previstas na Lei 10.216/01. Os internos confirmaram aos investigadores que foram levados à força para a clínica e, dessa forma, estavam ali contra a sua vontade. Assim, a responsável pela clínica foi presa em flagrante e encaminhada ao sistema prisional.

De acordo com o delegado Diogo Luna, a suspeita, além de ignorar os requisitos definidos pela legislação que trata das condições de atenção aos usuários ou dependentes de drogas, privou as vítimas de sua liberdade mediante cárcere privado. “Eles ficaram internados no referido estabelecimento por mais de 15 dias, contra a vontade, e, ainda, sem que a clínica fosse autorizada a realizar referida modalidade de internação”, disse.

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Além dos agentes da Vigilância Sanitária, a ação contou com a atuação do delegado Diogo Luna e do promotor de Justiça Bruno Muller, acompanhados por analistas, investigadores e escrivães da Polícia Civil.

Fonte: Polícia Civil de MG

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Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

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Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12  foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.

Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga.  A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.

Ontem 2/1  a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.

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O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.

O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.

 

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