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Ação da PCMG resulta em apreensão de GHB em Belo Horizonte

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Divulgação/PCMG

Em ação de combate ao tráfico de drogas na capital, deflagrada na manhã desta quarta-feira (21/6), a Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) prendeu em flagrante um casal, de 30 e 32 anos, no bairro Jardim Guanabara, em Belo Horizonte. Durante cumprimento de mandados de busca e apreensão, policiais apreenderam na casa dos suspeitos frascos contendo substância denominada GHB, uma espécie de “ecstasy líquido” com efeitos mais potentes.

Conforme apurado pela equipe do Departamento Estadual de Combate ao Narcotráfico (Denarc), os investigados são suspeitos de vender drogas sintéticas para usuários frequentadores de eventos noturnos na capital e na Região Metropolitana.

O delegado Diego Matos, que coordena as investigações, pontua que foram apreendidos cerca de 100 ml do produto, que possui alto valor no mercado. “Os dois suspeitos se apresentam como promotores de eventos e fazem a venda dessa droga, principalmente em festas”, explica.

Segundo Matos, a droga é utilizada, basicamente, com três finalidades: para dopar vítimas em abusos sexuais, em crimes contra o patrimônio (como roubo) e também de forma recreativa.

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“Em um primeiro momento, a droga causa um efeito de aumento da libido, posteriormente, com a evolução, a pessoa tem uma confusão mental e não consegue se recordar do que aconteceu”, explica o delegado sobre os efeitos da GHB no organismo.

O chefe da Divisão Especializada de Combate ao Narcotráfico, Thiago Machado, ressalta que a investigação inicial é sobre tráfico de drogas, sem aprofundamento sobre a finalidade dos usuários.

Essa é a primeira vez que a droga GHB é apreendida em Belo Horizonte. Além da substância, os policiais apreenderam dois comprimidos de ecstasy, três pinos de cocaína, três cigarros de maconha e celulares.

Fonte: Polícia Civil de MG

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Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

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Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12  foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.

Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga.  A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.

Ontem 2/1  a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.

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O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.

O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.

 

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